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Narcolepsia

Um cérebro saudável mantém uma fronteira nítida entre o sono e a vigília. Na narcolepsia essa fronteira esbate-se: de dia chega um sono a que não se consegue…

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

Um cérebro saudável mantém uma fronteira nítida entre o sono e a vigília. Na narcolepsia essa fronteira esbate-se: de dia chega um sono a que não se consegue resistir, de noite o sono parte-se aos bocados, e fenómenos que pertencem à fase dos sonhos irrompem em plena vigília — ficar imóvel ao acordar, ver imagens no limiar do sono, perder de repente o tono muscular por causa de uma gargalhada. É uma doença rara e para toda a vida, que costuma começar na adolescência, e até ao diagnóstico passam anos: o seu primeiro sinal confunde-se com demasiada facilidade com falta de sono, preguiça ou depressão.

Como se manifesta de dia

O sinal principal e indispensável é a sonolência diurna, mas não a que fica depois de uma noite em claro. É uma pressão de sono que chega em ondas: a pessoa adormece numa reunião, numa fila, à mesa, por vezes a meio de uma frase. A onda não se segura pela vontade, mas ao fim de meia hora recua sozinha.

Daí o pormenor pelo qual se reconhece a narcolepsia: uma sesta curta refresca. Quinze ou vinte minutos chegam para ficar lúcido durante uma ou duas horas. Nas apneias do sono ou na depressão, dormir de dia não alivia.

Entre os adormecimentos evidentes surgem microssonos de alguns segundos que a própria pessoa não nota: falta um pedaço do filme, perde-se o fio de uma frase. A par disso está o comportamento automático: continua a escrever, a andar, a mexer o tacho, mas a consciência está desligada e depois fica um vazio — linhas sem sentido no caderno, objetos em sítios impensados. Visto de fora tudo isto parece indiferença, e é por isso que aos adolescentes se chama preguiçosos.

Cataplexia: fraqueza desencadeada por uma emoção

É o sintoma mais característico e não o têm todos. A cataplexia é uma perda súbita do tono muscular desencadeada por uma emoção forte. O gatilho clássico é o riso ou uma piada bem contada; menos vezes a raiva, a surpresa, a alegria.

Na maioria das vezes a fraqueza é parcial: cai o maxilar, a fala fica arrastada, a cabeça pende, os joelhos cedem, escapa da mão o que se segurava. Por vezes a pessoa desaba por inteiro. O episódio dura de alguns segundos a uns dois minutos e passa sozinho.

Há um traço que separa a cataplexia do desmaio e de uma crise convulsiva, e convém guardá-lo: a consciência mantém-se por completo. A pessoa ouve tudo, percebe e depois recorda; apenas não consegue responder nem mexer-se. No desmaio e na crise epilética a consciência perde-se.

Nas crianças o quadro é outro e menos reconhecível: em vez de quedas claras surgem a boca entreaberta, as pálpebras descaídas, a língua de fora, caretas e uma marcha instável. É muitas vezes tomado por doença neurológica ou por palhaçada.

O que acontece à noite

Ao contrário do que se esperaria, quem tem narcolepsia dorme mal de noite. A duração total do sono é em geral normal, mas a estrutura está partida: adormece-se quase de imediato, entra-se logo na fase dos sonhos saltando a sequência habitual e acorda-se muitas vezes. Daí a sonolência diurna e a sensação de que a noite não descansa.

Nas margens do sono surgem outros dois fenómenos. A paralisia do sono: ao adormecer ou, mais vezes, ao acordar, a pessoa está plenamente consciente mas não consegue mexer-se nem dizer uma palavra. Dura de segundos a alguns minutos e não faz mal, embora se viva com angústia. As alucinações no limiar do sono não são vozes na cabeça, mas um sonho que transbordou para a vigília: um vulto no quarto, passos, um toque, a presença de alguém. Parecem absolutamente reais, e é por isso que assustam.

