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Quedas

Cair pode acontecer a qualquer pessoa, mas depois dos sessenta uma queda deixa de ser um simples desajeitamento.

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

Cair pode acontecer a qualquer pessoa, mas depois dos sessenta uma queda deixa de ser um simples desajeitamento. Nessa idade o osso parte-se da altura do próprio corpo, e umas horas passadas no chão sem ajuda fazem por vezes mais estragos do que a própria fratura. Há ainda um segundo lado de que se fala menos: uma queda quase nunca é puro acaso. Por trás costuma estar algo corrigível, como a tensão que desce ao levantar, um comprimido para dormir a mais, óculos por rever, pernas fracas. Esclarecida a causa, as quedas tornam-se nitidamente menos frequentes, e essa é uma das poucas intervenções da medicina com efeito demonstrado.

Os primeiros minutos no chão

Não se levante de repente. Fique deitado um minuto, recupere o fôlego e verifique-se: os braços e as pernas mexem-se, onde dói, há sangue, a cabeça anda à roda. Só depois decida se se levanta sozinho.

Se sentir que consegue, levante-se por partes e não de um puxão: role para um dos lados, empurre com os braços até ficar de gatas e rasteje até algo estável, um cadeirão pesado, a cama, a banheira. Traga à frente a perna mais forte com toda a planta do pé assente e erga-se apoiando-se nas mãos. Já de pé não se apresse: sente-se e descanse até passar a fraqueza.

Se levantar-se não resultar, a tarefa muda: agora o que conta é pedir ajuda e não arrefecer. Pegue no telemóvel ou carregue no botão de alarme. Se não os tiver ao alcance, bata no radiador, na parede, no chão e chame os vizinhos, porque as pancadas atravessam as lajes melhor do que a voz. Tape-se com tudo o que alcançar, uma manta, um casaco, uma toalha de mesa, um tapete enrolado; o chão rouba calor mais depressa do que parece. Mexa os braços e as pernas, trabalhe os dedos e mude de posição pelo menos de meia em meia hora. Ficar horas apoiado sobre o mesmo lado é perigoso por si só: o músculo comprimido começa a morrer, os produtos da sua destruição castigam os rins, o corpo perde água e calor e nas saliências ósseas formam-se úlceras de pressão em poucas horas. É exatamente por isso que o telemóvel se traz no bolso e não se deixa na mesa de cabeceira do quarto ao lado.

Quando chamar a ambulância

Chame uma ambulância (na Europa vigora o número único 112) se depois da queda surgir sequer uma destas coisas:

  • a pessoa não consegue levantar-se ou não consegue apoiar a perna;
  • uma perna parece mais curta do que a outra e o pé está rodado para fora: é assim que fica a perna numa fratura da anca;
  • houve pancada na cabeça, sobretudo com perda de consciência, vómitos, confusão, dor de cabeça forte, sonolência ou pupilas desiguais;
  • a pessoa toma medicamentos que tornam o sangue mais fluido e bateu com a cabeça, mesmo que por fora esteja tudo bem: o sangue por baixo das membranas do cérebro pode acumular-se devagar e dar sintomas dias ou semanas mais tarde;
  • a queda foi precedida de desmaio, ou a pessoa não se lembra de como foi parar ao chão;
  • surgem dor no peito, falta de ar, batimento irregular, fraqueza num braço ou numa perna, boca torta ou dificuldade em falar;
  • há dor forte nas costas ou no pescoço com formigueiro ou dormência nos membros;
  • a ferida é profunda ou a hemorragia não para com compressão;
  • a pessoa esteve várias horas no chão.

Enquanto a ajuda não chega, quem caiu não se levanta à força nem se arrasta: com uma fratura da anca ou uma lesão da coluna isso piora tudo. Tape a pessoa, ponha-lhe algo macio debaixo da cabeça e fique ao lado dela.

Uma queda raramente é acaso

«Foi só um tropeção» é a explicação mais frequente e a mais enganadora. O que merece atenção é o segundo anterior à queda. Se a vista escureceu ao pôr-se de pé, é provável que a tensão desça com a mudança de posição. Se tudo começou a rodar ao virar-se na cama ou ao olhar para uma prateleira alta, assemelha-se à vertigem posicional benigna, provocada por cristais deslocados no ouvido interno: incomodativa, mas resolve-se com manobras da cabeça em uma ou duas sessões. Se não ficou memória nenhuma, houve desmaio, e isso já é assunto do coração, porque uma arritmia ou uma válvula aórtica apertada deitam a pessoa abaixo sem qualquer aviso. E uma série repentina de quedas e confusão numa pessoa idosa significa muitas vezes uma infeção urinária ou uma pneumonia, que nessa idade decorrem sem febre e sem tosse.

Entre as causas mais lentas, as habituais são a fraqueza dos músculos da coxa e da barriga da perna, a artrose dos joelhos e dos pés, as sequelas de um acidente vascular cerebral, a doença de Parkinson, a demência, a lesão dos nervos na diabetes, a perda de visão e de audição, a desidratação e a desnutrição. Linha à parte para o álcool: afeta o equilíbrio mais do que nos jovens e dá-se pior com os medicamentos.

Os comprimidos que fazem cair

É a causa mais subestimada e ao mesmo tempo a mais corrigível. Deitam a pessoa abaixo os indutores do sono e os calmantes, os antidepressivos e os antipsicóticos, os analgésicos fortes, os medicamentos para a tensão e os diuréticos, os da próstata aumentada, os da diabetes quando o açúcar desce demasiado e tudo o que tem efeito anticolinérgico e deixa a cabeça turva. O risco cresce não só por cada um deles, mas pelo seu número: quanto mais longa a lista, maior a probabilidade de cair.

