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Espasmos do choro em bebés e crianças

A criança magoa-se ou zanga-se com alguma coisa, enche o peito de ar para chorar e de repente cala-se.

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Sergey Ilyasov

PsiquiatriaNeurologia7 anos de experiência

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

A criança magoa-se ou zanga-se com alguma coisa, enche o peito de ar para chorar e de repente cala-se. A boca aberta, nenhum som, os lábios a ficarem azulados, o corpo a amolecer e por vezes um estremecimento. Passados alguns segundos a respiração volta, a criança recupera e daí a um par de minutos está outra vez a brincar. Isto é um espasmo do choro, também chamado crise de apneia emotiva. O nome corrente de "prender a respiração" engana: a criança não prende nada de propósito nem consegue travar o episódio pela vontade. Acontece a cerca de uma criança em cada vinte, sobretudo entre os seis meses e os dois anos, e quase sempre desaparece sozinho pelos cinco ou seis anos. Para os pais o primeiro episódio parece o fim da vida, por isso convém perceber de antemão o que está a acontecer e o que fazer com as mãos.

Como decorre o episódio segundo a segundo

Há quase sempre um desencadeante: a dor de uma queda, um susto, uma birra, a raiva, um ruído brusco. Depois desenrola-se uma sequência curta.

  • a criança começa a chorar, ou apenas abre a boca como se fosse chorar, mas não sai som nenhum;
  • a respiração para na expiração e o tórax fica imóvel;
  • os lábios e a seguir a cara ficam azulados ou, pelo contrário, empalidecem de repente até um tom acinzentado, mais visível nas palmas das mãos, nas plantas dos pés e no interior dos lábios quando a pele é escura;
  • o corpo amolece e a criança tomba nos braços de quem a segura ou cai, ou então arqueia-se e fica rígida;
  • podem passar alguns estremecimentos dos braços e das pernas, que não são epilepsia mas a resposta do cérebro a uma falta breve de oxigénio;
  • a respiração recomeça sozinha, a cor da pele repõe-se e a consciência regressa.

O episódio em si dura segundos e raramente chega ao minuto. Depois a criança costuma ficar apagada, sonolenta ou desorientada durante alguns minutos e às vezes adormece. Episódios destes não deixam qualquer consequência no cérebro nem no desenvolvimento.

Porque acontece: dois mecanismos diferentes

Por trás de uma cena de aspeto idêntico há dois caminhos distintos, e ao médico interessa perceber qual foi o do seu filho.

Forma cianótica ou azul. É a mais frequente. Começa com um choro intenso por raiva ou contrariedade. Numa expiração longa a respiração falha e para, o oxigénio no sangue desce, a pele fica azulada e a criança perde a consciência. O organismo faz exatamente o que é preciso: a perda de consciência desfaz a tensão emocional e a respiração arranca de novo.

Forma pálida. É desencadeada por uma dor súbita ou por um susto: uma pancada na cabeça, uma queda inesperada, o medo de uma injeção. Pode quase não haver choro. Aqui entra o nervo vago: o coração abranda de golpe ou faz uma pausa de alguns segundos, o cérebro fica sem afluxo de sangue e a criança embranquece de imediato e cai. Visto de fora parece o desmaio de um adulto à vista de sangue, e o mecanismo é de facto o mesmo.

Nos dois casos a criança não comanda o que se passa. Não são birras, não é manipulação e não é consequência de erros na educação.

O que fazer nesses segundos

A tarefa principal é não fazer mal e esperar que o episódio termine. A ajuda resume-se a poucos gestos.

  • deite a criança de lado no chão ou noutra superfície plana, mais seguro e prudente caso vomite;
  • retire tudo o que seja duro debaixo da cabeça e à volta, e ampare a cabeça para que não bata;
  • fique ao lado e olhe para o relógio: a duração real quase sempre se revela duas ou três vezes menor do que a sentida;
  • alargue a roupa apertada junto ao pescoço;
  • quando tudo passar, abrace e sossegue a criança com calma, deixe-a descansar e comporte-se como habitualmente.

