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Doença de Parkinson

Na doença de Parkinson morrem aos poucos as células nervosas de uma pequena zona do cérebro que produzem dopamina.

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

Na doença de Parkinson morrem aos poucos as células nervosas de uma pequena zona do cérebro que produzem dopamina. Por isso os movimentos tornam-se lentos e rígidos e surge um tremor em repouso. A doença desenvolve-se ao longo de anos; ainda não há tratamento que a trave, mas há fármacos e terapias que devolvem a autonomia durante muito tempo. Começa mais vezes depois dos sessenta, um pouco mais em homens do que em mulheres, embora também apareça em idades mais jovens.

O que acontece no cérebro

Na profundidade do cérebro existe um conjunto de células chamado substância negra. Produz dopamina, a substância através da qual as várias zonas do cérebro se entendem sobre o movimento: quando começar, com que força, quando parar. A dopamina dá automatismo ao movimento, e por isso não pensamos em como mexer as pernas ao andar.

Nesta doença essas células morrem e, dentro das que restam, acumula-se uma proteína, a alfa-sinucleína, em depósitos chamados corpos de Lewy. O processo é lento: quando surgem os primeiros sintomas visíveis já se perdeu uma parte considerável das células. Daí que a doença fique tanto tempo escondida e que os fármacos que repõem dopamina resultem tão bem no início. Porque morrem essas células não se sabe ao certo: combinam-se uma predisposição hereditária e influências externas, e está descrita uma ligação à exposição prolongada a pesticidas e a alguns solventes industriais.

Como se anuncia

O início é quase sempre de um só lado — numa mão ou numa perna — e essa assimetria mantém-se durante anos. Vale a pena recordá-la: distingue o Parkinson de muitos quadros parecidos.

  • Lentidão. É o sinal principal. Os movimentos ficam mais pequenos e mais lentos: a letra encolhe até ao fim da linha, apertar botões leva minutos, os passos encurtam e um braço deixa de balançar ao andar.
  • Tremor em repouso. Os dedos tremem com a mão pousada no joelho e acalmam assim que a pessoa pega numa chávena. Aumenta com a emoção e desaparece durante o sono.
  • Rigidez. Os músculos estão sempre tensos e o membro estica aos solavancos. Daí a dor no ombro e no pescoço com que muitos procuram primeiro o médico, a pensar em problemas das cervicais.
  • O que se nota de fora. A cara perde expressividade, a voz fica baixa e monótona, a marcha torna-se arrastada em passos curtos e o tronco inclina-se para a frente.

Mais tarde junta-se a instabilidade: a pessoa é puxada para a frente, custa-lhe virar-se e parar, e começam as quedas. Por vezes surge o bloqueio da marcha: os pés parecem colados ao chão à passagem de uma porta.

Manifestações que não são do movimento

Muitas vezes não são associadas à doença e, no entanto, algumas aparecem anos antes do tremor e da rigidez.

Precoces. A perda do olfato, atribuída ao nariz entupido. A obstipação persistente. O ânimo em baixo e a ansiedade sem motivo exterior. E, à parte, a atividade motora durante o sono: a pessoa grita, agita os braços, dá murros como se representasse o sonho, e por vezes cai da cama ou atinge quem dorme ao lado. É a perturbação do comportamento do sono REM e antecede com frequência em anos os restantes sinais. Por si só não significa que a doença vá surgir, mas vale a pena falar dela com o médico.

Que surgem com a evolução.

  • descida da tensão ao levantar-se: tonturas, visão a escurecer, por vezes desmaio;
  • necessidade frequente de urinar à noite, incontinência;
  • salivação abundante, não por excesso de saliva mas porque se engole com menos frequência;
  • dificuldade em engolir e engasgamentos;
  • dores nos membros, sudação, diminuição do desejo sexual;
  • insónia à noite e sonolência durante o dia;
  • lentidão do pensamento e dificuldade em planear; numa parte dos doentes, com o tempo, demência;
  • enganos visuais: uma sombra tomada por uma figura e, mais tarde, alucinações verdadeiras.

Que mais pode ser

A palavra parkinsonismo descreve um conjunto de sinais — lentidão, rigidez, tremor — e tem várias causas. Distingui-las importa, porque algumas destas situações são reversíveis.