Não suspenda nada por sua conta, porque retirar de repente um indutor do sono ou um medicamento para a tensão é mais perigoso do que o próprio medicamento. O caminho certo é outro: levar ao médico de família ou ao farmacêutico todas as caixas de uma vez, incluindo as de venda livre e os suplementos, e pedir que a lista seja revista precisamente do ponto de vista das quedas. Muitas vezes consegue-se retirar uma coisa, passar outra para a noite e substituir uma terceira.

O que o médico vai verificar

A avaliação das quedas é simples e rende muito. O médico pede para se levantar da cadeira sem ajuda dos braços, andar alguns metros, virar-se e voltar a sentar-se: nessa prova curta veem-se ao mesmo tempo a força das pernas, o equilíbrio e a maneira de andar. A tensão mede-se duas vezes, deitado e um ou dois minutos depois de se pôr de pé, porque de outro modo a descida postural passa despercebida. Depois depende dos casos: um eletrocardiograma se houver suspeita de desmaio, análises de sangue com hemoglobina, glicemia, sódio, cálcio e vitamina D, uma verificação da visão e da audição, um olhar aos pés.

Os ossos avaliam-se à parte. Uma fratura por queda da altura do próprio corpo em alguém com mais de cinquenta anos é só por si motivo para procurar osteoporose e não um mero azar. A densidade óssea mede-se por densitometria e, se o diagnóstico se confirmar, trata-se, porque a fratura seguinte é quase sempre pior do que a anterior.

Uma casa em que não se cai

A maior parte das quedas acontece na própria habitação, e as alterações necessárias ali são baratas.

  • Liberte o chão de cabos, pilhas de jornais e sacos; os tapetes ou se fixam ou se deitam fora, porque um tapete que escorrega derruba mais do que qualquer móvel.
  • Aumente a luz em todos os percursos e ponha uma luz de presença a caminho da casa de banho: metade das quedas noturnas dá-se nesse trajeto.
  • Barras de apoio junto à banheira e à sanita, tapete antiderrapante no duche e um banco lá dentro são o melhor investimento em segurança.
  • As escadas pedem corrimão dos dois lados e um bordo de degrau bem visível; no primeiro e no último degrau vale a pena colar uma fita de cor contrastante.
  • Passe o que usa todos os dias para uma altura entre a cintura e o ombro. Não suba a cadeiras nem a escadotes: peça ajuda.
  • Em casa é preciso calçado fechado, com o calcanhar seguro e sola antiderrapante. As chinelas sem calcanhar, andar de meias e pisar descalço um chão liso são causa frequente de quedas.
  • Traga o telemóvel consigo e não em cima da mesa. Um botão de chamada ao pescoço ou no pulso faz sentido se vive sozinho.

Força e equilíbrio

De tudo o que se propõe contra as quedas, o que funciona melhor é o exercício, e não um exercício qualquer, mas justamente o de força das pernas e o de equilíbrio. Andar faz bem ao coração, mas treina pouco o equilíbrio. São precisas sessões pelo menos duas vezes por semana com levantar da cadeira, meios agachamentos, elevações nas pontas dos pés, apoio sobre uma perna junto a um encosto e marcha em linha reta; o tai chi e os programas de grupo para idosos servem bem. O efeito não aparece logo, mas por volta do terceiro mês, e em troca mantém-se enquanto as sessões continuarem.

O resto acompanha. Verifique a visão uma vez por ano e tenha presente a armadilha dos óculos progressivos: nas escadas esbatem os degraus, pelo que muita gente acha mais cómodo um par só de longe para a rua. Verifique também a audição, porque o ouvido não serve apenas para ouvir. Coma proteína suficiente e alimentos com cálcio, veja se não lhe falta vitamina D e beba ao longo do dia, porque a desidratação já por si dá fraqueza e tonturas. E mostre os pés a um especialista se doerem, estiverem deformados ou tiverem perdido sensibilidade.

O medo de cair também derruba

Depois da primeira queda muita gente passa a resguardar-se: sai menos, desiste dos passeios, fica em casa. A lógica percebe-se, mas o resultado é o contrário. Em poucos meses sem atividade física os músculos enfraquecem, o equilíbrio piora e o risco de cair acaba maior do que era. O círculo fecha-se: o medo leva à imobilidade e a imobilidade à queda seguinte.

Vale a pena quebrá-lo cedo. Conte a queda ao médico mesmo que não tenha havido lesão: da maior parte das quedas nunca ninguém fica a saber, e são precisamente essas que anunciam a seguinte, já com fratura. Comece a exercitar-se com pouco e em condições seguras, e use bengala ou andarilho ajustado à sua altura se for preciso: um apoio bem escolhido não é sinal de fragilidade, mas a maneira de continuar a andar mais longe e mais tempo.

Consulta em linha

À distância percorre-se bem aquilo que costuma perder-se numa consulta curta: em que circunstâncias exatas caiu, o que aconteceu no segundo anterior, se a cabeça andou à roda ou se a vista escureceu. O médico repassa consigo a lista dos medicamentos e assinala quais convém levar à consulta presencial, explica como medir a tensão deitado e de pé, o que mudar em casa e por que exercícios começar. Serve igualmente para decidir se uma queda sem lesão aparente deve mesmo assim ser observada presencialmente. Os sinais urgentes da lista acima não se avaliam à distância: com esses chama-se logo uma ambulância.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

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  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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