O que não se deve fazer

  • não abane a criança, não lhe dê palmadas na cara, não lhe atire água nem sopre no rosto: nada disso apressa o que quer que seja;
  • não a levante na vertical nem a leve ao colo durante o episódio, porque de pé chega menos sangue ao cérebro e na forma pálida isso prolonga diretamente o desmaio;
  • não lhe meta na boca uma colher, a chupeta ou os dedos: a língua não é engolida, e quem fica a perder são os dentes da criança e os seus dedos;
  • não a repreenda nem a castigue depois, porque ela não escolheu fazer aquilo;
  • não comece a ceder a qualquer pedido só para evitar o choro. Os episódios não param por causa disso e os limites esbatem-se.

Sobre a reanimação é preciso uma ressalva. Num episódio típico não é necessária, porque a respiração arranca sozinha. Mas se a criança não voltou a respirar ao fim de cerca de um minuto, continua pálida ou azulada e não responde, já não se trata de um episódio comum: chame os serviços de emergência médica e inicie as manobras de reanimação como se ensina nos cursos de primeiros socorros.

Quando é preciso ajuda urgente

Peça socorro sem hesitar se:

  • é o primeiro episódio de sempre e ninguém estabeleceu antes o diagnóstico;
  • a criança não recupera em um ou dois minutos, ou a respiração não voltou;
  • os estremecimentos duram mais de um minuto, repetem-se uns atrás dos outros ou a criança fica confusa muito tempo;
  • o episódio veio a seguir a um traumatismo craniano, ou a criança bateu com força ao cair;
  • a cor azulada ou acinzentada persiste depois de a respiração ter voltado;
  • o episódio ocorreu a correr, a nadar, em plena excitação ou sem motivo nenhum.

O último ponto é o mais importante de todos. Um espasmo do choro comum tem sempre um desencadeante: dor, susto, raiva. Uma perda de consciência sem causa, em esforço, dentro de água ou perante um ruído forte pode ser a manifestação de uma perturbação do ritmo cardíaco e não uma reação inofensiva.

O que o médico verifica e porque o eletrocardiograma não é opcional

O diagnóstico assenta no relato de quem assistiu: circunstâncias, ordem dos factos, duração, cor da pele, comportamento depois. Ajuda imenso um vídeo, se alguém chegou a filmar: trinta segundos gravados valem meia hora de explicações. Pedem-se habitualmente dois exames, cada um pelo seu motivo.

  • Análises ao sangue com hemoglobina e reservas de ferro. Nas crianças com episódios frequentes a falta de ferro aparece bastante mais vezes. Ao repor as reservas, numa parte delas as crises espaçam-se ou cessam. Os preparados de ferro são prescritos pelo médico consoante o resultado: dá-los às cegas não faz sentido nem é inócuo.
  • Eletrocardiograma. Não se pede por formalidade, mas para excluir perturbações congénitas raras do ritmo, em primeiro lugar a síndrome do QT longo. São pouco frequentes, mas manifestam-se de modo parecido: perda súbita de consciência numa criança, por vezes com estremecimentos. Conte à parte ao médico se houve na família mortes súbitas em idade jovem, o afogamento inexplicado de alguém que nadava bem ou desmaios em familiares, porque isso obriga a olhar com mais atenção.

Se o quadro for atípico, junta-se um eletroencefalograma para separar a crise de uma convulsão epilética. Com uma descrição clássica não costuma ser preciso.

Como viver com isto e quando acaba

Não existe tratamento específico e, em regra, também não é necessário: os medicamentos quase não se usam nos espasmos do choro. O que resulta é outra coisa.

  • Reduza o terreno em que as crises disparam com mais facilidade: falta de sono, fome, sobre-excitação ao fim do dia, jornadas demasiado longas sem descanso.
  • Apanhe a subida antes de a criança chegar ao choro: desviar a atenção é mais fácil no primeiro segundo da contrariedade do que no quinto.
  • Mantenha as regras de sempre. As crianças notam depressa que depois de um episódio conseguem o que queriam e, embora não o provoquem de propósito, os motivos de rutura multiplicam-se.
  • Conte o que se passa a todos os que ficam com a criança: avós, ama, educadores. O pior momento é o de quem vê aquilo pela primeira vez e não sabe o que fazer.
  • Aponte com que frequência acontece e em que circunstâncias: de memória estes dados reconstroem-se mal, e são precisamente os que o médico precisa.

