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Dispraxia nas crianças (perturbação do desenvolvimento da coordenação)

Há crianças que parecem nunca se ter entendido com o próprio corpo. Andam mais tarde do que as outras, demoram a dominar a colher, aos três anos não…

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

Há crianças que parecem nunca se ter entendido com o próprio corpo. Andam mais tarde do que as outras, demoram a dominar a colher, aos três anos não conseguem empilhar uns cubos e aos sete escrevem de uma forma que o professor decifra a meio. Chamam-lhes desajeitadas, distraídas ou preguiçosas, e quase sempre o rótulo está errado. Por trás está a perturbação do desenvolvimento da coordenação, que muita gente continua a chamar dispraxia: o cérebro da criança planeia e memoriza mal o movimento. Não são os músculos que estão fracos nem o feitio que é difícil — o que falha é o plano do gesto. A capacidade intelectual costuma ser inteiramente normal, e é aí que está a maior injustiça, porque a criança percebe tudo e não consegue mostrá-lo com as mãos.

Como se manifesta nos mais pequenos

Nos primeiros anos os sinais são difusos: as crianças desenvolvem-se a ritmos muito diferentes e a lentidão, por si só, não significa nada. O que chama a atenção é a soma de vários traços ao mesmo tempo:

  • rolar, sentar-se, gatinhar ou andar chega mais tarde do que o habitual, e por vezes a fase de gatinhar é saltada por completo;
  • mantém durante longos períodos posturas estranhas, que à vista parecem desconfortáveis;
  • custa-lhe aprender a usar a colher e o copo, entorna e deixa cair muito depois da idade em que os outros já se desenrascam;
  • não lhe saem os brinquedos que exigem precisão: argolas para empilhar, cubos, puzzles grandes, tábuas de atacadores;
  • não gosta de desenhar, larga cedo o lápis, não consegue contornar uma linha nem pintar dentro dos limites;
  • enrola-se nas mangas, falha o pé na perna das calças.

Estes sinais têm uma particularidade: umas vezes notam-se, outras parecem desaparecer. Num dia calmo a criança desenrasca-se; num dia barulhento ou cansado, não. Por isso a família hesita muito tempo sobre se há sequer motivo para falar do assunto. A dúvida é razoável: antes dos cinco anos o diagnóstico habitualmente não se estabelece, porque a margem do que é normal é demasiado ampla. Ainda assim vale a pena observar e registar desde já o que se vê, porque mais tarde será de grande ajuda para o especialista.

O que se torna evidente nos anos de escola

A escola está organizada de tal maneira que quase tudo nela exige mãos precisas e a capacidade de manter o corpo numa posição definida. É aí que as dificuldades vêm à superfície:

  • letra irregular, com tamanhos desiguais, muita pressão sobre a caneta e cansaço rápido a escrever; copiar do quadro fica muito atrás do ritmo da turma;
  • não lhe saem as tesouras, a régua, o compasso nem os jogos de construção;
  • botões, fechos e atacadores são uma batalha, e na aula de educação física mudar de roupa no tempo previsto torna-se um problema à parte;
  • saltar, correr, apanhar e chutar uma bola sai-lhe pior do que aos colegas, e começa a evitar as brincadeiras de movimento;
  • ficar quieta é difícil: mexe-se, escorrega da cadeira, apoia a cabeça na mão.

O desajeitamento por si só não é um diagnóstico. Muitíssimas crianças parecem descoordenadas e, quando avaliadas, revelam competências motoras perfeitamente normais para a idade. O que distingue a dispraxia não é um episódio isolado mas a persistência: as dificuldades duram anos, alastram a atividades muito diferentes e atrapalham mesmo a vida no refeitório, no balneário, na sala de aula e no recreio.

Não é só o movimento

Se tudo se ficasse pelas mãos, o assunto seria mais simples. Mas em muitas crianças caminha em paralelo aquilo que os adultos confundem com traços de personalidade: a atenção não aguenta mais do que alguns minutos, perde-se o fio a uma instrução longa e cumpre-se apenas a última parte, o material esquece-se, o que se começa não se acaba, e cada competência nova exige mais repetições do que às outras.