Os sonhos na narcolepsia são vívidos e muitas vezes desagradáveis, e por vezes a pessoa representa fisicamente o que sonha: fala, agita os braços, levanta-se de repente, atinge quem dorme ao lado. Vale a pena contá-lo ao médico: grande parte disto tem tratamento.

Porque surge

No hipotálamo existe um pequeno grupo de células que produzem orexina, também chamada hipocretina. É essa substância que mantém o cérebro em vigília e impede que a fase dos sonhos invada o dia. Na narcolepsia com cataplexia essas células morrem quase por completo e a orexina desaparece — o que explica todo o quadro de uma só vez: os adormecimentos, a cataplexia e a noite despedaçada.

Quem destrói as células é, ao que tudo indica, o próprio sistema imunitário. Em quase todos os doentes encontra-se uma variante específica dos genes de histocompatibilidade, mas por si só nada decide: a mesma variante existe em uma em cada cinco pessoas saudáveis. A predisposição é necessária, mas não chega.

O que põe o processo em marcha só é conhecido em parte. Há uma ligação identificada com infeções anteriores, a estreptocócica e a gripe pelo vírus H1N1. O aumento de casos depois da campanha de vacinação de 2009-2010 foi associado a uma vacina da gripe concreta que continha um reforço especial da resposta imunitária; o risco foi pequeno, essa vacina foi retirada há anos e nada disto se transfere para as vacinas da gripe atuais.

À parte fica a narcolepsia secundária, quando essas mesmas zonas do cérebro foram danificadas por algo visível: um traumatismo craniano grave, um tumor, uma esclerose múltipla, uma encefalite passada. Procura-se quando a sonolência aparece de forma súbita num adulto e vem acompanhada de outras alterações neurológicas. A hereditariedade pesa pouco: na família não costuma haver mais ninguém afetado.

Como se chega ao diagnóstico

Aqui a conversa e o exame não bastam: para confirmar uma narcolepsia é preciso medir como a pessoa adormece. Mas primeiro excluem-se as causas muito mais frequentes de sonolência diurna: dormir pouco, o trabalho por turnos, as apneias do sono, a depressão, o hipotiroidismo e os efeitos secundários de medicamentos.

  • Diário do sono durante uma a duas semanas, por vezes com uma pulseira que regista o movimento: confirma que a pessoa dorme realmente o suficiente, sem o que os exames seguintes nada significam.
  • Polissonografia: uma noite no laboratório do sono com registo das ondas cerebrais, dos movimentos oculares, do tono muscular, da respiração e do oxigénio no sangue. Serve sobretudo para excluir outras doenças do sono.
  • Teste das latências múltiplas do sono: no dia seguinte pede-se à pessoa que faça várias sestas e mede-se quanto tempo demora a adormecer e com que rapidez entra na fase dos sonhos. Na narcolepsia o sono chega muito depressa e os sonhos começam quase de imediato, ao passo que uma pessoa saudável precisa de mais de uma hora. É o exame decisivo.
  • Doseamento da orexina no líquido cefalorraquidiano por punção lombar: um valor muito baixo confirma o diagnóstico com segurança. Faz-se quando o quadro é duvidoso.

O que não esperar das análises. As análises ao sangue correntes não detetam a narcolepsia; servem para afastar outras causas. O teste genético por si só não estabelece nem exclui o diagnóstico. E um pormenor prático: os antidepressivos falseiam o resultado do teste das latências, por isso são suspensos com antecedência e de forma gradual, segundo o esquema do médico, e nunca por iniciativa própria mesmo antes do exame.

O que ajuda na rotina do dia

Os medicamentos rendem mais quando por baixo há um dia bem organizado, e nas formas ligeiras a rotina por vezes chega sozinha.

