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Epidermólise bolhosa

Não é uma doença só, mas um grupo de situações hereditárias com um fundo comum: as camadas da pele agarram-se umas às outras com força a menos.

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Não é uma doença só, mas um grupo de situações hereditárias com um fundo comum: as camadas da pele agarram-se umas às outras com força a menos. Aquilo que uma pessoa vulgar nem sequer repara — o elástico de uma meia, um adesivo arrancado, o bebé levantado por baixo dos braços — aqui desliza as camadas e deixa uma bolha. Às crianças com esta pele chama-se crianças borboleta.

Porque é que a pele se descola

A pele está construída como uma folha colada: por cima a epiderme, por baixo a derme e no meio uma finíssima membrana basal. Quem segura o conjunto são várias proteínas: uma armação dentro das próprias células da epiderme, os agrafos que ligam essas células à membrana e os filamentos de ancoragem que descem da membrana para dentro da derme. Se o gene de qualquer uma delas estiver alterado, a proteína falta ou está mal fabricada. A adesão cede, ao mínimo deslize as camadas afastam-se e a fenda que se abre enche-se de líquido. É isso a bolha.

O gene chega por três caminhos: de um dos pais que também tem a doença; com uma cópia de cada progenitor, ambos saudáveis e sem sequer suspeitarem de que a transportam; ou então a mutação surge pela primeira vez na própria criança. Este último ponto os pais devem guardá-lo bem: nem o que se fez durante a gravidez, nem os medicamentos, nem as infeções passadas têm alguma coisa a ver com isto.

Quatro formas e em que se distinguem

A forma é definida pela profundidade a que a pele se separa, e dela dependem tanto a gravidade como o facto de ficar ou não cicatriz.

  • Simples: a separação dá-se dentro da própria epiderme. É a forma mais frequente e, em média, a mais ligeira. As bolhas aparecem onde a pele roça: palmas e plantas depois de caminhar muito ou de treinar. Com calor piora, porque o suor aumenta o atrito. Costumam sarar sem cicatriz, embora no adulto a pele das palmas e das plantas engrosse com os anos. Existem também variantes graves com bolhas extensas ainda no lactente.
  • Juncional: a rotura corre pela própria membrana. Forma rara, que vai de moderada a extremamente grave. Na variante grave veem-se logo nos primeiros dias áreas largas que não fecham, com excrescências de tecido carnudo à volta da boca e do nariz, esmalte dentário defeituoso, voz rouca e dificuldade em respirar por envolvimento da laringe; o prognóstico destes lactentes é mau. Na variante moderada destacam-se a alopecia com cicatriz, a perda das unhas e os dentes frágeis.
  • Distrófica: a fenda desce por baixo da membrana, onde estão os filamentos de ancoragem. A variante dominante coloca as bolhas nos joelhos, cotovelos, mãos e pés; saram com cicatriz e pequenos pontos brancos, e as unhas deformam-se ou desaparecem, ao ponto de por vezes serem as unhas o único vestígio da doença durante toda a vida. A variante recessiva é a mais grave de todas: feridas extensas, dedos fundidos por tecido cicatricial numa espécie de mitene, estreitamento do esófago, anemia e atraso do crescimento.
  • Síndrome de Kindler: a mais rara. Bolhas nos primeiros meses e, mais tarde, sensibilidade ao sol, pele malhada e marmoreada com vasos dilatados e inflamação grave das gengivas.

Dentro de cada forma há ainda variantes, pelo que a frase «a criança tem epidermólise bolhosa» quase nada diz sobre o prognóstico. Diz o diagnóstico preciso, com o nome do gene.

Os primeiros sinais e o que vem depois

Na maioria dos casos a doença dá sinal logo a seguir ao nascimento: bolhas nos calcanhares, na nuca, onde o bebé foi segurado com as mãos, debaixo do bordo da fralda ou do autocolante de um sensor. Por vezes a criança nasce com uma zona onde a pele simplesmente falta, quase sempre na perna. Um choro rouco ou fraco é um sinal de alarme, porque significa que há bolhas também na laringe. As variantes ligeiras, pelo contrário, podem passar despercebidas até à adolescência, quando no verão surgem de repente bolhas dolorosas nos pés depois do desporto.

