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Febre reumática

A febre reumática, ou febre reumática aguda, é uma complicação que surge algumas semanas depois de uma amigdalite estreptocócica não tratada.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

A febre reumática, ou febre reumática aguda, é uma complicação que surge algumas semanas depois de uma amigdalite estreptocócica não tratada. É rara, e vale a pena conhecê-la por dois motivos. O primeiro: quase sempre se pode evitar resolvendo a tempo uma vulgar dor de garganta. O segundo: a marca principal que deixa não fica nas articulações, que são o motivo por que a pessoa costuma procurar o médico, mas no coração — e manifesta-se muitos anos depois, quando da própria febre já ninguém se lembra.

De onde vem

Tudo começa numa amigdalite provocada pelo estreptococo beta-hemolítico do grupo A. A garganta sara, mas duas a quatro semanas mais tarde, por vezes até cinco, aparece uma doença completamente diferente: com febre, articulações doridas e por vezes o coração envolvido.

A culpa não é do micróbio: quando isto começa, ele já costuma não estar no organismo. A culpa é da resposta imunitária. Algumas proteínas do estreptococo parecem-se com proteínas próprias do ser humano — as das membranas e das válvulas do coração, as das articulações, as da pele e as de certas zonas do cérebro. Os anticorpos produzidos contra a infeção confundem esses tecidos com algo estranho e começam a atacá-los. É por isso que a inflamação surge ao mesmo tempo em vários sítios sem qualquer ligação entre si.

Longe de adoecerem todos os que tiveram uma amigdalite estreptocócica: trata-se de uns poucos casos em muitos milhares, e por que motivo justamente essas pessoas não se sabe ao certo; a hereditariedade tem o seu papel. Afeta sobretudo crianças e adolescentes, aproximadamente entre os cinco e os quinze anos. Na Europa tornou-se rara depois de a amigdalite passar a ser tratada com antibióticos, mas no mundo continua a ser uma causa frequente de doença do coração em pessoas jovens.

Tratar a amigdalite a tempo evita-a

É o mais útil de toda esta página. A febre reumática é uma das poucas condições graves que se previnem mesmo com um tratamento simples e curto no passo anterior.

Com uma ressalva importante: os antibióticos não são precisos para qualquer dor de garganta. A maioria das amigdalites é vírica, o antibiótico não lhes faz nada e tomá-lo sem critério é prejudicial. A questão é outra: se aquela amigdalite é estreptocócica ou não. Falam a favor do estreptococo a febre alta, as placas nas amígdalas e os gânglios do pescoço aumentados e dolorosos, a par da ausência de corrimento nasal e de tosse. A resposta certa dá-a uma zaragatoa da garganta ou um teste rápido feito na própria consulta.

Se o estreptococo se confirmar e o médico receitar um antibiótico, daí em diante tudo depende de uma coisa: é preciso completar o tratamento até ao fim. A garganta deixa de doer ao fim de dois dias, e é exatamente aí que os comprimidos são abandonados. Só que o que protege da febre reumática não é o alívio dos sintomas, mas a eliminação completa do estreptococo, e para isso é necessário todo o período prescrito. Um tratamento interrompido deixa precisamente a situação de que a doença nasce.

Mais um motivo para não adiar: o tratamento iniciado mesmo alguns dias depois de a garganta começar a doer continua a evitar a febre reumática. Portanto, se a amigdalite se arrastar, faz sentido ir ao médico também ao quarto ou ao quinto dia.

Como se reconhece

Duas a quatro semanas depois da amigdalite aparece um conjunto de sinais, dos quais o mais característico é a forma como se comportam as articulações.