Depois entra em cena o que mais magoa. Não a escolhem para a equipa, riem-se dela no balneário, ouve vezes sem conta «despacha-te» e «não sejas criança». Na adolescência muitos já acumularam ansiedade, baixa autoestima e o hábito de recusar de antemão tudo o que seja novo. Parte dos comportamentos que se julgam difíceis não é causa mas consequência: é o aspeto que toma o cansaço de perder todos os dias.

Com bastante frequência aparece algo mais ao lado da dispraxia: perturbação de hiperatividade e défice de atenção, dislexia, perturbação do espetro do autismo, dificuldades de linguagem. Em algumas crianças é afetada também a coordenação dos músculos da fala. É uma companhia habitual, e tem de ser tida em conta desde o início, senão a ajuda falha o alvo.

Porque acontece

Qualquer movimento hábil é o trabalho simultâneo de muitas zonas do cérebro e de dezenas de nervos: a ideia, o plano, as correções a meio do caminho, a memória de como correu da vez anterior. Uma falha em qualquer ponto dessa cadeia pode traduzir-se em desajeitamento. O que exatamente falha numa criança concreta fica quase sempre por saber, e o mais honesto é dizê-lo assim mesmo.

Conhecem-se, isso sim, as circunstâncias que aumentam a probabilidade:

  • nascer antes do tempo, sobretudo com grande prematuridade;
  • baixo peso à nascença;
  • dificuldades semelhantes nos pais ou nos irmãos — a componente hereditária existe claramente, embora não tenha sido identificado nenhum gene concreto;
  • consumo de álcool ou de drogas durante a gravidez.

O que não consta desta lista, e nunca constou, é a culpa dos pais. A dispraxia não vem de pouca estimulação, de ecrãs precoces ou de uma educação branda. A criança não ficou preguiçosa: desde o início está feita de maneira a que mover-se lhe saia mais caro.

Quando o desajeitamento é sinal de outra doença

Esta é a parte mais importante da página. A dispraxia não progride. A criança que a tem cresce e vai dominando cada vez mais coisas, ainda que mais devagar do que os colegas. Se o quadro for o contrário, é preciso investigar com urgência e não usar a palavra «dispraxia» como sossego.

Não adiar a consulta médica se a criança:

  • perdeu competências que já tinha: andava e agora cai, falava e calou-se, escrevia e desaprendeu;
  • piora mês após mês em vez de se manter estável;
  • apresenta fraqueza ou desajeitamento nitidamente maior de um lado do corpo do que do outro;
  • é um rapaz que anda em bicos de pés, que para se levantar do chão tem de trepar com as mãos pelas próprias pernas e que tem as barrigas das pernas invulgarmente volumosas — assim se pode manifestar uma distrofia muscular, e isso exige uma análise ao sangue com doseamento da creatina-quinase;
  • ficou instável a andar, tem tremor nas mãos ou movimentos oculares estranhos;
  • juntou ao desajeitamento dores de cabeça de manhã, vómitos em jejum, estrabismo, um perímetro craniano que cresce depressa no lactente, ou convulsões;
  • tem os músculos permanentemente tensos, cruza as pernas a andar ou mantém os pés apontados para baixo.

Por trás destes sinais estão situações que se tratam de forma completamente diferente: paralisia cerebral, doenças hereditárias dos músculos, lesões do cerebelo, tumores cerebrais. São incomparavelmente mais raras do que a dispraxia, e é justamente por isso que passam despercebidas. Convém ainda avaliar sempre a visão e a audição: uma criança que não vê bem o quadro ou que não distingue as palavras no meio do ruído também parece desajeitada e distraída.

Como se chega ao diagnóstico

A conversa pode começar com o pediatra, o médico de família, a educadora ou o psicólogo da escola, ou seja, com quem vê a criança mais vezes. Depois é preciso um profissional capaz de medir as competências motoras: um terapeuta ocupacional da idade pediátrica, um fisioterapeuta pediátrico, um pediatra do desenvolvimento. Por vezes junta-se o neuropediatra, precisamente para excluir as doenças de que se falou acima.

A avaliação não se faz a olho mas com testes padronizados, o mais comum é o Movement ABC: examina em separado a motricidade global — andar, saltar, equilibrar-se, apanhar uma bola — e a fina: traçar linhas, encaixar peças pequenas nos orifícios, trabalhar com as duas mãos. O resultado compara-se com o esperado para aquela idade. Em paralelo avalia-se o desenvolvimento intelectual, porque o diagnóstico só se estabelece quando a coordenação fica atrás das restantes capacidades.