A coisa não fica pela pele, e é melhor sabê-lo antecipadamente do que descobrir problema a problema. As erosões da boca tornam a alimentação um suplício; com o tempo a boca pode ficar mais pequena e a língua mover-se pior. O esmalte forma-se mal e os dentes destroem-se depressa. As cicatrizes estreitam o esófago: a comida fica presa, engolir torna-se demorado e doloroso, o peso cai. A obstipação com fissuras transforma a casa de banho numa provação, a criança começa a aguentar-se e piora tudo. Os olhos sofrem erosões da córnea, que dão dor aguda e intolerância à luz. As feridas crónicas retiram proteína e ferro ano após ano, e daí vêm a anemia, a fraqueza, o atraso de crescimento e uma puberdade tardia.

Como se confirma o diagnóstico

A olho a forma não se distingue: nas primeiras semanas os bebés com variantes diferentes parecem-se muito. Por isso faz-se uma biópsia, um pedaço de pele colhido do bordo de uma bolha recente, provocada de propósito antes do procedimento para se observar uma separação jovem. No laboratório a pele é corada com anticorpos dirigidos às proteínas de ancoragem, e assim se determina qual delas falta e a que nível as camadas se separaram.

A seguir vem o estudo genético. Nomeia o gene e a alteração exata e responde, portanto, ao que a biópsia deixa em aberto: como se transmite a doença e qual o risco para os filhos seguintes. Se a alteração da família já é conhecida, é possível o diagnóstico durante a gravidez, com biópsia das vilosidades coriónicas por volta da décima primeira semana ou amniocentese mais tarde; existe ainda a hipótese de selecionar embriões num tratamento de fertilidade. A conversa com o geneticista rende bem mais antes da gravidez do que depois: as escolhas são mais amplas e há mais tempo para decidir.

Cuidados diários com a pele

Aqui os cuidados em casa pesam mais do que qualquer medicamento, e quase todas as regras contrariam o hábito doméstico.

  • A bolha recente pica-se com uma agulha estéril pelo lado, junto à base, deixando sair o líquido: a que não é esvaziada alastra em largura e deixa uma ferida do dobro do tamanho. O teto não se corta, porque fica como penso natural e protege o fundo.
  • Os pensos têm de ser sempre não aderentes, com camada de silicone ou gordurosa, e fixam-se com ligadura tubular, uma meia macia ou uma ligadura coesiva.
  • O adesivo comum e a fita adesiva estão totalmente proibidos: ao retirá-los retira-se a pele. É preciso avisar qualquer profissional de saúde que se prepare para colar um sensor, um elétrodo ou uma pulseira.
  • O penso que secou por cima amolece-se no banho e sai molhado, nunca se arranca. Depois do banho a pele seca-se aos toques e não à esfrega.
  • Roupa macia e larga, de preferência com as costuras voltadas para fora e sem elásticos apertados; calçado sem costuras interiores. O calor é o inimigo: quanto mais fresco o ambiente, menos bolhas.
  • O bebé levanta-se passando a mão por baixo de todo o corpo ou sobre uma superfície mole, e nunca por baixo dos braços.
  • Abdicar do movimento não é opção. A natação costuma ser bem tolerada e o fisioterapeuta ajudará com o resto. O desporto de contacto fica de fora, mas ficar em casa sozinha faz à criança um mal maior.

Para as formas distrófica e juncional existe um gel com extrato de casca de bétula que acelera a cicatrização das feridas; é indicado a partir dos primeiros meses de vida. Surgiram também os primeiros tratamentos que levam à pele o gene em falta e já estão a ser usados, por agora em centros especializados.

Infeção, dor e alimentação

Uma ferida aberta acaba por infetar mais cedo ou mais tarde. Deve mostrar-se ao médico se deixou de fechar ou começou a crescer, se a dor e o calor à volta aumentaram, se aparecem pus, mau cheiro, uma crosta dura ou uma linha vermelha a sair do bordo, e também se sobe a febre. O tratamento é escolhido pelo médico: antisséptico, antibióticos locais, antibióticos por via oral, pensos específicos. Manter a criança com antibiótico de forma contínua «por precaução» não se faz, porque é assim que se criam bactérias resistentes.