  • Tremor essencial. A confusão mais frequente. Tremem as duas mãos e tremem durante a ação — a escrever, a servir chá, a levar a colher à boca —, enquanto em repouso acalmam. Muitas vezes treme também a cabeça ou a voz, há familiares com o mesmo e uma pequena quantidade de álcool costuma reduzi-lo. Não há lentidão.
  • Parkinsonismo por medicamentos. É provocado pelos fármacos que bloqueiam os recetores da dopamina: antipsicóticos, os antieméticos metoclopramida e proclorperazina, alguns medicamentos para as vertigens e certos anti-hipertensores. Os sintomas costumam ser bilaterais e surgem semanas ou meses após o início; suspenso o fármaco, em geral regridem.
  • Parkinsonismo vascular. Segue-se a uma série de pequenos acidentes vasculares cerebrais, afeta mais as pernas do que os braços e responde mal à levodopa.
  • Outras doenças degenerativas: atrofia de múltiplos sistemas, paralisia supranuclear progressiva, degenerescência corticobasal, demência de corpos de Lewy. Denunciam-nas o agravamento rápido, as quedas precoces, a limitação dos movimentos oculares, a demência precoce e a fraca resposta à levodopa.
  • Hidrocefalia de pressão normal. Alteração da marcha, incontinência urinária e perda de memória em conjunto; vê-se na tomografia e tem tratamento cirúrgico.
  • Doença de Wilson. Causa rara mas decisiva nos jovens: uma perturbação do metabolismo do cobre em que tratar a tempo evita lesões irreversíveis. Um parkinsonismo antes dos quarenta obriga a excluí-la.

Como se chega ao diagnóstico

Não existe análise nem exame de imagem que confirme a doença de Parkinson. O diagnóstico é clínico: é o neurologista que o estabelece a partir do conjunto das queixas, da história e do exame. A combinação decisiva é lentidão mais tremor de repouso ou rigidez, com início de um só lado.

O médico perguntará por todos os medicamentos que toma: sem isso, um parkinsonismo por fármacos confunde-se facilmente com a doença. Os exames não servem para confirmar, mas para excluir outras causas:

  • ressonância magnética cerebral, para ver sequelas de acidentes vasculares, hidrocefalia ou outras alterações;
  • análises de sangue, incluindo o metabolismo do cobre em doentes jovens;
  • cintigrafia dos transportadores da dopamina. Pede-se em casos duvidosos, quase sempre para separar o Parkinson do tremor essencial; das outras doenças degenerativas este exame não o distingue.

Um argumento indireto é a melhoria nítida com levodopa. E mais: na fase inicial o diagnóstico é sempre provisório. Um ou dois anos de acompanhamento mostram como a doença se comporta e por vezes obrigam a revê-lo. É o curso normal das coisas, não um erro do médico.

Os fármacos e o que esperar deles

Os fármacos repõem a dopamina em falta. Não travam a morte das células, mas devolvem ao movimento velocidade e fluidez, e com eles vive-se uma vida normal durante anos. As doses vão-se ajustando aos poucos e revêem-se à medida que a situação muda.

Levodopa. O fármaco principal e mais eficaz: no cérebro transforma-se em dopamina. Associa-se sempre a carbidopa ou benserazida, que impedem a sua degradação no sangue pelo caminho. Efeitos indesejáveis: náuseas, descida da tensão, sonolência. É melhor não a tomar junto com refeições ricas em proteínas, que dificultam a absorção.

Agonistas dopaminérgicos. Agem de forma mais suave mas mais prolongada; existem em comprimidos e em adesivo. Provocam com mais frequência sonolência, inchaço dos tornozelos e alucinações em pessoas idosas, e nalguns doentes perturbações do controlo dos impulsos: atração irresistível pelo jogo, pelas compras, pela comida, aumento brusco do interesse sexual. O próprio não costuma ver nisso nada de estranho, pelo que a mudança tem de ser notada pelos que o rodeiam e comunicada de imediato ao médico.

Inibidores da MAO-B e da COMT. Abrandam a degradação da dopamina e prolongam o efeito da levodopa. Juntam-se ao esquema, não o substituem.

Ao fim de alguns anos o efeito de cada dose encurta-se: surgem os períodos on e off e movimentos involuntários amplos no pico da dose. Não quer dizer que o fármaco tenha deixado de resultar: reorganiza-se o esquema. Fracionam-se as doses, acrescentam-se fármacos e, perante flutuações graves, propõem-se apomorfina subcutânea, gel de levodopa através de uma sonda intestinal ou estimulação cerebral profunda.

