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Enxaqueca

A enxaqueca não é uma simples dor de cabeça forte, mas uma perturbação do funcionamento do cérebro que surge em crises: a dor dura horas ou dias e, com ela, a…

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

A enxaqueca não é uma simples dor de cabeça forte, mas uma perturbação do funcionamento do cérebro que surge em crises: a dor dura horas ou dias e, com ela, a luz, os ruídos e os cheiros tornam-se insuportáveis. A crise afasta a pessoa de tudo o que estava a fazer, e é esse o seu traço distintivo: com uma dor de cabeça vulgar a vida continua; com uma enxaqueca só apetece fechar os estores e deitar-se. Quase sempre é possível controlá-la, mas não com um analgésico nem numa única consulta.

Como decorre uma crise

A dor clássica da enxaqueca é pulsátil, irradia para o olho ou para a têmpora, costuma ficar de um lado da cabeça e agrava com qualquer movimento: subir escadas ou baixar-se torna-se penoso. Juntam-se náuseas, por vezes vómitos, e uma forte aversão à luz, aos sons altos e aos cheiros intensos. Sem tratamento, a crise dura de algumas horas a três dias.

Doer rigorosamente metade da cabeça não é condição obrigatória. Nas crianças e nos adolescentes a enxaqueca dói muitas vezes dos dois lados e na testa, as crises são mais curtas e o que se destaca são as náuseas, a palidez e a sonolência.

Um ou dois dias antes da dor, muita gente nota sinais prévios: bocejos, moleza, vontade de doces, rigidez no pescoço, irritabilidade ou, pelo contrário, uma energia invulgar. Quem aprende a reconhecê-los ganha algumas horas e chega preparado à crise. E quando a dor passa fica ainda um dia de "ressaca de enxaqueca", com apatia e cabeça enevoada; faz parte da crise e não é um problema separado.

A aura: o que acontece antes da dor

Em cerca de um terço das pessoas a crise é precedida de aura, uma alteração breve e reversível do funcionamento do córtex cerebral. É mais frequentemente visual: no campo de visão aparece uma mancha cintilante ou um arco luminoso em ziguezague que se alastra devagar para o lado e deixa atrás de si uma zona cega. Menos vezes surgem dormência e formigueiro que sobem dos dedos ao antebraço e a metade da cara, ou dificuldade em falar, com palavras que se atrapalham ou que não aparecem.

A aura instala-se aos poucos, dura entre cinco minutos e uma hora e passa sem deixar rasto; depois começa a dor de cabeça. Por vezes surge sozinha, sem dor nenhuma — acontece em pessoas de idade mais avançada e é bastante desconcertante.

A diferença essencial em relação a um acidente vascular cerebral está justamente nessa instalação gradual e na reversibilidade. No AVC as alterações aparecem de repente, com toda a intensidade, e não desaparecem. Se os sintomas surgirem de uma só vez, durarem mais de uma hora, atingirem sempre o mesmo lado ou a aura aparecer pela primeira vez em idade adulta, isso estuda-se à parte e não se atribui à enxaqueca.

O que desencadeia as crises

A enxaqueca é hereditária: a maioria dos doentes tem um familiar próximo que também sofria de dores de cabeça. A predisposição por si só não provoca a crise; o que a desencadeia são as mudanças no ritmo habitual.

Os desencadeantes mais frequentes são uma refeição saltada, dormir pouco ou, pelo contrário, prolongar o sono ao fim de semana, a desidratação, o álcool, uma mudança brusca na quantidade de café, a menstruação, a luz a tremeluzir, os cheiros intensos e as mudanças de tempo. Vale a pena notar que a dor chega muitas vezes não no auge da tensão, mas quando esta afrouxa: à sexta-feira à tarde ou no primeiro dia de férias.

