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Dislexia

A dislexia é uma dificuldade persistente com a leitura e a escrita numa pessoa cuja capacidade intelectual está inteiramente preservada.

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

A dislexia é uma dificuldade persistente com a leitura e a escrita numa pessoa cuja capacidade intelectual está inteiramente preservada. Nada tem a ver com preguiça, com um mau ensino ou com falta de esforço: o cérebro de quem a tem processa de outra maneira a composição sonora das palavras, e decifrar um texto exige-lhe um trabalho incomparavelmente maior. É uma característica que acompanha a vida inteira, mas não é uma sentença: com o tipo certo de apoio, as pessoas com dislexia estudam, formam-se e trabalham onde querem. O essencial é perceber a tempo do que se trata e deixar de procurar culpados.

O que custa exatamente

Está muito espalhada a ideia de que a dislexia consiste em escrever as letras ao contrário e trocar o b pelo d. Acontece, mas não é o cerne da questão. O cerne está na consciência fonológica: a capacidade de ouvir que uma palavra é feita de sons separados, de os isolar, de os trocar de lugar e de voltar a juntá-los. É aí que o mecanismo falha, e a dificuldade de leitura é já a consequência.

Na prática, uma pessoa com dislexia, na maioria dos casos:

  • lê devagar, a tropeçar, a perder a linha e a substituir as palavras escritas por outras parecidas;
  • escreve com erros irregulares, ao ponto de a mesma palavra surgir grafada de duas ou três maneiras no mesmo parágrafo;
  • percebe muito bem a matéria quando lha explicam de viva voz e perde-se quando essa mesma matéria chega por escrito;
  • tem dificuldade em segurar uma sequência: os dias da semana, os meses, a ordem dos passos de uma instrução com quatro pontos;
  • gasta num trabalho escrito várias vezes mais tempo do que os colegas e mesmo assim não chega ao fim;
  • conta as coisas oralmente com pormenor e vivacidade e no papel sai pobre e curto, não por não ter nada a dizer, mas porque escrever lhe consome todas as forças.

Ao mesmo tempo, os pontos fortes são muitas vezes tão nítidos como os fracos: pensamento visual, capacidade de ver um problema por inteiro, desenrasque, expressão oral, memória para o que se viveu. Convém não esquecer, porque a classificação escolar mede exatamente aquilo em que uma criança destas é menos hábil.

Como se apresenta em cada idade

Antes da escola. Pode suspeitar-se, mas não concluir. Chamam a atenção a fala em frases que aparece tarde, a troca persistente de sílabas nas palavras longas, a dificuldade com a rima e o desinteresse pelos jogos de palavras, pouca curiosidade pelas letras havendo curiosidade viva por tudo o resto, e ficar encravado à procura do nome de objetos que conhece de sobra.

Primeiro ciclo. É a fase em que o quadro se vê com mais clareza, porque ler passa a ser o trabalho central do dia. A criança não consegue fixar que som corresponde a cada letra, soletra durante muito mais tempo do que os colegas, adivinha as palavras pelas primeiras letras em vez de as ler, escreve devagar e de forma irregular, baralha a ordem das letras. Costuma aparecer também outra coisa: não querer ir à escola, dor de barriga todas as manhãs, lágrimas sobre os trabalhos de casa. Essa parte nota-se por vezes antes das próprias dificuldades de leitura.

Adolescentes e adultos. A esta altura já se aprendeu a ler, em regra, mas devagar e com muito esforço, pelo que se evita tudo o que envolva texto. Custam os apontamentos, as cartas, os relatórios, a preparação para os exames; números e códigos não ficam na memória; os prazos falham, não por irresponsabilidade, mas porque o planeamento também sofre. Muitos adultos chegam ao especialista não por iniciativa própria, mas depois de o filho ter sido diagnosticado e de se terem reconhecido na descrição.

Porque é que acontece

O mecanismo exato não é conhecido por completo, mas o panorama geral está claro. As zonas do cérebro que ligam o som à letra funcionam de outra maneira nas pessoas com dislexia; é uma característica com que se nasce, não o resultado das circunstâncias. Herda-se de forma apreciável: se um dos pais tem dislexia, a probabilidade no filho é claramente superior à média, e é por isso que a história familiar é sempre perguntada.

