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Insónia

A insónia não é uma noite mal dormida, mas a dificuldade repetida em adormecer ou em manter o sono, com o dia seguinte a pagar a conta.

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

A insónia não é uma noite mal dormida, mas a dificuldade repetida em adormecer ou em manter o sono, com o dia seguinte a pagar a conta. Contam as duas metades da definição: quem dorme cinco horas, se levanta descansado e rende como sempre não tem nada para tratar. Se, pelo contrário, a noite se gasta em tentativas de adormecer e o dia decorre em nevoeiro e irritabilidade, trata-se de insónia, ainda que as horas, no papel, deem certo.

Uma noite mal dormida ainda não é insónia

Fala-se de insónia quando a dificuldade se repete várias noites por semana e se nota durante o dia. As formas variam:

  • fica uma hora ou mais na cama sem que o sono chegue;
  • acorda várias vezes durante a noite e demora muito a voltar a adormecer;
  • acorda às quatro ou às cinco da manhã e já não readormece;
  • dorme, ao que parece, mas de manhã não tem qualquer sensação de descanso;
  • de dia os olhos fecham-se e, mesmo assim, não consegue dormir uma sesta;
  • acumulam-se irritabilidade, esquecimentos e dificuldade em manter a atenção e em terminar o que começa.

O penúltimo ponto é revelador: na insónia o sistema nervoso mantém-se sobreativado a toda a hora, e quem a sofre descreve-se como exausto mas incapaz de desligar. Se, ao invés, adormece de imediato e em qualquer lado durante o dia, o problema não será insónia, mas falta de sono ou outra perturbação do sono.

A insónia de curta duração dura menos de três meses, costuma ter um motivo identificável — uma mudança de casa, exames, uma doença, um luto — e vai-se embora com ele. A crónica dura três meses ou mais, pelo menos três noites por semana, e passa a ter vida própria: o motivo inicial esgotou-se há muito e a insónia ficou. A distinção não é burocrática: dela depende o que esperar do tratamento e se faz sentido aguardar que passe sozinha.

De quanto sono se precisa realmente

A norma não é um número, mas um intervalo. Um adulto precisa em média de sete a nove horas, uma criança em idade escolar de nove a treze, um bebé ou uma criança pequena de doze a dezassete, contando o sono diurno. Com os anos o sono torna-se mais leve e fragmentado: a pessoa idosa acorda mais vezes durante a noite e levanta-se mais cedo, e isso por si só não é doença.

Convém guiar-se pelo dia e não pelo relógio. Se a meio da tarde não se abate e ao fim de semana não precisa de recuperar três horas a mais, o sono chega-lhe, digam o que disserem as contas. Contar minutos, também com pulseiras e aplicações, atrapalha por si mesmo: vigiar o próprio sono transforma a cama numa sala de exame.

O que impede de adormecer e de continuar a dormir

Raramente há uma só causa. Na insónia costuma haver um fator que a desencadeou e, à parte, algo que depois a mantém, e o segundo pesa mais.

  • Stress e ansiedade. A cabeça continua a trabalhar na cama, a repassar conversas e planos. O quadro clássico é a dificuldade em adormecer à noite.
  • Humor em baixo. Na depressão é mais típico o despertar de madrugada sem conseguir voltar a dormir.
  • Cafeína. Permanece no organismo muito mais tempo do que se sente: um café às quatro da tarde ainda está a atuar à meia-noite em bastante gente. Também a têm o chá, as bebidas energéticas e os refrigerantes de cola.
  • Álcool. Acelera o adormecer e estraga a segunda metade da noite: o sono parte-se e começam os despertares de madrugada. O copo «para dormir» é o erro mais comum.
  • Nicotina: é um estimulante, e a vontade noturna de fumar acorda por si só.
  • Trabalho por turnos e voos longos. O relógio interno não acompanha a escala.
  • As condições do quarto: ruído, luz, ar abafado ou frio, um colchão desconfortável.
  • Os ecrãs antes de deitar. Não é só a luz: o telemóvel e as mensagens mantêm o cérebro em modo de trabalho.
  • As drogas, sobretudo os estimulantes como a cocaína e as anfetaminas, desorganizam o sono durante muito tempo, incluindo o período depois de as deixar.