O que ajuda além dos fármacos

Não é um complemento dos comprimidos, mas a outra metade do tratamento, e sobre algumas manifestações resulta melhor do que os medicamentos.

  • Movimento. A atividade física regular é a única coisa que, segundo os dados disponíveis, trava o agravamento das perturbações motoras. Serve qualquer atividade acessível: caminhar, bicicleta fixa, natação, dança. São particularmente úteis os exercícios de equilíbrio e os de movimentos amplos.
  • Fisioterapia. O profissional ensina truques que contornam a perda do automatismo: andar a contar ou ao ritmo da música, passar por cima de uma linha imaginária quando os pés bloqueiam, levantar-se e virar-se em segurança.
  • Terapia ocupacional. Adaptar a casa: barras de apoio, retirar tapetes e degraus, loiça fácil de segurar, roupa sem fechos miúdos, luz no percurso noturno até à casa de banho.
  • Terapia da fala. Ajuda a recuperar volume e nitidez da voz e a escolher uma consistência segura dos alimentos quando há engasgamentos.
  • Alimentação. Fibra e água contra a obstipação, refeições pequenas e frequentes; se a tensão desce, mais líquidos, e a quantidade de sal e as meias de compressão combinam-se com o médico.

Regras de segurança nesta doença

Há algumas coisas que convém saber de antemão, porque evitam complicações graves.

Não interromper a medicação de repente. Suspender bruscamente a levodopa ou falhar várias doses pode provocar uma imobilidade grave com febre alta e rigidez muscular, um quadro que põe a vida em perigo. Se a pessoa deixou de conseguir engolir os comprimidos, contacte o médico nesse mesmo dia.

Tomar à hora certa. O efeito depende do horário. Em caso de internamento por qualquer motivo, peça que os fármacos lhe sejam dados no horário habitual e leve consigo a sua reserva e o esquema por escrito.

Conhecer os medicamentos a evitar. A metoclopramida e a proclorperazina para as náuseas, e a maioria dos antipsicóticos, agravam muito o quadro; avise disso qualquer médico. Há alternativas seguras, escolhidas pelo especialista. O hipericão e alguns antidepressivos não se combinam com os inibidores da MAO-B.

Contar com a sonolência súbita. Com os agonistas dopaminérgicos é possível adormecer sem aviso, pelo que, enquanto a dose está a ser ajustada, não se conduz. O diagnóstico deve ser comunicado à entidade que emite a carta de condução e à seguradora: as regras variam de país para país.

Quando a ajuda é urgente

Chame uma ambulância — em Espanha, Itália, Portugal, Polónia e Ucrânia o número único é o 112 — se uma pessoa com doença de Parkinson apresentar:

  • febre com músculos subitamente rígidos e confusão, sobretudo depois de falhar ou suspender a medicação;
  • engasgamento com incapacidade de tossir e dificuldade em respirar;
  • falta de ar e febre depois de um episódio de engasgamento: é assim que começa a pneumonia por passagem de alimento para as vias respiratórias;
  • uma queda com pancada na cabeça, com perda de consciência ou estando a tomar medicamentos que tornam o sangue mais fluido;
  • alteração súbita da fala, boca ao lado ou braço sem força — sinais de acidente vascular cerebral.

No próprio dia, embora sem ambulância, contacte o médico se a pessoa deixou de engolir os comprimidos, se a confusão se agravou de repente ou surgiram alucinações (a causa costuma ser uma infeção banal ou um medicamento novo), ou se as quedas e os desmaios se tornaram mais frequentes.

Consulta em linha

A consulta à distância rende aqui mais do que parece: boa parte do trabalho do médico é rever o diário de sintomas e afinar o esquema, e para isso não é preciso observar de cada vez. Em linha pode ponderar-se se o quadro se aproxima mais do Parkinson, do tremor essencial ou de um parkinsonismo por medicamentos, e analisar as flutuações do efeito, os efeitos indesejáveis e as questões do dia a dia e dos cuidados.

Prepare a lista de todos os medicamentos com doses e horas exatas; alguns dias de notas sobre quando o efeito enfraquece e quando aparecem movimentos a mais; vídeos curtos da marcha habitual, do levantar-se de uma cadeira e das mãos estendidas em repouso; os relatórios de exames anteriores; e as perguntas de quem cuida de si.

O primeiro diagnóstico faz-se presencialmente: sem exame neurológico não é possível estabelecê-lo. E os sinais do apartado anterior não se resolvem em linha: aí a assistência tem de ser presencial e imediata.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

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  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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