O que não causa dislexia: a falta de atenção dos pais, o contacto precoce com os ecrãs, o bilinguismo em casa, uma vista fraca, uma inteligência baixa. O mito do bilinguismo é particularmente teimoso: criar uma criança em duas línguas pode fazer-se com tranquilidade, a dislexia não nasce daí, embora possa manifestar-se nos dois idiomas ao mesmo tempo.

Segundo as várias estimativas, dificuldades deste tipo atingem em algum grau entre três e dez pessoas em cada cem, e a amplitude do intervalo explica-se menos pelas populações estudadas do que pelos critérios utilizados. Há algo que importa mais: a ortografia de cada língua influi muitíssimo na visibilidade do problema. Onde a escrita segue de perto a pronúncia, uma criança pode aprender a ler quase sem erros e ficar, ainda assim, extremamente lenta, e disso repara-se mais tarde do que seria devido.

O que convém excluir primeiro

Antes de se falar de dislexia é preciso garantir que não está a atrapalhar a leitura alguma coisa mais simples e inteiramente corrigível.

  • A visão. Uma criança pode nunca se queixar e simplesmente não ver bem a linha ou não convergir os olhos ao perto. O exame oftalmológico é indispensável.
  • A audição. O obstáculo mais frequente é o líquido persistente no ouvido médio depois de otites repetidas: a criança ouve abafado, não distingue sons da fala parecidos entre si e, vista de fora, parece apenas distraída.
  • A atenção. A perturbação de défice de atenção produz um quadro de insucesso muito semelhante e associa-se com frequência à dislexia; separar as duas coisas sem um especialista é difícil.
  • O desenvolvimento da linguagem no seu conjunto. Se a fala também está afetada, começa-se pelo terapeuta da fala.

E à parte, aquilo que nada tem a ver com dislexia e obriga a procurar um médico sem demora. A dislexia existe desde o início da aprendizagem: não surge de repente numa criança que já lia normalmente havia um ano. Se a competência existia e desapareceu — a criança deixou de ler, já não compreende o que lhe dizem e, a par disso, mudaram a marcha, a letra ou o comportamento, ou apareceram dores de cabeça ao acordar, vómitos ou episódios de ausência —, isso não é uma dificuldade de aprendizagem mas um sinal de sofrimento cerebral, e tem de ser esclarecido depressa. Do mesmo modo, num adulto a impossibilidade súbita de ler um texto habitual, sobretudo em conjunto com alteração da fala, fraqueza num braço ou boca ao lado, levanta a suspeita de um acidente vascular cerebral: aí chama-se uma ambulância (em Espanha, Itália, Portugal, Polónia e Ucrânia funciona o número único europeu 112) e não se marca uma consulta.

Como decorre a avaliação

O diagnóstico não se faz com um único teste nem com um questionário da internet. A avaliação é conduzida por um especialista — psicólogo escolar ou clínico, terapeuta da fala, professor de educação especial — e ocupa vários encontros.

Em regra observam-se a rapidez e a exatidão da leitura e a compreensão do texto, a escrita e a ortografia, o vocabulário, a capacidade de manipular os sons das palavras, a memória de curto prazo e a memória de trabalho, a velocidade de processamento da informação visual e auditiva e ainda o nível geral de raciocínio, precisamente para mostrar a distância entre este e os resultados na leitura. À parte, pergunta-se a pais e professores como é que a criança se desenrasca no trabalho de todos os dias e não apenas dentro de um gabinete.

O resultado não é um rótulo, mas a descrição dos pontos fortes e fracos com recomendações concretas: o que mudar na forma de apresentar a matéria, quanto tempo acrescentar nas provas escritas, que ferramentas técnicas introduzir. É com esse documento que a família vai à escola combinar o apoio. A forma de o formalizar difere de país para país, pelo que os pormenores devem ser confirmados no local, na própria escola ou no serviço de educação da zona.

Quanto mais cedo se fizer a avaliação, melhor o resultado: o trabalho iniciado nos primeiros anos de escola rende bastante mais do que o mesmo trabalho com um adolescente. Ainda assim, na adolescência e na idade adulta a avaliação continua a fazer sentido, quanto mais não seja para obter tempo adicional nos exames e deixar de se julgar incapaz.