Capítulo à parte para os hábitos que nascem como resposta à insónia e acabam por sustentá-la: deitar-se mais cedo «por precaução», ficar horas acordado debaixo dos lençóis, recuperar sono de dia e ao fim de semana, começar a noite com o pensamento de que também esta vai correr mal. O círculo fecha-se sozinho: quanto mais se esforça por dormir, menos consegue.

Quando por trás da insónia está uma doença

Por vezes o sono não está alterado por conta própria e, sem esclarecer a causa, nenhuma regra de higiene do sono servirá. Vale a pena pensar nisso se a insónia surgiu sem motivo aparente ou se resiste com teimosia.

  • Apneia do sono. Ressonar com pausas na respiração, despertares com falta de ar, moleza e dor de cabeça de manhã, sonolência durante o dia. A apneia não tratada faz subir a tensão e aumenta o risco de enfarte e de AVC, pelo que destas queixas se fala ao médico sem rodeios.
  • Síndrome das pernas inquietas. Uma sensação incómoda nas pernas em repouso que obriga a mexê-las e alivia a andar. Às vezes está por trás uma falta de ferro, que se procura nas análises.
  • Dor crónica de qualquer origem, da artrose a uma nevralgia.
  • Hipertiroidismo. À insónia juntam-se palpitações, suores, tremor e perda de peso com o apetite do costume.
  • Menopausa. Os afrontamentos e os suores noturnos acordam várias vezes.
  • As levantadas para urinar por problemas da próstata, diabetes ou insuficiência cardíaca.
  • Doenças neurológicas como a doença de Parkinson e as demências, que alteram o próprio ritmo de sono e vigília.
  • Perturbações psiquiátricas: ansiedade, doença bipolar, esquizofrenia. Na fase maníaca a necessidade de dormir cai e a pessoa não sente cansaço nenhum — isso é sinal de alarme, não uma vantagem.
  • Medicamentos. Perturbam o sono alguns fármacos para a tensão, as hormonas, os tratamentos para a asma, certos antidepressivos e os diuréticos tomados à noite. Não suspenda por sua conta o que lhe foi receitado: é motivo para rever o esquema com o médico.

Nas crianças, por trás do mau sono estão mais vezes os pesadelos, os terrores noturnos e o sonambulismo, além da falta de uma hora fixa para deitar.

O que resulta sem medicamentos

O tratamento principal da insónia crónica não é um comprimido, mas a reorganização do comportamento em torno do sono. Dá fruto mais devagar, só que o fruto fica depois de o tratamento acabar.

  • Uma única hora de levantar. Conta mais do que a hora de deitar e mais do que o fim de semana. Vai-se para a cama quando há mesmo sono; levanta-se com o despertador, tenha a noite corrido como tiver.
  • Não ficar na cama acordado. Se o sono não chegar em cerca de vinte minutos, levante-se, passe para outra divisão e faça algo tranquilo com pouca luz; volte quando os olhos começarem a fechar-se. A ideia é quebrar a associação entre a cama e estar desperto.
  • Não alargar o tempo na cama. Oito horas deitado para seis horas de sono só tornam esse sono mais partido.
  • Tirar o relógio da vista. A contagem «faltam-me quatro horas» dispara a ansiedade e acaba de acordar.
  • Uma hora de travagem antes de deitar: luz baixa, um duche ou um banho, um livro, tarefas sossegadas. O salto direto do ecrã para a almofada não resulta.
  • Luz natural e movimento de manhã. Um passeio à luz do dia acerta o relógio interno melhor do que qualquer ritual noturno. A atividade física intensa é melhor não a deixar para as últimas três ou quatro horas antes de dormir.
  • Jantar nem tardio nem pesado, cafeína não além de meio do dia e nada de álcool como sonífero.
  • Sesta curta e cedo, uns vinte minutos e antes do meio da tarde. Uma sesta longa e tardia rouba horas à noite.
  • Quarto escuro, silencioso e fresco. Cortinados, máscara e tampões para os ouvidos são recursos simples, muitas vezes subestimados.