Decore à parte os sinais de infeção generalizada do sangue: respiração rápida, pele marmoreada ou acinzentada, mãos e pés gelados, confusão ou sonolência invulgar, uma criança que deixou de urinar. Aí chama-se a ambulância de imediato; na Europa, o número é o 112.

A dor aqui não é pano de fundo mas um problema por si só, e aguentá-la não serve de nada. Nas formas ligeiras chega o paracetamol. Para as mudas de penso e o banho, os momentos mais duros do dia, o médico prescreve com antecedência um analgésico mais forte, incluindo opioides; se a dor for constante, acrescentam-se fármacos que atuam sobre a dor de origem nervosa. A crianças e adolescentes não se dá aspirina.

Cicatrizar consome imensa proteína e energia, pelo que a alimentação conta como parte do tratamento. Comida mole, nunca quente, purés mais líquidos do que o habitual; se a boca estiver em carne viva, adapta-se a tetina ao lactente ou alimenta-se com seringa. São muitas vezes precisos suplementos hipercalóricos e, conforme as análises, ferro, zinco e vitamina D. A obstipação trata-se antecipadamente com fibra e laxantes, porque o esforço rasga a pele à volta do ânus. Se a criança não ganha peso, discute-se uma sonda de alimentação através da parede abdominal.

O risco que convém conhecer com antecedência

A parte mais dura da doença não diz respeito à pele do bebé mas à do adulto. Na forma distrófica recessiva, sobre as feridas crónicas desenvolve-se um carcinoma espinocelular da pele já desde a adolescência e a idade jovem, e comporta-se de maneira mais agressiva do que o mesmo tumor em quem não tem a doença. É precisamente esse o principal motivo de morte dos adultos com esta forma. O risco está aumentado também na variante moderada da forma juncional.

A armadilha está na dificuldade em reconhecê-lo: a pele já está cheia de feridas de qualquer maneira e a dor não orienta, porque dói em todo o lado. O que há a observar é o comportamento da ferida. Deve mostrar-se ao dermatologista e ser biopsada se não fecha há meses, se começou a crescer, se se levantou formando um rebordo duro, se sangra com facilidade ou ficou coberta por uma crosta irregular. Nas formas de alto risco, o exame de toda a pele por um dermatologista habituado a esta doença marca-se com regularidade, em regra duas vezes por ano, e não apenas quando há queixas.

Epidermólise bolhosa adquirida

O nome é quase o mesmo, a doença é outra. Aqui não há gene alterado nenhum: o sistema imunitário, por razões desconhecidas, começa a produzir anticorpos contra aquela mesma proteína de ancoragem que nas formas hereditárias falta desde o nascimento. Por fora é parecido — a pele descola com facilidade, as bolhas instalam-se nas mãos, cotovelos, joelhos e pés, saram com cicatriz e pontos brancos, e podem ser atingidos a boca, os olhos e o esófago.

As diferenças importam: começa na idade adulta, mais vezes depois dos quarenta, e não se transmite aos filhos. Confirma-se com biópsia de coloração específica e com análises ao sangue para os anticorpos, e trata-se durante muito tempo com fármacos que travam a resposta imunitária excessiva. Por isso bolhas que aparecem pela primeira vez num adulto são motivo para ir ao dermatologista e não para atribuir a uma alergia ou a um roçar: por trás dessa mesma descrição escondem-se várias doenças diferentes e só as análises as separam.