  • Sestas curtas programadas: duas ou três por dia, de quinze a vinte minutos, sempre à mesma hora, sem esperar que a onda chegue. É o recurso não farmacológico mais eficaz.
  • Hora fixa para deitar e levantar, fins de semana incluídos: desacertar o horário durante dois dias paga-se com uma semana de sonolência.
  • Uma hora calma antes de dormir e um quarto fresco e silencioso. Refeições pesadas e álcool à noite estilhaçam um sono já frágil.
  • Mexer-se durante o dia reduz a sonolência e ajuda no peso, que na narcolepsia sobe com facilidade e não só por sedentarismo.
  • Cuidado com os produtos sem receita: muitos remédios para constipação e alergia dão sono por si próprios; peça na farmácia alternativas que não o façam.

E uma palavra sobre quem está à volta. Aos professores e à entidade patronal vale a pena explicar o que se passa: quase sempre se consegue acordar um horário flexível e um sítio onde dormir vinte minutos. O ânimo sofre com frequência, e isso não é fraqueza de carácter: do abatimento e da ansiedade fala-se ao médico com a mesma naturalidade com que se fala da sonolência.

Os medicamentos

A narcolepsia não se cura, mas grande parte do que provoca pode ser retirada. A escolha parte do que mais estorva: a sonolência, a cataplexia ou a noite despedaçada.

Contra a sonolência receitam-se fármacos que sustentam a vigília: tanto estimulantes mais antigos como medicamentos recentes com outro mecanismo. Tomam-se de manhã e a dose sobe aos poucos. Os efeitos adversos habituais são dor de cabeça, náuseas, nervosismo, dificuldade em adormecer e subida da tensão, pelo que se vigiam tensão e pulso.

Contra a cataplexia usam-se fármacos do grupo dos antidepressivos, em doses que suprimem a fase dos sonhos; o estado de ânimo nada tem a ver com isso. Existe ainda um medicamento que se bebe à noite em duas tomas e que atua ao mesmo tempo sobre as três faces da doença: a cataplexia, o sono noturno e a sonolência diurna. As suas regras são rígidas: não se associa a álcool nem a comprimidos para dormir, exige um intervalo depois das refeições e proíbe conduzir durante várias horas.

O que não se deve fazer sozinho. Parar de repente os fármacos contra a cataplexia é perigoso: ela pode voltar em avalanche, com episódios seguidos durante horas. Só se retiram gradualmente e com o médico. E algo que muitas vezes se esquece: os fármacos que sustentam a vigília tornam menos fiáveis as pílulas contracetivas hormonais, por isso a contraceção e a gravidez conversam-se com antecedência, já que alguns medicamentos terão de ser substituídos nesse período.

Segurança: ao volante e fora dele

A narcolepsia não é uma condenação para a carta de condução, mas também não é algo que se possa calar. As regras variam de país para país e têm uma base comum: o diagnóstico deve ser comunicado à entidade que emite a carta e segue-se uma avaliação. Em geral é autorizado conduzir se a sonolência estiver controlada pelo tratamento e a pessoa for vigiada com regularidade. Esconder o diagnóstico é arriscar a vida e o seguro.

As regras do dia a dia são simples: não se pôr ao volante com sono nem tentar aguentar até casa, partir as viagens longas com sestas programadas, não nadar sozinho, ter mais cuidado ao fogão, junto de máquinas e em altura. Um episódio que calhe numa escada ou diante de uma panela a ferver é mais perigoso do que o próprio episódio.

Chame uma ambulância (em Espanha, Itália, Portugal, Polónia e Ucrânia o número único europeu é o 112) se:

  • não conseguir acordar a pessoa e a respiração for lenta ou irregular, sobretudo se o medicamento noturno tiver sido tomado com álcool ou com um sedativo;
  • os episódios de cataplexia se sucederem e a pessoa estiver há horas sem conseguir mexer-se;
  • surgirem convulsões, fraqueza num braço ou numa perna, alteração da fala, dor de cabeça intensa, visão dupla ou confusão: isto já não é narcolepsia.