E um aviso: depois de uma noite em branco não se conduz nem se trabalha com máquinas que exijam atenção. A falta de sono embota os reflexos tanto como o álcool, e quem a sofre não dá por isso.

O que se compra na farmácia e o que esperar daí

Os produtos sem receita são de dois tipos. Os de origem vegetal — valeriana, alfazema, erva-cidreira, passiflora — têm provas de eficácia fracas e, em regra, pouco malefício. Os outros levam um anti-histamínico com efeito sedativo: dão mesmo sono, mas o efeito gasta-se em poucos dias e na manhã seguinte deixam peso, boca seca e lentidão. Nas pessoas idosas encaixam mal, porque pioram a atenção, a memória e o equilíbrio, e uma queda nessa idade sai cara; estão contraindicados nos homens com dificuldade em urinar e em quem tem glaucoma.

A melatonina merece nota à parte: não age como sonífero, mas como sinal para o relógio interno, e por isso o seu lugar é sobretudo na mudança de fuso horário e nos ritmos desacertados. As condições de dispensa variam de país para país e o seu uso deve ser falado com o médico.

A regra geral é uma: um produto de farmácia destina-se a uma ou duas semanas, para quebrar uma fase má, e não ao uso continuado. Se durante meses não se dorme sem comprimido, o problema não está resolvido, apenas adiado. E diga sempre ao farmacêutico o que já toma: juntar vários sedativos é mais perigoso do que cada um deles isolado.

Quando é preciso um médico e o que lhe será proposto

Marque consulta se o sono não melhorou apesar dos hábitos corrigidos; se o problema se arrasta há meses; se por causa dele não dá conta do trabalho, dos estudos ou da casa; se adormece de dia contra a sua vontade. Procure ajuda no próprio dia se surgirem pensamentos de não querer viver, se a insónia vier acompanhada de tristeza profunda e da sensação de que nada tem saída, ou se alguém reparou em pausas na respiração enquanto dorme.

A primeira coisa que o médico faz é procurar a causa: pergunta pelos horários, pelo humor, pela dor, pelos medicamentos, pelo álcool e pelo ressonar, e pede análises quando são precisas, entre elas a função da tiroide e o ferro. É frequente pedir que se mantenha durante duas ou três semanas um diário do sono: a que horas se deitou, quanto tempo esperou pelo sono, quantas vezes acordou, como correu o dia. O diário retrata a situação com mais fidelidade do que a memória.

Na insónia crónica o tratamento de primeira escolha é a terapia cognitivo-comportamental: um programa curto de algumas sessões, presenciais ou em linha, em que se revêem os pensamentos e os hábitos que impedem de dormir e se reconstrói a rotina. Não age mais depressa do que um comprimido, mas o efeito mantém-se anos depois de terminado. Havendo suspeita de apneia ou de narcolepsia, o que interessa já não é o comportamento, mas um estudo noturno num centro do sono.

Os hipnóticos da família das benzodiazepinas e os fármacos aparentados receitam-se pouco e por pouco tempo — dias ou algumas semanas — nas insónias graves e quando o resto falhou. A prudência não é formalismo: a dependência instala-se depressa, ao suspender a insónia volta pior do que antes e de dia ficam sonolência e instabilidade. Se toma um destes fármacos há muito tempo, não o deixe de repente: o esquema de redução é o médico que o define.