Consulta em linha

À distância trata-se bem tudo o que não exige as mãos do médico: explicar o que diz o relatório e em que a forma diagnosticada difere das restantes; ver por fotografias como uma ferida está a mudar e decidir se chegou a altura de uma observação presencial; escolher o tipo de penso, planear a analgesia antes das mudas, resolver o ganho de peso, a anemia e a obstipação; preparar as perguntas para o geneticista. Há ainda um assunto à parte que costuma ser esquecido: a saúde dos próprios pais. O cansaço, as costas, o sono partido e o esgotamento de quem há anos faz pensos merecem também uma consulta. O que a via em linha não substitui é a biópsia de uma ferida suspeita e o exame de toda a pele. E perante sinais de infeção generalizada do sangue ou dificuldade em respirar não é preciso uma mensagem ao médico, é preciso uma ambulância.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Tomasz Grzelewski

DermatologiaAlergologia21 anos de experiência

O Dr. Tomasz Grzelewski, PhD, é alergologista, pediatra, médico de clínica geral e especialista em medicina desportiva, com interesse clínico em dermatologia, endocrinologia, alergologia e saúde desportiva. Conta com mais de 20 anos de experiência clínica. Formou-se na Universidade Médica de Łódź, onde concluiu o doutoramento com distinção. A sua investigação foi distinguida pela Sociedade Polaca de Alergologia pelo contributo inovador na área. Ao longo da carreira, tem tratado uma grande variedade de doenças alérgicas e pediátricas, incluindo métodos modernos de dessensibilização.

Durante cinco anos, o Dr. Grzelewski liderou dois serviços de pediatria na Polónia, acompanhando casos clínicos complexos e equipas multidisciplinares. Trabalhou também em centros médicos no Reino Unido, adquirindo experiência tanto em cuidados de saúde primários como em contextos especializados. Com mais de uma década de experiência em telemedicina, presta consultas online reconhecidas pela clareza e qualidade das suas recomendações.

O Dr. Grzelewski está envolvido em programas clínicos dedicados a terapias antialérgicas avançadas. Como investigador principal, conduz estudos sobre dessensibilização sublingual e oral, contribuindo para o desenvolvimento de tratamentos modernos baseados em evidência científica.

Completou ainda estudos em dermatologia no Cambridge Education Group (Royal College of Physicians of Ireland) e um curso de endocrinologia clínica na Harvard Medical School, o que amplia a sua capacidade de acompanhar problemas cutâneos alérgicos, dermatite atópica, urticária, sintomas endócrinos e reações imunológicas.

Os pacientes procuram frequentemente o Dr. Tomasz Grzelewski por questões como:

  • alergias sazonais e perenes
  • rinite alérgica e congestão nasal crónica
  • asma e dificuldades respiratórias
  • alergias alimentares e medicamentosas
  • dermatite atópica, urticária e reações cutâneas
  • infeções recorrentes em crianças
  • aconselhamento sobre atividade física e saúde desportiva
  • questões gerais da medicina familiar
O Dr. Tomasz Grzelewski é reconhecido pela comunicação clara, abordagem estruturada e capacidade de explicar opções terapêuticas de forma simples e acessível. A sua experiência multidisciplinar em alergologia, pediatria, dermatologia e endocrinologia permite-lhe oferecer cuidados seguros, atualizados e completos para pacientes de todas as idades.
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Maria Martelli

AnestesiologiaMedicina da dor12 anos de experiência

A Dra. Maria Martelli é médica anestesiologista e especialista em medicina da dor. Realiza consultas online para adultos, oferecendo apoio médico em dor aguda, dor crónica e síndromes dolorosos complexos, bem como em contextos de cuidados paliativos e controlo sintomático.

Concluiu o curso de Medicina na Universidade Médica da Silésia, em Katowice, e realizou a especialização em Anestesiologia e Cuidados Intensivos, tendo trabalhado em paralelo em hospício domiciliário e institucional. Desde 2021 é médica especialista. Atualmente exerce atividade numa unidade de anestesiologia e cuidados intensivos e dedica-se ativamente ao tratamento da dor.