  • Dor migratória nas articulações grandes. Uma articulação incha, fica vermelha e dói tanto que custa tocar-lhe — e um ou dois dias depois acalma, e o mesmo começa noutra. As mais atingidas são os tornozelos, os joelhos, os punhos e os cotovelos. É este «andar» de articulação em articulação em poucos dias que distingue a febre reumática de uma artrite vulgar e que quase não se vê noutras doenças.
  • Febre, fraqueza, falta de apetite, suores.
  • Falta de ar, palpitações, dor ou aperto no peito e cansaço rápido com o esforço habitual: sinais de que o coração está envolvido.
  • Nódulos firmes e indolores debaixo da pele, do tamanho de uma ervilha, em geral sobre os cotovelos, os joelhos, a nuca ou ao longo da coluna.
  • Uma erupção rosa-pálida em anéis ou em linhas onduladas no tronco e na raiz dos membros, sem comichão, que aparece e desaparece. Na pele escura vê-se muito mal.
  • Movimentos amplos e involuntários, tratados à parte mais abaixo.

O diagnóstico faz-se com o conjunto destes sinais mais as análises: marcadores de inflamação, prova de uma infeção estreptocócica recente e sempre um ecocardiograma, porque o coração pode estar envolvido sem dar queixa nenhuma.

A coreia: movimentos confundidos com má criação

É o sinal mais subestimado, e convém que pais e professores o conheçam.

A coreia aparece mais tarde do que o resto, por vezes meses depois da dor de garganta, quando a ligação já não é evidente. A criança passa a ter movimentos súbitos, amplos e arrítmicos das mãos, dos pés e da cara, que não consegue prever nem travar: faz caretas, deixa cair as coisas, a letra piora, o andar torna-se desajeitado. Os movimentos aumentam com a emoção e desaparecem durante o sono. Ao mesmo tempo muda o humor: choro fácil, irritabilidade, distração e queda no aproveitamento escolar.

Visto de fora parece muitíssimo com palhaçadas, com um tique nervoso ou com «deu-lhe para fazer figuras» — e as crianças são repreendidas por isso em casa e na escola, por vezes durante meses. Só que se trata da manifestação neurológica da febre reumática, e nenhuma força de vontade permite à criança dominá-la.

Importa ainda que a coreia pode ser a única manifestação da doença: a essa altura já não há articulações doridas nem febre. Por isso quaisquer movimentos involuntários novos numa criança são motivo para a mostrar a um médico, e não para a corrigir. A coreia em si passa ao fim de alguns meses e não deixa marcas, mas nessa altura o coração pode já estar envolvido e tem de ser verificado.

Quando é preciso ajuda urgente

Chama-se uma ambulância (na Europa, o número único 112) se surgirem:

  • falta de ar em repouso, ou tal que não se consegue estar deitado e é preciso sentar-se;
  • dor intensa no peito;
  • batimento rápido ou irregular com tonturas, ou perda de consciência;
  • inchaço crescente das pernas e do abdómen a par de falta de ar.

É preciso chegar ao médico no próprio dia, sem adiar, se uma criança ou um adulto apresentar, depois de uma amigdalite recente, dor e inchaço nas articulações com febre, se uma articulação ficou quente e muito dolorosa, se surgiram movimentos involuntários ou se alguém que já teve febre reumática voltou a ter dor de garganta. Uma articulação quente isolada com febre alta é sempre avaliada com urgência também por outro motivo: é assim que se pode apresentar uma infeção purulenta da articulação, que é outra doença e exige intervenção imediata.

Como se trata

O tratamento tem três partes, e as três são necessárias ao mesmo tempo.

A primeira é um antibiótico para eliminar o estreptococo, mesmo que a garganta já não doa há muito. A segunda é o tratamento anti-inflamatório: em regra anti-inflamatórios não esteroides, que tiram depressa a dor articular e a febre; se a inflamação do coração for grave recorre-se aos corticoides. A terceira é o repouso: limita-se o esforço físico e, com o coração envolvido, guarda-se a cama até a inflamação ceder. Na coreia acrescentam-se por vezes medicamentos que reduzem os movimentos involuntários.

