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Fascite plantar

A fascite plantar é a causa mais frequente de dor no calcanhar nos adultos. O que dói não é o osso, mas uma banda fibrosa espessa que vai do osso do…

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

A fascite plantar é a causa mais frequente de dor no calcanhar nos adultos. O que dói não é o osso, mas uma banda fibrosa espessa que vai do osso do calcanhar até à base dos dedos: sustenta o arco do pé e funciona como uma mola em cada passo. Quando a carga sobre essa banda ultrapassa aquilo a que ela teve tempo de se adaptar, surgem pequenas roturas no ponto onde se fixa ao calcanhar. A dor comporta-se de forma tão reconhecível que o médico muitas vezes suspeita do diagnóstico apenas pelo relato, antes sequer de examinar o pé.

Os primeiros passos da manhã denunciam-na

O quadro é típico. A pessoa levanta-se da cama, apoia o pé e no calcanhar irrompe uma dor aguda e penetrante, como se lhe tivessem espetado alguma coisa na sola. Ao fim de dez ou vinte passos alivia e, a meio do dia, quase nem se pensa nela. Basta, porém, ficar meia hora sentado à secretária e voltar a levantar-se para que tudo se repita, ainda que mais fraco. Ao fim de um dia inteiro em pé, o calcanhar costuma doer de modo surdo e constante, sem a intensidade da manhã.

Outros sinais que apontam no mesmo sentido:

  • a dor localiza-se junto ao bordo interno do calcanhar e não está espalhada por toda a planta;
  • dói quando os dedos se dobram para cima: a subir escadas, a caminhar a subir, no impulso final do passo;
  • ao pressionar com um dedo um ponto único do bordo anterior do osso do calcanhar, reaparece exatamente essa dor;
  • não há inchaço, vermelhidão nem calor local; quando existem, a causa costuma ser outra.

Quase sempre é apenas um pé. Se ambos os calcanhares doem por igual, vale a pena procurar uma causa comum em vez de supor que coincidiram duas fascites.

Porque é que a planta deixa de aguentar

Na base não está uma inflamação no sentido habitual, mas desgaste: o tecido no ponto de fixação ao calcanhar não consegue recuperar entre esforços e vai perdendo resistência. Daí a regra principal do tratamento — mudar a carga, e não apagar uma inflamação.

Habitualmente juntam-se várias circunstâncias:

  • a carga aumentou de repente: começou a correr, subiu a quilometragem ou mudou para um trabalho que obriga a estar em pé o dia todo;
  • superfícies duras — alcatrão, betão, mosaico — e calçado plano e gasto, sem amortecimento;
  • músculos da barriga da perna encurtados e tendão de Aquiles tenso: o tornozelo dobra mal para cima e todo o impulso recai sobre a planta. É o fator mais corrigível de todos;
  • excesso de peso: cada quilo atravessa o calcanhar milhares de vezes por dia;
  • a forma do pé — arco descaído ou, pelo contrário, arco alto e rígido;
  • a idade entre os quarenta e os sessenta anos, quando o tecido já é menos elástico e a atividade física continua alta.

Um parágrafo à parte para o esporão do calcâneo. Essa saliência óssea aparece nas radiografias de imensas pessoas que nunca se queixaram do calcanhar e, ao contrário, pode faltar em quem tem dores fortes. É a marca de uma remodelação antiga do osso e não a origem da dor, pelo que retirá-la por si só não resolve nada.

O que ajuda mesmo nas primeiras semanas

O repouso absoluto não é preciso e até prejudica: sem carga o tecido não ganha resistência. O que é preciso é outra carga. Ponha de lado durante mês e meio a corrida, os saltos e as caminhadas longas, mas mantenha o movimento: a bicicleta, a natação e a elíptica poupam a planta.

Resultam três exercícios simples, e têm de ser feitos todos os dias, não em ciclos.