Costumam ter de coincidir várias condições: competências motoras claramente inferiores ao esperado para a idade e para as oportunidades de aprendizagem que a criança teve; uma interferência mantida na vida diária e no desempenho escolar; um início precoce e não súbito; e a ausência de melhor explicação, como um atraso global do desenvolvimento, uma paralisia cerebral, uma doença muscular ou um défice de visão. O médico perguntará em pormenor pela gravidez e pelo parto, pela idade a que a criança se sentou e andou, e por casos semelhantes na família.

O que ajuda mesmo

Não existe qualquer comprimido para a dispraxia, e de quem promete a cura convém desconfiar. O que funciona é ensinar com paciência tarefas concretas, e vale a pena perceber a lógica do método:

  • Dividir a ação em passos. O terapeuta pega naquilo que não sai — atar os atacadores, apanhar uma bola, escrever uma linha — e reparte-o em partes pequenas. A criança aprende a dizer o plano para dentro, a executá-lo passo a passo e a verificar-se. A prática curta e regular rende mais do que sessões longas e espaçadas.
  • Simplificar a própria tarefa. Adaptadores para o lápis, tesouras com mola, calçado com velcro, um tapete antiderrapante debaixo do prato, papel pautado. Não são regalias mas ferramentas: retiram a parte do esforço que não ensina nada.
  • Apoios na escola. Mais tempo para os trabalhos escritos, autorização para escrever no computador, apontamentos entregues antecipadamente em vez de copiar do quadro, instruções curtas e uma de cada vez.
  • Sessões de terapia ocupacional e de fisioterapia. A primeira trabalha o quotidiano e a motricidade fina, a segunda o equilíbrio, a marcha, a força e a resistência.

Os exercícios genéricos de «consciência do corpo», sem ligação a uma tarefa concreta, funcionam pior do que ensinar diretamente a competência de que se precisa. Os métodos alternativos caros que prometem curar a perturbação não têm qualquer suporte científico.

O desporto merece nota à parte: não pode ser abandonado. As crianças que deixam de se mexer por causa das más experiências no campo chegam à adolescência com pouca resistência e com peso a mais. A saída não é abdicar da atividade física mas escolher modalidades em que não haja bola para apanhar nem corrida para perder: natação, bicicleta, caminhadas, artes marciais, escalada, dança.

Com os anos a coordenação deixa habitualmente de ser o problema principal, porque o adolescente encontra os seus próprios atalhos, mas os trabalhos escritos e os exames tornam-se mais pesados. Por completo, na maioria dos casos a dispraxia não desaparece e acompanha também a vida adulta. O objetivo, por isso, não é «arranjar» a criança e sim entregar-lhe um repertório de estratégias e a confiança para se desenrascar sozinha.

Consulta em linha

O diagnóstico faz-se presencialmente, com testes e em consultório: as competências motoras não se medem através de um ecrã. Mas muitas dúvidas resolvem-se antes de lá chegar. Na consulta em linha o médico percorrerá consigo o que exatamente está a observar e se isso cabe no esperado para a idade, ajudará a separar o desajeitamento comum daquilo que deve ser estudado e, sobretudo, apontará os sinais perante os quais não é preciso um terapeuta ocupacional mas um neuropediatra, e não daqui a um mês. Dirá também a que profissional recorrer primeiro e o que preparar: vídeos do parque, cadernos, os seus próprios registos. Já com o diagnóstico feito, a via em linha é cómoda para discutir como acordar os apoios com a escola, o que esperar das sessões e como amparar a criança quando começa a recusar-se a ir ao quadro.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

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  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Andreea Mateescu

Pediatria8 anos de experiência

Dra. Andreea Mateescu é pediatra com 7 anos de experiência clínica. Licenciou-se na Universidade de Medicina e Farmácia Carol Davila, em Bucareste (Roménia), e realizou a residência em Pediatria no INSMC Alessandrescu-Rusescu. Possui ainda formação adicional em ecografia geral.