Consulta em linha

A insónia é um daqueles temas em que a conversa vale mais do que o exame, pelo que a consulta em linha rende aqui ao máximo. O médico vai reconstituir como são as suas noites: se custa adormecer ou manter o sono, a que horas chega o despertar, o que passa pela cabeça nessa altura, como decorre depois o dia. Perguntará que medicamentos toma, quanto café e quanto álcool bebe, se ressona ou se lhe notaram pausas na respiração e se o humor mudou. No fim ficará claro se basta arrumar os horários, se convém um programa comportamental, se são precisas análises ou se chegou a altura de estudar o sono num centro especializado.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

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  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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5.0(23)

Taisiia Proida

Psiquiatria7 anos de experiência

Taisiia Proida é médica de clínica geral com especialização em saúde mental e terapeuta cognitivo-comportamental (CBT), membro da Associação Europeia de Psiquiatria. Realiza consultas online para adultos a partir dos 18 anos, combinando medicina baseada em evidências com uma abordagem personalizada no cuidado da saúde mental. É especializada em consultas e acompanhamento de uma ampla gama de condições, incluindo: 

  • Transtornos do humor: depressão, perturbação bipolar, depressão pós-parto.
  • Transtornos de ansiedade: ansiedade generalizada, TOC, ataques de pânico, fobias.
  • Perturbação de stress pós-traumático (PTSD) e PTSD complexo.
  • Perturbação de défice de atenção e hiperatividade (TDAH) e perturbações do espectro do autismo (PEA). A avaliação é realizada apenas após uma avaliação psiquiátrica inicial e numa consulta de seguimento.
  • Perturbações da personalidade e instabilidade emocional.
  • Ciclotimia e flutuações de humor.
  • Perturbações do espectro da esquizofrenia e condições associadas.

A Dra. Proida alia conhecimento clínico a uma abordagem empática, oferecendo apoio estruturado com base em práticas comprovadas. Integra técnicas da terapia cognitivo-comportamental com acompanhamento médico, com foco especial nos transtornos de ansiedade e depressivos. Atende pacientes de diferentes países e contextos culturais, adaptando a comunicação e as recomendações às necessidades individuais. Com experiência em ensaios clínicos internacionais (Pfizer, Merck), valoriza clareza, confiança e uma colaboração ativa com cada paciente.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Anastasiia Hladkykh

Psiquiatria15 anos de experiência

Dra Anastasiia Hladkykh é médica psicoterapeuta e psicóloga com mais de 14 anos de experiência no tratamento de pessoas com dependências e no apoio a familiares. Presta consultas online para adultos, combinando uma abordagem médica com técnicas psicológicas práticas e orientação emocional centrada no paciente.

Motivos de consulta:

  • Dependências: álcool, drogas, jogo, relações codependentes, comportamentos compulsivos.
  • Acompanhamento de familiares de pessoas com dependências, correção de padrões aditivos no seio familiar, prolongamento dos períodos de remissão.
  • Saúde mental: depressão, perturbação bipolar, TOC, ansiedade, fobias, trauma, luto, stress migratório e outras situações emocionais complexas.
  • Psicoeducação: explicações acessíveis sobre diagnósticos, condições e planos terapêuticos.
Abordagem terapêutica:
  • Estilo direto, empático e centrado no bem-estar do paciente.
  • Evita medicação sempre que possível, mas prescreve quando clinicamente necessário.
  • Formação certificada em várias técnicas: TCC, PNL (nível mestre), hipnose ericksoniana, abordagem sistémica, terapia simbólica e arte-terapia.
  • Cada consulta resulta num plano de ação claro e personalizado.
Experiência profissional:
  • Membro da associação Gesundheitpraktikerin na Alemanha e da organização «Mit dem Sonne in jedem Herzen».
  • Mais de 18 artigos publicados em revistas científicas internacionais.
  • Voluntária com refugiados ucranianos e militares na clínica universitária de Regensburg.
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