O que ajuda de facto

Não existe nenhum medicamento para a dislexia, e não a eliminam dietas, ginásticas oculares ou cursos de ativação cerebral. O que ajuda é um ensino construído de outra maneira.

  • Trabalho sistemático com os sons e as letras. É a base com melhores provas científicas: ensina-se a criança, passo a passo, a ouvir os sons isolados, a associá-los às letras, a compor palavras e a decompô-las outra vez, avançando em pequenos troços e revendo continuamente o que já foi feito.
  • Sessões individuais ou em grupos de dois ou três com um docente formado para isso, com regularidade e em doses pequenas, e não aos solavancos na véspera de um teste.
  • Vários sentidos ao mesmo tempo: a letra é vista, dita em voz alta, contornada com o dedo e traçada no ar no mesmo momento. A entrada por vários canais fixa-se muito melhor.
  • Ferramentas técnicas. Leitores de ecrã que dizem o texto em voz alta, ditado em vez de escrita no teclado, corretor ortográfico, livros em áudio a par do exemplar em papel, tipos de letra maiores e mais espaço entre linhas. Não são muletas, são instrumentos: aliviam o peso da leitura e libertam energia para o conteúdo.
  • Adaptações razoáveis: tempo suplementar nas provas escritas, a resposta oral valorizada tal como a escrita, nada de ler em voz alta perante a turma sem aviso, o trabalho de casa entregue já escrito em vez de copiado do quadro.

O que não tem qualquer apoio científico: as películas coloridas sobre o texto e as lentes tingidas, o treino dos movimentos oculares, os exercícios de coordenação, os suplementos de ácidos gordos. Mal não fazem, mas o tempo e o dinheiro que absorvem nunca chegam àquilo que resulta.

Em casa, na escola e no trabalho

O papel dos pais não é substituir o professor, mas manter viva na criança a vontade de ter alguma coisa a ver com os textos.

  • Leia em voz alta para ela, mesmo já adolescente. O vocabulário e a compreensão crescem assim, independentemente da fluência de leitura.
  • Leiam à vez: uma página o adulto, um parágrafo a criança, e comentem o que poderá acontecer a seguir.
  • Não tenha receio da repetição. O livro conhecido lido pela décima vez dá-lhe a experiência de uma leitura fácil e bem sucedida, e é justamente disso que anda carente.
  • Escolha aquilo que lhe interessa: banda desenhada, manuais de mecânica, letras de canções. O género é indiferente.
  • Elogie o esforço e o que ficou conseguido, não a ausência de erros; corrija com calma e não tudo de uma vez.
  • Vigie o estado de espírito. Anos de fracasso diante da turma atingem a autoestima mais do que as próprias dificuldades de leitura, e a ansiedade ou a recusa da escola são motivo para falar com um profissional.

Ao adulto servem as mesmas coisas com meios próprios: gravar uma reunião e ouvi-la enquanto revê os apontamentos, partir uma tarefa grande em passos curtos, mapas e esquemas em vez de listas compridas, modelos para a correspondência de rotina, pedir a outra pessoa que releia o que é importante. Vale a pena dizê-lo à entidade patronal: em muitos países existe a obrigação de introduzir adaptações razoáveis no posto de trabalho, como mais tempo para certas tarefas, instruções dadas de viva voz ou programas de leitura e de ditado. O alcance concreto dessa obrigação depende da legislação de cada país e deve ser confirmado à parte.

Consulta em linha

À distância dá-se bem o primeiro passo: perceber se as dificuldades apontam mesmo para uma dislexia ou se em primeiro plano estão a audição, a visão, a atenção ou um atraso geral da linguagem. O médico perguntará em pormenor como decorreu o desenvolvimento da fala, o que falha exatamente na leitura e na escrita, o que dizem os professores e se há histórias parecidas na família, e indicará por que exames começar e a que especialista recorrer para uma avaliação completa. É também uma boa forma de conversar sobre como organizar o trabalho em casa, o que pedir à escola e como amparar uma criança que já começou a julgar-se incapaz. As situações em que a leitura ou a fala se perdem de repente não se tratam à distância: perante essas procura-se atenção urgente de imediato.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Sergey Ilyasov