  • Alongamento da planta antes do primeiro passo. Ainda na cama, cruze a perna, agarre os dedos do pé e puxe-os na sua direção até sentir a banda tensa sob a pele. Dez segundos, dez repetições, e só depois levantar-se. É isto que tira a facada da manhã.
  • Alongamento da barriga da perna contra a parede. Mãos apoiadas na parede, perna dorida atrás, calcanhar sem levantar do chão, joelho esticado: trinta segundos. Depois o mesmo com o joelho ligeiramente fletido, para chegar ao solear, que fica mais profundo. Três séries, duas ou três vezes por dia.
  • Elevações do calcanhar com uma toalha sob os dedos. Coloque uma toalha enrolada sob os dedos, suba devagar em bicos de pés e desça igualmente devagar. Em dias alternados, aumentando as repetições. É o exercício que devolve robustez à fáscia.

Como acalmar a dor enquanto o pé recupera

À noite faz bem rolar a planta sobre uma garrafa de água fria durante cinco a dez minutos. O gelo envolvido num pano, dez a quinze minutos depois do esforço, também abranda a dor; mas o que cura é a carga bem doseada e o alongamento, e o frio apenas torna o dia mais suportável.

O analgésico é um apoio, não um tratamento. O paracetamol serve à maioria. Os anti-inflamatórios como o ibuprofeno ou o diclofenac em gel atuam no local e por isso são mais seguros do que os comprimidos; estes tomam-se em ciclos curtos, com comida, e evitam-se em caso de úlcera, doença dos rins, tratamento com medicamentos que tornam o sangue mais fluido ou asma que agrava com analgésicos, e não se usam na segunda metade da gravidez. Na dúvida, pergunte ao médico de família ou ao farmacêutico.

É preciso paciência: a melhoria nítida costuma chegar às quatro ou seis semanas, e a dor desaparece por completo ao fim de vários meses.

Calçado, palmilhas e tala noturna

Aqui o calçado não é um pormenor, é meia cura. Serve um sapato com contraforte firme que não ceda quando o apertamos com os dedos, salto baixo de um a três centímetros, sola que não dobra ao meio e amortecimento por baixo do calcanhar. Saltos altos, bicos estreitos, chinelos de dedo e pantufas sem calcanhar terão de ficar de parte durante algum tempo: com eles a planta trabalha sem apoio.

Em casa também não ande descalço sobre mosaico ou soalho flutuante: arranje chinelos de sola rígida e com apoio do arco. As palmilhas de farmácia com realce do arco e almofada macia no calcanhar funcionam, no início, tão bem como as caras feitas por medida; passar às personalizadas faz sentido se as simples não resolveram em dois meses ou se o pé está muito deformado.

Quando a dor matinal teima em ficar, ajuda a tala noturna, que mantém o pé em ângulo reto para que a fáscia não encurte durante a noite. Dormir com ela incomoda ao princípio, mas é justamente nesta forma de dor que rende mais.

Verifique também o que usa há muito tempo: os ténis de corrida perdem o amortecimento ao fim de seiscentos a oitocentos quilómetros, e por fora não se nota nada.

Quando a dor no calcanhar não é fascite

Há vários quadros parecidos e cada um trata-se de maneira diferente. Deve levantar dúvidas tudo o que não encaixa no padrão «dói ao levantar, alivia ao andar».

  • Fratura de esforço do calcâneo. A dor é constante, só aumenta com o uso e não passa a andar; dói se apertarmos o calcanhar pelos lados com as mãos. Surge depois de um aumento brusco da corrida ou de marchas longas, e em pessoas com ossos frágeis.
  • Adelgaçamento da almofada de gordura do calcanhar. Mais frequente depois dos sessenta. Dói mesmo no centro do calcanhar, com a sensação de se pisar uma pedra, e falta a pontada da manhã.
  • Aprisionamento de um nervo no túnel do tarso ou de um dos seus ramos plantares. Dá ardor, formigueiro e adormecimento; a dor não cede em repouso e tira o sono.
  • Dor com origem na coluna lombar. A compressão de uma raiz nervosa desce da nádega pela face posterior da perna até ao calcanhar, muitas vezes com adormecimento do bordo externo do pé.
  • Problema do tendão de Aquiles ou da bolsa que fica por baixo. Nesse caso dói atrás e em cima, não por baixo, e vê-se um inchaço sobre o calcanhar.
  • Inflamação das inserções dos tendões nas espondilartrites. Vale a pena pensar nisso se doem os dois calcanhares, a pessoa tem menos de quarenta anos, de manhã as costas demoram mais de meia hora a soltar-se e há antecedentes de psoríase, inflamação dos olhos ou perturbações intestinais persistentes. Aqui é preciso um reumatologista, não palmilhas.
  • Gota e artrite reumatoide começam por vezes no calcanhar: então há inchaço, vermelhidão e um início súbito.
  • Em crianças e adolescentes a fascite plantar é rara. A dor no calcanhar durante o desporto nessa idade costuma ser uma apofisite do calcâneo, a doença de Sever, e dói dos lados e atrás do calcanhar.