Consulta em linha com o médico

A consulta à distância dá jeito no primeiro passo, quando não se percebe se é narcolepsia ou algo mais comum. O médico vai por ordem: quanto dorme na realidade, se uma sesta curta o refresca, se surge fraqueza ao rir-se, se há ressonar e pausas na respiração, que medicação toma. Com estas respostas dirá o que verificar primeiro e se é preciso referenciação a um laboratório do sono, porque o diagnóstico faz-se lá e nenhuma conversa o substitui.

Com o diagnóstico já feito, em linha trata-se bem do corrente: rever o diário do sono, encaixar as sestas no horário, discutir efeitos adversos, contraceção e planeamento de uma gravidez, ou como explicar-se à entidade patronal ou à escola. Os limites são claros: a polissonografia e o teste das latências não se fazem através de um ecrã, e perante alterações neurológicas ou alguém que não se consegue acordar é preciso uma ambulância.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Sergey Ilyasov

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Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

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  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Taisiia Proida

Psiquiatria7 anos de experiência

Taisiia Proida é médica de clínica geral com especialização em saúde mental e terapeuta cognitivo-comportamental (CBT), membro da Associação Europeia de Psiquiatria. Realiza consultas online para adultos a partir dos 18 anos, combinando medicina baseada em evidências com uma abordagem personalizada no cuidado da saúde mental. É especializada em consultas e acompanhamento de uma ampla gama de condições, incluindo: 

  • Transtornos do humor: depressão, perturbação bipolar, depressão pós-parto.
  • Transtornos de ansiedade: ansiedade generalizada, TOC, ataques de pânico, fobias.
  • Perturbação de stress pós-traumático (PTSD) e PTSD complexo.
  • Perturbação de défice de atenção e hiperatividade (TDAH) e perturbações do espectro do autismo (PEA). A avaliação é realizada apenas após uma avaliação psiquiátrica inicial e numa consulta de seguimento.
  • Perturbações da personalidade e instabilidade emocional.
  • Ciclotimia e flutuações de humor.
  • Perturbações do espectro da esquizofrenia e condições associadas.

A Dra. Proida alia conhecimento clínico a uma abordagem empática, oferecendo apoio estruturado com base em práticas comprovadas. Integra técnicas da terapia cognitivo-comportamental com acompanhamento médico, com foco especial nos transtornos de ansiedade e depressivos. Atende pacientes de diferentes países e contextos culturais, adaptando a comunicação e as recomendações às necessidades individuais. Com experiência em ensaios clínicos internacionais (Pfizer, Merck), valoriza clareza, confiança e uma colaboração ativa com cada paciente.

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Anastasiia Hladkykh

Psiquiatria15 anos de experiência

Dra Anastasiia Hladkykh é médica psicoterapeuta e psicóloga com mais de 14 anos de experiência no tratamento de pessoas com dependências e no apoio a familiares. Presta consultas online para adultos, combinando uma abordagem médica com técnicas psicológicas práticas e orientação emocional centrada no paciente.

Motivos de consulta:

  • Dependências: álcool, drogas, jogo, relações codependentes, comportamentos compulsivos.
  • Acompanhamento de familiares de pessoas com dependências, correção de padrões aditivos no seio familiar, prolongamento dos períodos de remissão.
  • Saúde mental: depressão, perturbação bipolar, TOC, ansiedade, fobias, trauma, luto, stress migratório e outras situações emocionais complexas.
  • Psicoeducação: explicações acessíveis sobre diagnósticos, condições e planos terapêuticos.
Abordagem terapêutica:
  • Estilo direto, empático e centrado no bem-estar do paciente.
  • Evita medicação sempre que possível, mas prescreve quando clinicamente necessário.
  • Formação certificada em várias técnicas: TCC, PNL (nível mestre), hipnose ericksoniana, abordagem sistémica, terapia simbólica e arte-terapia.
  • Cada consulta resulta num plano de ação claro e personalizado.
Experiência profissional:
  • Membro da associação Gesundheitpraktikerin na Alemanha e da organização «Mit dem Sonne in jedem Herzen».
  • Mais de 18 artigos publicados em revistas científicas internacionais.
  • Voluntária com refugiados ucranianos e militares na clínica universitária de Regensburg.
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Pedro Alvarez Guerrero