A Dra. Mateescu dedica-se ao cuidado da saúde infantil com base na medicina baseada na evidência, aliando rigor clínico a uma abordagem atenta e individualizada. Acredita que uma comunicação clara e empática com a criança e com os pais é essencial para criar confiança e garantir cuidados médicos eficazes e seguros.

As consultas online com a Dra. Andreea Mateescu são indicadas para:

  • consultas preventivas e acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil;
  • planeamento da vacinação, incluindo esquemas individualizados e de recuperação;
  • avaliação do desenvolvimento psicomotor, emocional e físico;
  • diagnóstico e acompanhamento de doenças pediátricas agudas e crónicas;
  • aconselhamento nutricional em bebés e crianças, incluindo a escolha de fórmulas quando clinicamente indicado;
  • acompanhamento de crianças com condições complexas ou raras;
  • orientação prática e apoio contínuo aos pais.
Com uma abordagem calma, empática e profissional, a Dra. Mateescu assegura cuidados individualizados em todas as fases da infância, ajudando as famílias a sentirem-se informadas e apoiadas nas decisões relacionadas com a saúde dos seus filhos.
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Daniel Cichi

Medicina geralPediatria24 anos de experiência

Dr. Daniel Cichi é médico de medicina geral e familiar com mais de 20 anos de experiência clínica. Realiza consultas online para adultos, apoiando os pacientes na avaliação de sintomas agudos, no acompanhamento de doenças crónicas e na tomada de decisões médicas no dia a dia.

A sua experiência em serviços de urgência, emergência pré-hospitalar e medicina familiar permite-lhe avaliar sintomas de forma estruturada, identificar sinais de alerta e orientar sobre os passos mais seguros a seguir — tratamento em casa, ajuste terapêutico ou necessidade de avaliação presencial.

Os pacientes recorrem ao Dr. Daniel Cichi para:

  • sintomas agudos: febre, infeções, sintomas gripais, tosse, dor de garganta, dificuldade respiratória;
  • desconforto torácico ligeiro, palpitações, tonturas, fadiga, controlo da tensão arterial;
  • problemas digestivos: dor abdominal, náuseas, diarreia, obstipação, refluxo;
  • dores musculares, articulares e lombares, pequenas lesões e queixas pós-traumáticas;
  • doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, distúrbios da tiroide;
  • revisão e interpretação de análises, exames e relatórios médicos;
  • revisão da medicação e ajustes terapêuticos;
  • aconselhamento médico durante viagens ou estadias no estrangeiro;
  • segunda opinião e orientação sobre quando é necessária avaliação presencial.
As consultas do Dr. Cichi são práticas e orientadas para soluções. O foco está em explicações claras, avaliação de risco e recomendações acionáveis, ajudando os pacientes a compreender a sua situação e a tomar decisões informadas sobre a saúde.
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Tetiana Radchuk

PsiquiatriaNeurologia11 anos de experiência

Tetiana Radchuk é médica especialista em psiquiatria, psicoterapia e neurologia. Realiza consultas online para adultos com perturbações do humor, perturbações de ansiedade e condições neurológicas que afetam o sono, o funcionamento diário e a qualidade de vida.

A combinação destas três especialidades permite uma avaliação abrangente da saúde mental e neurológica, contribuindo para um plano terapêutico individualizado.

Áreas de atuação

  •  depressão, humor deprimido, astenia e exaustão emocional; 
  •  perturbações de ansiedade, ataques de pânico, fobias e ansiedade generalizada; 
  •  insónia e outras perturbações do sono; 
  •  perturbação bipolar e outras perturbações do humor; 
  •  perturbação obsessivo-compulsiva (POC); 
  •  PHDA e perturbação do espetro do autismo (PEA) em adultos: avaliação e acompanhamento; 
  •  perturbações psicossomáticas, reações ao stress e perturbações de adaptação; 
  •  cefaleias, enxaqueca e perturbações do sistema nervoso autónomo; 
  •  seleção, ajuste e monitorização da terapêutica farmacológica, bem como acompanhamento psicoterapêutico. 

Na sua prática clínica, Tetiana Radchuk combina medicina baseada na evidência, rigor clínico e uma abordagem centrada no doente. O diagnóstico e o tratamento seguem recomendações clínicas atuais, sendo as decisões tomadas em conjunto com cada pessoa. As consultas online permitem um acesso cómodo, confidencial e atempado aos cuidados especializados.

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