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Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

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  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Taisiia Proida

Psiquiatria7 anos de experiência

Taisiia Proida é médica de clínica geral com especialização em saúde mental e terapeuta cognitivo-comportamental (CBT), membro da Associação Europeia de Psiquiatria. Realiza consultas online para adultos a partir dos 18 anos, combinando medicina baseada em evidências com uma abordagem personalizada no cuidado da saúde mental. É especializada em consultas e acompanhamento de uma ampla gama de condições, incluindo: 

  • Transtornos do humor: depressão, perturbação bipolar, depressão pós-parto.
  • Transtornos de ansiedade: ansiedade generalizada, TOC, ataques de pânico, fobias.
  • Perturbação de stress pós-traumático (PTSD) e PTSD complexo.
  • Perturbação de défice de atenção e hiperatividade (TDAH) e perturbações do espectro do autismo (PEA). A avaliação é realizada apenas após uma avaliação psiquiátrica inicial e numa consulta de seguimento.
  • Perturbações da personalidade e instabilidade emocional.
  • Ciclotimia e flutuações de humor.
  • Perturbações do espectro da esquizofrenia e condições associadas.

A Dra. Proida alia conhecimento clínico a uma abordagem empática, oferecendo apoio estruturado com base em práticas comprovadas. Integra técnicas da terapia cognitivo-comportamental com acompanhamento médico, com foco especial nos transtornos de ansiedade e depressivos. Atende pacientes de diferentes países e contextos culturais, adaptando a comunicação e as recomendações às necessidades individuais. Com experiência em ensaios clínicos internacionais (Pfizer, Merck), valoriza clareza, confiança e uma colaboração ativa com cada paciente.

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Anastasiia Hladkykh

Psiquiatria15 anos de experiência

Dra Anastasiia Hladkykh é médica psicoterapeuta e psicóloga com mais de 14 anos de experiência no tratamento de pessoas com dependências e no apoio a familiares. Presta consultas online para adultos, combinando uma abordagem médica com técnicas psicológicas práticas e orientação emocional centrada no paciente.

Motivos de consulta:

  • Dependências: álcool, drogas, jogo, relações codependentes, comportamentos compulsivos.
  • Acompanhamento de familiares de pessoas com dependências, correção de padrões aditivos no seio familiar, prolongamento dos períodos de remissão.
  • Saúde mental: depressão, perturbação bipolar, TOC, ansiedade, fobias, trauma, luto, stress migratório e outras situações emocionais complexas.
  • Psicoeducação: explicações acessíveis sobre diagnósticos, condições e planos terapêuticos.
Abordagem terapêutica:
  • Estilo direto, empático e centrado no bem-estar do paciente.
  • Evita medicação sempre que possível, mas prescreve quando clinicamente necessário.
  • Formação certificada em várias técnicas: TCC, PNL (nível mestre), hipnose ericksoniana, abordagem sistémica, terapia simbólica e arte-terapia.
  • Cada consulta resulta num plano de ação claro e personalizado.
Experiência profissional:
  • Membro da associação Gesundheitpraktikerin na Alemanha e da organização «Mit dem Sonne in jedem Herzen».
  • Mais de 18 artigos publicados em revistas científicas internacionais.
  • Voluntária com refugiados ucranianos e militares na clínica universitária de Regensburg.
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Pedro Alvarez Guerrero

Psiquiatria8 anos de experiência

O Dr. Álvarez Guerrero licenciou-se em Medicina na Universidade San Pablo CEU, em Madrid. Posteriormente, realizou a especialidade de Psiquiatria no Departamento de Psiquiatria do Hospital Sant Joan de Déu de Manresa (Barcelona), onde, ao longo de quatro anos, adquiriu uma sólida formação no modelo bio-psico-social, desenvolvendo-se nas diversas áreas da saúde mental.

Durante o internato, realizou estágios formativos no Hospital Clínic de Barcelona, onde permaneceu durante vários meses na unidade de interconsultas psiquiátricas. Realizou igualmente outro estágio no Hospital de Cruces de Bilbao, na unidade de primeiros episódios psicóticos.