Tentar reter os desencadeantes de memória não resulta: costumam ser vários e somam-se. Ajuda um diário com a data, a duração, a intensidade da dor, o que se comeu e como se dormiu na véspera, que medicamento se tomou e quanto tempo levou a fazer efeito. Em dois ou três meses as regularidades tornam-se visíveis, e com esse diário é muito mais fácil ao médico ajustar o tratamento. Já cortar alimentos com base em listas da internet não compensa: as dietas rígidas empobrecem mais a vida do que reduzem as crises.

O que fazer quando a crise começa

O que decide é a rapidez. O medicamento tomado na primeira hora, com a dor ainda ligeira, funciona bastante melhor do que o mesmo medicamento tomado no auge: no pico da crise o estômago abranda e o comprimido é simplesmente pior absorvido. Aguentar à espera de que passe é a pior estratégia.

Depois ajuda tudo o que retira estímulos: um quarto sossegado e às escuras, uma compressa fresca na testa ou na nuca, dormir. A muitas pessoas o alívio chega precisamente quando conseguem adormecer. Beba água e tente comer alguma coisa, se as náuseas o permitirem. Um café logo no início corta às vezes a crise, mas contar com ele todos os dias acaba por gerar novas dores.

Se as crises forem frequentes, combine antecipadamente um plano com o médico: o que tomar primeiro, o que fazer se ao fim de duas horas nada aconteceu e quando se pode repetir a dose. Ter esse plano no bolso é bem mais tranquilizador do que decidir de cada vez no momento.

Os medicamentos e a armadilha dos analgésicos

Começa-se pelo simples: anti-inflamatórios não esteroides ou paracetamol em dose suficiente. A crianças e adolescentes não se dá aspirina. Se as náuseas atrapalharem, o médico junta um antiemético, que além de as aliviar acelera a absorção do analgésico.

Quando isso não chega, recorre-se aos triptanos, medicamentos que atuam sobre o próprio mecanismo da crise e não apenas sobre a dor. Tomam-se ao primeiro sinal de dor, mas não durante a aura. Os triptanos não servem a toda a gente: não se prescrevem em hipertensão não controlada, em doença coronária nem depois de um AVC, e aqui é preciso falar com o médico e não seguir um conselho ao balcão. Existe ainda uma classe mais recente, os gepantos, que bloqueiam a proteína CGRP e se usam quando os triptanos não resultaram.

Os analgésicos com codeína e outros opioides é melhor evitá-los na enxaqueca: funcionam mal e arrastam depressa para um círculo vicioso, a cefaleia por uso excessivo de medicamentos, em que a toma frequente de analgésicos passa a manter a dor por si mesma. A referência é simples: se for preciso tratar a dor mais de dois dias por semana durante vários meses, o que se muda é o tratamento e não a dose. A suspensão faz-se com o médico, porque as primeiras semanas a seguir costumam ser piores do que antes.

Quando é preciso tratamento preventivo

O tratamento preventivo consiste em tomar um medicamento todos os dias, não para cortar a crise, mas para que haja menos crises. Coloca-se a questão quando a dor surge várias vezes por mês, quando as crises são intensas e afastam do trabalho, quando é preciso tomar analgésicos demasiadas vezes ou quando estes estão contraindicados.

As opções são muitas e dependem em boa parte do que a pessoa tem além da enxaqueca: bloqueadores beta e outros medicamentos que baixam a tensão arterial, alguns antiepiléticos, antidepressivos em doses baixas e, nas enxaquecas frequentes e resistentes, os medicamentos injetáveis contra o CGRP e as injeções de toxina botulínica. A mulheres que possam engravidar não se prescrevem certos antiepiléticos por causa do dano no feto; é por isso que a pergunta se faz antes.

O essencial é sabê-lo antecipadamente: a prevenção não funciona de imediato. Faz sentido avaliá-la ao fim de mês e meio a dois meses na dose acertada, e considera-se um êxito reduzir o número de crises para cerca de metade, não fazê-las desaparecer. O ciclo dura alguns meses e depois tenta-se suspender o medicamento. Do que não é farmacológico, trazem benefício o sono regular, o movimento e o trabalho sobre o stress.