Psiquiatria8 anos de experiência

O Dr. Álvarez Guerrero licenciou-se em Medicina na Universidade San Pablo CEU, em Madrid. Posteriormente, realizou a especialidade de Psiquiatria no Departamento de Psiquiatria do Hospital Sant Joan de Déu de Manresa (Barcelona), onde, ao longo de quatro anos, adquiriu uma sólida formação no modelo bio-psico-social, desenvolvendo-se nas diversas áreas da saúde mental.

Durante o internato, realizou estágios formativos no Hospital Clínic de Barcelona, onde permaneceu durante vários meses na unidade de interconsultas psiquiátricas. Realizou igualmente outro estágio no Hospital de Cruces de Bilbao, na unidade de primeiros episódios psicóticos.

Ao longo da sua carreira profissional, o Dr. Álvarez Guerrero procurou complementar a sua formação médica com ferramentas psicoterapêuticas que lhe permitam abordar as perturbações da saúde mental numa perspetiva integral. Por esse motivo, especializou-se em Psicoterapia Breve Estratégica através da Sociedade Espanhola de Medicina Psicossomática e Psicoterapia, uma abordagem centrada em intervenções focalizadas e eficazes.

Com o objetivo de aprofundar o conhecimento e a utilização racional dos tratamentos, concluiu ainda um Mestrado em Psicofarmacologia pela Universidade de Valência, o que lhe permitiu integrar de forma rigorosa a evidência científica mais atual na prática clínica dos psicofármacos.

Demonstrou igualmente um interesse especial pela área da psiquiatria legal, tendo concluído um Mestrado Oficial em Psicopatologia Legal, Forense e Criminológica pela Universitat Internacional de Catalunya. Esta formação permitiu-lhe adquirir as competências necessárias para a elaboração de relatórios periciais psiquiátricos em contextos judiciais e médico-legais, alargando assim o âmbito da sua atividade profissional.

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Cristina Andrada Brazo

Medicina geralMedicina do sono16 anos de experiência

A Dra. Cristina Andrada Brazo é uma médica espanhola altamente experiente, com mais de 15 anos de prática clínica em medicina de urgência, cuidados urgentes e neurofisiologia clínica. Realiza consultas médicas online para pacientes em toda a Espanha, prestando assistência tanto a residentes como a visitantes internacionais, com aconselhamento médico atempado, diagnóstico, recomendações terapêuticas e prescrição eletrónica sempre que clinicamente indicada.

Como médica licenciada e totalmente integrada no sistema espanhol de receita eletrónica, a Dra. Andrada pode emitir prescrições eletrónicas legalmente válidas após uma avaliação médica realizada durante uma consulta online. Quer necessite de apoio para uma doença aguda, renovação de receita médica, sintomas neurológicos ou questões de saúde relacionadas com viagens, oferece cuidados médicos cómodos, centrados no paciente, sem necessidade de deslocação a uma clínica.

A Dra. Andrada combina uma vasta experiência em medicina de urgência com conhecimentos avançados em neurologia, epilepsia, medicina do sono e cefaleias. A sua experiência clínica internacional inclui vários anos de trabalho na Suíça, onde colaborou com equipas multidisciplinares em serviços de urgência hospitalar e departamentos de neurologia. Esta experiência reforçou o seu compromisso com a medicina baseada na evidência, uma comunicação empática e a prestação de cuidados de saúde de elevada qualidade.

Licenciou-se em Medicina pela Universidade de Sevilha e concluiu a especialização em Neurofisiologia Clínica no Hospital Virgen de la Salud e no Hospital Nacional de Paraplégicos, em Toledo. Atualmente exerce funções como Especialista em Neurofisiologia Clínica no Hospital San Pedro, em Logroño.