Ao longo da sua carreira profissional, o Dr. Álvarez Guerrero procurou complementar a sua formação médica com ferramentas psicoterapêuticas que lhe permitam abordar as perturbações da saúde mental numa perspetiva integral. Por esse motivo, especializou-se em Psicoterapia Breve Estratégica através da Sociedade Espanhola de Medicina Psicossomática e Psicoterapia, uma abordagem centrada em intervenções focalizadas e eficazes.

Com o objetivo de aprofundar o conhecimento e a utilização racional dos tratamentos, concluiu ainda um Mestrado em Psicofarmacologia pela Universidade de Valência, o que lhe permitiu integrar de forma rigorosa a evidência científica mais atual na prática clínica dos psicofármacos.

Demonstrou igualmente um interesse especial pela área da psiquiatria legal, tendo concluído um Mestrado Oficial em Psicopatologia Legal, Forense e Criminológica pela Universitat Internacional de Catalunya. Esta formação permitiu-lhe adquirir as competências necessárias para a elaboração de relatórios periciais psiquiátricos em contextos judiciais e médico-legais, alargando assim o âmbito da sua atividade profissional.

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Tetiana Radchuk

PsiquiatriaNeurologia11 anos de experiência

Tetiana Radchuk é médica especialista em psiquiatria, psicoterapia e neurologia. Realiza consultas online para adultos com perturbações do humor, perturbações de ansiedade e condições neurológicas que afetam o sono, o funcionamento diário e a qualidade de vida.

A combinação destas três especialidades permite uma avaliação abrangente da saúde mental e neurológica, contribuindo para um plano terapêutico individualizado.

Áreas de atuação

  •  depressão, humor deprimido, astenia e exaustão emocional; 
  •  perturbações de ansiedade, ataques de pânico, fobias e ansiedade generalizada; 
  •  insónia e outras perturbações do sono; 
  •  perturbação bipolar e outras perturbações do humor; 
  •  perturbação obsessivo-compulsiva (POC); 
  •  PHDA e perturbação do espetro do autismo (PEA) em adultos: avaliação e acompanhamento; 
  •  perturbações psicossomáticas, reações ao stress e perturbações de adaptação; 
  •  cefaleias, enxaqueca e perturbações do sistema nervoso autónomo; 
  •  seleção, ajuste e monitorização da terapêutica farmacológica, bem como acompanhamento psicoterapêutico. 

Na sua prática clínica, Tetiana Radchuk combina medicina baseada na evidência, rigor clínico e uma abordagem centrada no doente. O diagnóstico e o tratamento seguem recomendações clínicas atuais, sendo as decisões tomadas em conjunto com cada pessoa. As consultas online permitem um acesso cómodo, confidencial e atempado aos cuidados especializados.

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Elizaveta Marinicheva

Psiquiatria5 anos de experiência

Elizaveta Marinicheva é médica psiquiatra e exerce desde 2022. Concluiu a formação médica na Universidade de Milão (Università degli Studi di Milano, UNIMI) e possui habilitação oficial para o exercício da medicina em Itália (Abilitazione all'esercizio della professione medica). É membro da Ordem dos Médicos de Milão (Ordine dei Medici di Milano).

Encontra-se a realizar a especialização em Psiquiatria na Universidade de Roma La Sapienza (Sapienza Università di Roma). Possui também formação adicional em psicanálise e realizou mais de 500 horas de terapia psicanalítica pessoal.

Na sua prática, a médica combina uma abordagem médica moderna à saúde mental com atenção à história individual e ao estado de cada paciente. Quando é necessária farmacoterapia, as decisões terapêuticas baseiam-se nos princípios da medicina baseada na evidência e nas recomendações clínicas internacionais mais recentes, incluindo NICE, APA, WFSBP e CANMAT.

A médica realiza consultas de psiquiatria online para ansiedade, humor deprimido, instabilidade emocional, perturbações do sono, stress crónico e outras condições que afetam o bem-estar psicológico e a qualidade de vida. Durante a consulta, avalia os sintomas e o estado geral do paciente, discute possíveis abordagens terapêuticas e, quando clinicamente indicado, prescreve tratamento farmacológico e define o acompanhamento adequado.

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