Enxaqueca, menstruação e contraceção

Em muitas mulheres as crises estão ligadas ao ciclo e caem nos dias que antecedem a menstruação e nos primeiros dias do fluxo. São crises mais intensas e respondem pior aos remédios habituais, mas são previsíveis: conhecendo o ciclo, o tratamento pode começar antes, e o médico ajustará um esquema para esses poucos dias.

Um assunto à parte e importante é a contraceção hormonal. A enxaqueca com aura aumenta ligeiramente por si só o risco de AVC isquémico, e os contracetivos combinados, que contêm estrogénio, aumentam-no ainda mais. Por isso, na enxaqueca com aura não se usam habitualmente as pílulas, os adesivos nem os anéis combinados; restam os métodos só com progestativo, o dispositivo intrauterino e as opções não hormonais. Fumar multiplica ainda mais esse risco. Se a aura aparecer pela primeira vez já durante a toma de um contracetivo combinado, suspende-se e procura-se o médico.

Na gravidez a enxaqueca atenua-se na maioria das mulheres, sobretudo passados os primeiros meses. Mas os medicamentos também mudam: parte dos habituais não serve na gravidez, pelo que o esquema se revê antes da conceção e não depois do facto consumado. Durante a amamentação há igualmente opções, apenas são outras.

Quando são precisas ambulância e exames

Chame uma ambulância (em Espanha, Itália, Portugal, Polónia e Ucrânia, número único 112) se:

  • a dor surgiu de repente e atingiu o máximo em segundos, como uma pancada na cabeça — é a mais perigosa das dores de cabeça;
  • com a dor apareceram fraqueza num braço ou numa perna, boca ao lado, fala confusa, perda de visão, convulsões, confusão, ou não é possível acordar a pessoa;
  • a febre alta se junta à impossibilidade de encostar o queixo ao peito, à intolerância à luz ou a uma erupção que não empalidece à pressão;
  • a dor de cabeça forte começou depois de uma pancada na cabeça ou de uma queda.

Não conduza sozinho nem espere pela manhã seguinte.

Marque consulta com o médico de família, sem alarme mas sem adiar, se as crises se tornaram mais frequentes ou mudaram de carácter, se a cabeça dói de manhã com vómitos, agrava deitado, com a tosse ou com esforço, ou se uma dor de cabeça forte aparece pela primeira vez em idade adulta. Depois dos cinquenta anos, a dor acompanhada de couro cabeludo dolorido e de maxilar que cansa a mastigar aponta para uma inflamação das artérias que, sem tratamento, pode custar a visão. E uma dor de cabeça na segunda metade da gravidez ou pouco depois do parto obriga a medir a tensão arterial nesse mesmo dia.

Não existe análise nem imagem que confirme uma enxaqueca: o diagnóstico faz-se com a entrevista, o diário de crises e o exame, que inclui medir a tensão e uma avaliação neurológica. A tomografia não se pede por precaução, mas quando o quadro é atípico ou há sinais de alarme. Uma imagem normal não afasta a enxaqueca nem substitui o tratamento.

Consulta em linha

A enxaqueca é um dos temas em que falar com o médico à distância equivale quase à consulta presencial: aqui o diagnóstico assenta no relato e não no exame. Na consulta analisa-se o diário de crises, separa-se a enxaqueca da cefaleia de tensão e da provocada por excesso de analgésicos, explica-se por que motivo o comprimido do costume deixou de resultar e traça-se um plano: o que tomar no início, o que fazer se não resultar e se é altura de prevenção.

Em linha é cómodo tratar também aquilo que se esquece de perguntar na consulta presencial: a compatibilidade da enxaqueca com a contraceção, o planeamento de uma gravidez, o comportamento das crises com voos e turnos de trabalho, e como abandonar em segurança os analgésicos diários. Os limites são claros: observar o fundo do olho e avaliar o estado neurológico não se faz por ecrã, e perante uma dor súbita e nunca sentida antes ou perante alterações neurológicas, o que é preciso não é um telefonema, mas uma ambulância.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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