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Neuralgia do pudendo

O nervo pudendo trata da sensibilidade do períneo, dos genitais externos e da zona do ânus, e comanda ainda os músculos que retêm a urina e as fezes.

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

O nervo pudendo trata da sensibilidade do períneo, dos genitais externos e da zona do ânus, e comanda ainda os músculos que retêm a urina e as fezes. Quando esse nervo está lesado ou preso, começa a enviar dor sem motivo nenhum: é assim que nasce a neuralgia do pudendo. A doença é rara mas reconhecível, e o seu maior problema não é a raridade e sim o embaraço, porque desta dor custa falar. Há quem passe anos a tratar uma prostatite, uma cistite ou hemorroidas, a mudar de médico e a ouvir que «as análises estão boas». A seguir, sem rodeios: como é esta dor, por que sinais se reconhece, porque não se vê na ressonância e o que se faz com ela.

Que dor é esta

A dor sente-se no períneo, a faixa entre os genitais externos e o ânus, e também nos próprios genitais e à volta do ânus; por vezes irradia para a nádega e para a face interna da coxa. Nas mulheres envolve a vulva, o clítoris e a entrada da vagina; nos homens o pénis e o escroto, sobretudo a zona da base.

O seu carácter é o típico da dor nervosa: ardor como se tivesse havido uma escaldadura, choques semelhantes a descargas elétricas, sensação de pele em carne viva, formigueiro, uma tensão que não larga. A pele do períneo pode adormecer ou, pelo contrário, ficar tão sensível que a costura da roupa interior incomoda. Muita gente descreve a sensação de ter alguma coisa lá dentro: como estar sentado sobre uma bola de golfe, ou como se algo tivesse ficado preso no reto ou na vagina.

Em regra dói de um lado só, embora possa doer dos dois. Raramente chega de repente: costuma crescer ao longo de semanas e meses. E quase nunca acorda de noite: adormecer consegue-se, ao passo que o dia se torna mais pesado hora a hora.

Porque sentado dói e de pé ou deitado alivia

É o traço mais reconhecível e vale a pena verificá-lo em si próprio. Na neuralgia do pudendo a dor aumenta na posição de sentado e acalma quando a pessoa se levanta ou se deita. Ao fim do dia, depois de horas ao volante ou à secretária, é pior do que de manhã.

Há ainda uma pista mais subtil: na sanita costuma não doer. A explicação é simples: numa cadeira comum o peso assenta sobre as tuberosidades isquiáticas, entre as quais passa o nervo, enquanto num assento com abertura essa zona fica livre. Se deu por si a sentar-se apenas na beira da cadeira, a pôr uma almofada, a conduzir de lado ou a preferir ir de pé nos transportes, conte-o ao médico: faz parte do quadro.

Por isso a doença estraga o dia a dia mais do que parece: não se aguenta sentado um dia de trabalho, uma viagem, um almoço com amigos, uma visita à família. Daí vêm o cansaço, a irritabilidade e o ânimo em baixo, que também merecem ser nomeados na consulta.

O que mais muda

O nervo pudendo não serve apenas a pele, pelo que as queixas raramente se ficam pela dor:

  • vontade frequente de urinar, sensação de que a bexiga não esvaziou por completo, ardor ao urinar;
  • dor ao evacuar e depois, e obstipação, em parte porque a pessoa começa a adiar a ida à casa de banho com medo da dor;
  • sensação de enfartamento ou de pressão no reto ou na vagina;
  • dor durante as relações sexuais e depois delas;
  • nos homens, dificuldade de ereção; em mulheres e homens, dificuldade em chegar ao orgasmo e orgasmo doloroso;
  • por vezes o inverso: uma sensação insistente de excitação sem desejo, que não passa e desgasta.

Nada disto é cómodo de dizer em voz alta, mas tem de ser enumerado por inteiro ao médico: sem estes pormenores o diagnóstico é quase impossível de montar, e metade deles aponta diretamente para o nervo.

Porque o diagnóstico chega tarde e como se chega a ele

O diagnóstico atrasa-se por duas razões. A primeira é que as queixas coincidem com doenças muito mais frequentes, nas quais o médico pensa primeiro: nos homens a prostatite crónica e a síndrome de dor pélvica crónica, nas mulheres a cistite, a vulvodinia e a endometriose, em todos as hemorroidas e a fissura. A segunda razão pesa mais: a neuralgia do pudendo não tem análise nem exame de imagem que a mostre.

Digamo-lo com clareza: na ressonância esta doença não se vê. A ressonância magnética, a tomografia e a ecografia servem aqui não para encontrar a neuralgia mas para excluir aquilo que pode comprimir o nervo ou disfarçar-se dele: um tumor pélvico, alterações do sacro, uma hérnia discal, uma infeção. Um exame limpo não anula o diagnóstico nem significa que a dor seja inventada. A eletromiografia também não o confirma em todos os casos.

O diagnóstico assenta em critérios clínicos, ou seja, no conjunto dos sinais. O médico procura:

  • dor no território de que o nervo pudendo se ocupa;
  • agravamento da dor ao sentar e alívio de pé ou deitado;
  • ausência de despertares noturnos por causa dessa dor;
  • ausência de uma perda de sensibilidade evidente ao exame, porque um défice verdadeiro leva a procurar outra causa;
  • dor à pressão de um ponto concreto no toque vaginal ou retal;
  • redução da dor após um bloqueio diagnóstico do nervo com anestésico local.