Sinais que não podem esperar

A dor no calcanhar, por si só, não é uma urgência. Mas há situações que exigem médico no próprio dia ou nos dias seguintes:

  • durante um salto ou uma arrancada ouviu-se um estalido na planta, com dor súbita, inchaço e hematoma, e não se consegue apoiar o pé: é assim que se manifesta a rotura da fáscia;
  • o calcanhar está vermelho, inchado e quente ao toque e subiu a febre: parece uma infeção;
  • aparece adormecimento ou fraqueza do pé, que começa a bater no chão ao caminhar;
  • a dor existe em repouso e à noite, sem relação com o esforço, sobretudo se acompanhada de perda de peso ou suores noturnos;
  • tem diabetes ou sensibilidade reduzida nos pés e surgiu dor, uma fissura ou uma ferida na planta: aqui tratar por conta própria é perigoso e o pé deve ser observado sem demora;
  • a dor começou depois de uma queda ou pancada e não consegue carregar o peso: há que excluir uma fratura.

O número europeu de emergência 112 marca-se por dor no calcanhar apenas quando existe traumatismo evidente com deformação do pé ou ferida aberta. Em tudo o resto basta uma consulta normal.

Se a dor se arrasta durante meses

Quando passaram seis a oito semanas de trabalho constante com o pé e nada mudou, é altura de uma observação presencial. Costuma fazer-se uma ecografia — na fascite a banda aparece espessada junto ao calcanhar — e a radiografia pede-se não por causa do esporão, mas para não deixar passar uma fratura ou outra alteração do osso.

A partir daí há várias possibilidades.

  • Trabalho com um fisioterapeuta. Ajusta o programa de exercícios ao seu pé e vigia que a carga suba de forma gradual: é a parte mais útil de todas.
  • Palmilhas ortopédicas por medida, se as de farmácia não resultaram.
  • Terapia por ondas de choque. Algumas sessões com um aparelho que envia impulsos de alta energia para a inserção da fáscia. Na dor já prolongada é uma das opções mais fiáveis.
  • Infiltração de corticoide. Tira a dor depressa, mas por pouco tempo, e as injeções repetidas aumentam o risco de rotura da fáscia e de adelgaçamento da almofada do calcanhar. Por isso usa-se com parcimónia e nunca como primeiro passo.
  • A cirurgia — secção parcial da fáscia ou alongamento do músculo da barriga da perna — discute-se em casos isolados, ao fim de um ano sem resultado.

O prognóstico é bom: na grande maioria das pessoas a dor acaba por passar sem qualquer intervenção, e a única incógnita é quanto tempo demora.

Consulta em linha

A dor no calcanhar é justamente o caso em que um relato detalhado resolve grande parte da questão. Na consulta em linha o médico vai perceber como a dor se comporta ao longo do dia, o que a antecedeu, que calçado usa e quanto tempo passa em pé ou a correr, e com essas respostas distinguirá uma fascite de uma fratura de esforço, de um nervo aprisionado ou de uma causa reumática. Explicará como fazer bem os alongamentos, o que mudar no calçado e nos treinos, que analgésico lhe convém tendo em conta as outras doenças, e decidirá se já é altura de pedir uma ecografia ou de o encaminhar para o ortopedista.

A observação presencial será necessária se houve traumatismo ou se surgirem adormecimento, inchaço com febre ou se tiver diabetes: um pé não se apalpa nem se radiografa através de um ecrã. Em contrapartida, a consulta em linha evita perder semanas com uma abordagem errada.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Médicos online para Fascite plantar

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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