As articulações recuperam por completo e nunca ficam deformadas, o que é uma diferença importante em relação a outras artrites. A fase aguda dura em média cerca de três meses, por vezes mais. Depois disso a pessoa sente-se bem, e é aí que começa a parte mais vezes subestimada.

O que acontece ao coração

A inflamação da febre reumática atinge as válvulas do coração, sobretudo a mitral e mais raramente a aórtica. Enquanto dura a fase aguda pode não se sentir nada. Mas no local da inflamação vai-se formando tecido cicatricial: os folhetos da válvula espessam, deformam-se e colam-se entre si. A válvula deixa de abrir por completo ou de fechar bem, e o coração passa a trabalhar sob sobrecarga.

A particularidade decisiva é o tempo. A lesão da válvula constrói-se ao longo de anos, por vezes de décadas, e durante todo esse período a pessoa sente-se normal. As primeiras queixas chegam quando o coração já não dá conta: falta de ar ao esforço e depois em repouso, cansaço, irregularidades do ritmo, tornozelos inchados ao fim do dia. Não é raro que seja então que se descobre que a origem foi uma amigdalite da infância.

Daí uma conclusão prática: depois de uma febre reumática é preciso manter seguimento com o cardiologista e repetir o ecocardiograma de tempos a tempos, para toda a vida e não apenas no primeiro ano. Se a lesão valvular chegar a formar-se, trata-se: hoje uma válvula pode ser dilatada, reparada ou substituída, e quanto mais cedo isso for feito, melhor o resultado. Vale a pena saber ainda outra coisa: uma válvula alterada infeta-se com mais facilidade se entrarem bactérias no sangue, pelo que para quem tem doença valvular reumática os dentes saudáveis e as consultas regulares no dentista contam de forma especial.

Porque se tomam antibióticos ainda durante anos

Esta é a parte que muita gente desconhece ou abandona a meio. Depois de uma febre reumática o antibiótico não se receita como tratamento curto, mas durante anos, como profilaxia contínua.

O raciocínio é este. Em quem teve a doença uma vez, o sistema imunitário reage ao estreptococo do mesmo modo errado. Qualquer nova amigdalite estreptocócica pode desencadear outro episódio, e cada um danifica as válvulas mais do que o anterior. O coração sofre menos com a primeira vez do que com as repetições. A profilaxia corta-as.

Faz-se com injeções de um antibiótico de ação prolongada de poucas em poucas semanas ou com comprimidos diários; a escolha discute-se com o médico, e as injeções costumam ser mais fiáveis porque não dependem de a pessoa se lembrar. A duração depende de o coração ter ficado ou não envolvido e da idade: mede-se em anos e, com doença valvular já instalada, pode ser para toda a vida. Os prazos e os medicamentos concretos constam das recomendações nacionais e serão indicados pelo seu médico.

O erro mais frequente é simples: a pessoa sente-se bem e desiste. Só que a profilaxia funciona precisamente porque a pessoa está bem — não trata nada, impede que a doença volte. Antes de a suspender fala-se sempre com o médico. E refira sempre a febre reumática que teve a qualquer médico e a qualquer dentista a que recorra.

Consulta em linha

O motivo mais útil para recorrer ao médico é o mais cedo no tempo: dói a garganta e não se percebe se é preciso um antibiótico. O médico perguntará pela febre, pelas placas, pela tosse e pelo corrimento nasal, avaliará a probabilidade de estreptococo e dirá se convém fazer uma zaragatoa e com que urgência. É um daqueles casos em que uma conversa curta muda mesmo o desfecho.

À distância esclarece-se bem o resto: o que significam as análises já feitas, como funciona a profilaxia prolongada se foi prescrita e quando deve repetir-se o ecocardiograma. Se uma criança tiver movimentos involuntários ou se depois de uma amigdalite lhe incharem as articulações, é precisa observação presencial no próprio dia, e perante os sinais da lista acima, uma ambulância.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Andrei Popov

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O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

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O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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