O bloqueio funciona aqui como prova: se depois da injeção a dor desaparece durante algum tempo, é um argumento forte a favor do diagnóstico e ao mesmo tempo uma maneira de aliviar. O toque vaginal ou retal não é humilhação nem formalidade: é com o dedo que o médico encontra aquele ponto doloroso que nenhum aparelho mostra.

Quando é preciso o médico de imediato

A neuralgia em si não põe a vida em risco, mas sensações parecidas são dadas por quadros que não podem esperar. Chame uma ambulância (em Portugal, Espanha, Itália, Polónia e Ucrânia funciona o número único 112) se surgir:

  • adormecimento do períneo e da face interna das coxas, a zona que assentaria numa sela, juntamente com incapacidade de urinar ou, pelo contrário, com perda de urina ou de fezes;
  • a isso somada fraqueza nas pernas, instabilidade, sensação de pernas moles;
  • dor perineal com inchaço que cresce depressa, vermelhidão ou escurecimento da pele e febre alta, sobretudo em pessoas com diabetes, porque uma infeção purulenta nesta zona avança a grande velocidade.

É preciso ver o médico nesse mesmo dia, e não daqui a uma semana, se a dor apareceu de repente e pela primeira vez, se vem acompanhada de perda de peso, sangue na urina ou nas fezes ou de um nódulo que se apalpa, ou se houve há pouco tempo uma fratura do sacro ou do cóccix. Não são as causas mais frequentes, mas é por causa delas que a consulta não deve ser adiada.

Como se trata

Solução rápida aqui não existe, e é melhor sabê-lo de antemão. Um nervo que aprendeu a doer precisa de tempo, e o tratamento compõe-se quase sempre de várias peças ao mesmo tempo.

  • Fisioterapia do pavimento pélvico. É a primeira linha e a parte mais subestimada. O profissional trabalha os músculos do períneo em tensão, ensina a soltá-los, desfaz o espasmo e ajusta posturas e cargas. Uma advertência: os habituais exercícios de fortalecimento do pavimento pélvico aqui costumam piorar as coisas, pelo que é preciso alguém que saiba tratar dor e não incontinência.
  • Medicamentos para a dor nervosa. Os analgésicos correntes quase não pegam nesta dor. Ajudam fármacos de outros grupos: antidepressivos tricíclicos, antidepressivos de ação dupla e anticonvulsivantes gabapentinoides. A dose sobe por etapas e o efeito avalia-se ao fim de várias semanas. Os opioides não resolvem a longo prazo e com o uso prolongado aumentam eles próprios a sensibilidade à dor.
  • Bloqueios do nervo. Injeção de anestésico local, por vezes com corticoide, ao longo do trajeto do nervo com orientação por ecografia ou tomografia. Dão tréguas e ajudam a confirmar que se está a olhar para o sítio certo.
  • Radiofrequência e neuromodulação. Ponderam-se quando os bloqueios ajudam, mas por pouco tempo.
  • Cirurgia. Libertação do nervo da compressão. Considera-se quando o aprisionamento está demonstrado e o tratamento conservador foi honestamente tentado. A melhoria não chega de repente mas ao longo de meses.
  • Trabalho com um psicólogo. Não porque a dor esteja «na cabeça». A dor de longa duração reorganiza o sistema nervoso, e a terapia cognitivo-comportamental é uma forma demonstrada de lhe baixar a intensidade e de recuperar a vida, não uma confissão de que se inventou tudo.

O que pode fazer sozinho

  • Reduza o tempo sentado: levante-se a cada vinte ou trinta minutos, trabalhe parte do dia de pé e faça paragens nas viagens longas.
  • Arranje uma almofada com abertura sob o períneo, retangular com uma fenda ou em forma de U. A boia redonda em geral não ajuda e por vezes agrava a dor.
  • Ponha a bicicleta de parte enquanto durar a dor. Se desistir dela for impossível, é preciso um selim com canal central e uma posição de costas direitas, para que o peso assente nas tuberosidades isquiáticas.
  • Evite os esforços que pioram o quadro: agachamentos profundos, flexões com peso, levantar cargas e horas ao volante.
  • Não deixe instalar-se a obstipação: fibra, água e, se for preciso, um laxante suave. Fazer força lesa o nervo de forma direta.
  • Use roupa interior e calças largas e abandone as peças justas e os cintos apertados.
  • Um banho morno e o calor local dão a muita gente uma ou duas horas de alívio: não é tratamento, mas é uma pausa.
  • Mantenha um diário curto do que agravou e do que aliviou a dor. Ao fim de um mês será o papel mais útil da consulta.

Consulta em linha

Desta dor fala-se com dificuldade, e uma conversa a partir de casa é muitas vezes a primeira em que a pessoa chama as coisas pelos nomes. Em linha pode descrever tudo com calma e perceber se o quadro se enquadra numa neuralgia do pudendo ou se parece antes outra coisa; preparar a lista dos exames que são de facto necessários para não andar em círculos; rever imagens e relatórios já feitos; discutir que medicamento para a dor nervosa propor ao médico e como julgar o efeito; procurar um fisioterapeuta de pavimento pélvico e esclarecer a que especialista pedir encaminhamento. A observação presencial continuará a ser precisa, porque sem toque interno o diagnóstico não se confirma, e perante adormecimento do períneo com retenção de urina ou perdas é preciso uma ambulância e não uma marcação.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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