Motivos frequentes de consulta:

  • Dor crónica de origem musculoesquelética, neuropática ou mista.
  • Dor aguda que requer avaliação médica e ajuste terapêutico.
  • Dor pós-operatória e apoio durante a recuperação.
  • Dor associada a doenças oncológicas.
  • Cuidados paliativos e melhoria da qualidade de vida.
  • Revisão e optimização da terapêutica analgésica.
  • Segunda opinião em quadros de dor complexa ou de difícil controlo.
A Dra. Martelli trabalha segundo os princípios da medicina baseada na evidência, com uma abordagem clara e estruturada: análise detalhada dos sintomas, tratamentos prévios, comorbilidades e objectivos do paciente. As consultas são orientadas para um controlo seguro da dor, redução do sofrimento e melhoria da funcionalidade no dia a dia.
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Lizaveta Trafimchuk Takhvaniuk

DermatologiaMedicina geral10 anos de experiência

A Dra. Lizaveta Trafimchuk Takhvaniuk licenciou-se em Medicina e posteriormente especializou-se em Dermatologia e Venereologia. Conta com mais de 10 anos de experiência clínica e está habilitada para exercer em Espanha, onde desenvolve a sua prática profissional focada no diagnóstico e tratamento integral de doenças dermatológicas.

Ao longo da sua formação e percurso profissional, a Dra. Trafimchuk adquiriu uma sólida experiência no tratamento de doenças da pele, do cabelo e das unhas, bem como no diagnóstico, tratamento e prevenção de infeções sexualmente transmissíveis (IST). A sua abordagem clínica baseia-se na medicina baseada na evidência, combinada com um atendimento individualizado centrado nas necessidades de cada paciente.

Na sua prática diária, aborda uma ampla variedade de patologias dermatológicas, incluindo dermatoses inflamatórias crónicas como acne, rosácea, dermatite atópica, psoríase e eczema. Possui também experiência no tratamento de alterações da pigmentação, tais como melasma, hiperpigmentação pós-inflamatória e discromias.

Desenvolveu ainda uma especial dedicação à tricologia, tratando diferentes formas de alopecia, queda crónica de cabelo e alterações do couro cabeludo. Além disso, possui experiência no tratamento de dermatoses infecciosas de origem fúngica, viral e bacteriana, bem como na avaliação de lesões cutâneas benignas e suspeitas, com encaminhamento especializado quando necessário.

Interessada numa abordagem integral da saúde da pele, a médica também trata cicatrizes, alterações cutâneas pós-procedimento e mudanças relacionadas com fatores hormonais e envelhecimento, incluindo condições associadas à gravidez, menopausa e envelhecimento cutâneo.

Graças à sua experiência e formação contínua, a Dra. Trafimchuk oferece um atendimento médico profissional, confidencial e alinhado com os padrões atuais da dermatologia moderna.

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Daria Litash

Dermatologia2 anos de experiência

A Dra. Daria Litash é médica com experiência em medicina geral, controlo do peso, emagrecimento saudável e promoção do bem-estar. A sua abordagem combina uma avaliação clínica completa com recomendações personalizadas, ajudando cada paciente a melhorar a sua saúde e a manter um estilo de vida ativo.

Durante a consulta online, dedica especial atenção à anamnese e à identificação das possíveis causas dos sintomas. Sempre que necessário, solicita análises ao sangue ou outros exames complementares para obter um diagnóstico mais preciso e definir um plano de tratamento adaptado às necessidades de cada pessoa.

As suas principais áreas de atuação incluem:

  • Controlo do peso e emagrecimento saudável
  • Tratamento do excesso de peso e manutenção dos resultados
  • Avaliação da queda de cabelo
  • Avaliação do estado da pele
  • Consultas de medicina geral para adultos
  • Prevenção e promoção de hábitos de vida saudáveis

Possui ainda formação em Medicina Estética, o que lhe permite abordar a saúde da pele e do cabelo numa perspetiva médica e preventiva, sempre baseada na evidência científica e nas necessidades individuais de cada paciente.

A sua experiência profissional inclui vários anos de trabalho em farmácia em Espanha, proporcionando um conhecimento aprofundado sobre medicamentos, opções terapêuticas e protocolos utilizados no mercado espanhol, bem como experiência na pesquisa e seleção de fármacos internacionais quando clinicamente indicado.

A consulta online foi concebida para oferecer um acompanhamento próximo, claro e personalizado, ajudando os pacientes a compreender melhor o seu estado de saúde e a tomar decisões informadas sobre o tratamento e o seu bem-estar a longo prazo.

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