Com o objetivo de aprofundar continuamente os seus conhecimentos, a Dra. Andrada concluiu várias formações pós-graduadas, incluindo mestrados em Fisiologia e Medicina do Sono, Profissionalismo Médico e Prática Clínica, Epilepsia e Gestão Clínica.

Os pacientes valorizam a qualidade das suas consultas, as recomendações terapêuticas práticas e a sua abordagem empática. Fala espanhol, francês e português, garantindo uma comunicação clara e confortável com pacientes de diferentes nacionalidades.

Condições tratadas pela Dra. Cristina Andrada em consulta online

A Dra. Andrada realiza consultas online para uma ampla variedade de problemas de saúde frequentes, incluindo:

  • Febre, gripe, sintomas de COVID-19, dor de garganta e infeções respiratórias
  • Sinusite, bronquite, tosse e alergias sazonais
  • Infeções do trato urinário (ITU)
  • Enxaquecas e cefaleias de tensão
  • Tonturas e vertigens
  • Epilepsia e acompanhamento de crises epiléticas
  • Perturbações do sono, incluindo insónia e alterações do ritmo circadiano
  • Azia, gastrite, diarreia e obstipação
  • Dor nas costas, lesões musculares e dores articulares
  • Pequenas infeções cutâneas e reações alérgicas
  • Fadiga e avaliação médica geral
  • Renovação de receitas para tratamentos crónicos quando clinicamente apropriado
  • Consultas de seguimento após cirurgia ou tratamentos médicos anteriores
  • Aconselhamento em medicina do viajante e cuidados preventivos
  • Interpretação de análises laboratoriais e relatórios médicos

Caso a sua situação clínica exija avaliação presencial urgente ou cuidados de emergência, a Dra. Andrada indicará os passos mais adequados a seguir.

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Marque uma consulta online segura com a Dra. Cristina Andrada Brazo através da Oladoctor e receba aconselhamento médico profissional de uma médica espanhola experiente sem sair de casa. As consultas online estão disponíveis para adultos em toda a Espanha, proporcionando acesso rápido a cuidados médicos e à emissão de receitas eletrónicas sempre que clinicamente indicado.

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Tetiana Radchuk

PsiquiatriaNeurologia11 anos de experiência

Tetiana Radchuk é médica especialista em psiquiatria, psicoterapia e neurologia. Realiza consultas online para adultos com perturbações do humor, perturbações de ansiedade e condições neurológicas que afetam o sono, o funcionamento diário e a qualidade de vida.

A combinação destas três especialidades permite uma avaliação abrangente da saúde mental e neurológica, contribuindo para um plano terapêutico individualizado.

Áreas de atuação

  •  depressão, humor deprimido, astenia e exaustão emocional; 
  •  perturbações de ansiedade, ataques de pânico, fobias e ansiedade generalizada; 
  •  insónia e outras perturbações do sono; 
  •  perturbação bipolar e outras perturbações do humor; 
  •  perturbação obsessivo-compulsiva (POC); 
  •  PHDA e perturbação do espetro do autismo (PEA) em adultos: avaliação e acompanhamento; 
  •  perturbações psicossomáticas, reações ao stress e perturbações de adaptação; 
  •  cefaleias, enxaqueca e perturbações do sistema nervoso autónomo; 
  •  seleção, ajuste e monitorização da terapêutica farmacológica, bem como acompanhamento psicoterapêutico. 

Na sua prática clínica, Tetiana Radchuk combina medicina baseada na evidência, rigor clínico e uma abordagem centrada no doente. O diagnóstico e o tratamento seguem recomendações clínicas atuais, sendo as decisões tomadas em conjunto com cada pessoa. As consultas online permitem um acesso cómodo, confidencial e atempado aos cuidados especializados.

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