Com a idade os episódios espaçam-se e desaparecem: na maioria das crianças pelos quatro ou cinco anos, nalgumas um pouco mais tarde. Vale a pena voltar ao médico se se tornaram mais frequentes, mais longos ou mais pesados, se começam a surgir sem motivo claro ou se condicionam a vida da família.

Consulta em linha

Numa consulta em linha o médico percorre o aspeto que o episódio teve, o que houve antes e depois, vê o vídeo caso exista e ajuda a distinguir um espasmo do choro típico daquilo que exige investigação. Serve também para decidir que análises vale a pena fazer, se o eletrocardiograma é para breve e o que fazer com resultados já obtidos, e para acertar as regras de casa: como agir durante a crise e como não construir à volta dela toda a vida familiar. O primeiro episódio de sempre avalia-se presencialmente e sem demora: é o caso em que a consulta à distância não chega.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Sergey Ilyasov

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Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

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  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

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Andreea Mateescu

Pediatria8 anos de experiência

Dra. Andreea Mateescu é pediatra com 7 anos de experiência clínica. Licenciou-se na Universidade de Medicina e Farmácia Carol Davila, em Bucareste (Roménia), e realizou a residência em Pediatria no INSMC Alessandrescu-Rusescu. Possui ainda formação adicional em ecografia geral.

A Dra. Mateescu dedica-se ao cuidado da saúde infantil com base na medicina baseada na evidência, aliando rigor clínico a uma abordagem atenta e individualizada. Acredita que uma comunicação clara e empática com a criança e com os pais é essencial para criar confiança e garantir cuidados médicos eficazes e seguros.

As consultas online com a Dra. Andreea Mateescu são indicadas para:

  • consultas preventivas e acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil;
  • planeamento da vacinação, incluindo esquemas individualizados e de recuperação;
  • avaliação do desenvolvimento psicomotor, emocional e físico;
  • diagnóstico e acompanhamento de doenças pediátricas agudas e crónicas;
  • aconselhamento nutricional em bebés e crianças, incluindo a escolha de fórmulas quando clinicamente indicado;
  • acompanhamento de crianças com condições complexas ou raras;
  • orientação prática e apoio contínuo aos pais.
Com uma abordagem calma, empática e profissional, a Dra. Mateescu assegura cuidados individualizados em todas as fases da infância, ajudando as famílias a sentirem-se informadas e apoiadas nas decisões relacionadas com a saúde dos seus filhos.
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Daniel Cichi

Medicina geralPediatria24 anos de experiência

Dr. Daniel Cichi é médico de medicina geral e familiar com mais de 20 anos de experiência clínica. Realiza consultas online para adultos, apoiando os pacientes na avaliação de sintomas agudos, no acompanhamento de doenças crónicas e na tomada de decisões médicas no dia a dia.

A sua experiência em serviços de urgência, emergência pré-hospitalar e medicina familiar permite-lhe avaliar sintomas de forma estruturada, identificar sinais de alerta e orientar sobre os passos mais seguros a seguir — tratamento em casa, ajuste terapêutico ou necessidade de avaliação presencial.

Os pacientes recorrem ao Dr. Daniel Cichi para:

  • sintomas agudos: febre, infeções, sintomas gripais, tosse, dor de garganta, dificuldade respiratória;
  • desconforto torácico ligeiro, palpitações, tonturas, fadiga, controlo da tensão arterial;
  • problemas digestivos: dor abdominal, náuseas, diarreia, obstipação, refluxo;
  • dores musculares, articulares e lombares, pequenas lesões e queixas pós-traumáticas;
  • doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, distúrbios da tiroide;
  • revisão e interpretação de análises, exames e relatórios médicos;
  • revisão da medicação e ajustes terapêuticos;
  • aconselhamento médico durante viagens ou estadias no estrangeiro;
  • segunda opinião e orientação sobre quando é necessária avaliação presencial.
As consultas do Dr. Cichi são práticas e orientadas para soluções. O foco está em explicações claras, avaliação de risco e recomendações acionáveis, ajudando os pacientes a compreender a sua situação e a tomar decisões informadas sobre a saúde.
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Tetiana Radchuk

PsiquiatriaNeurologia11 anos de experiência

Tetiana Radchuk é médica especialista em psiquiatria, psicoterapia e neurologia. Realiza consultas online para adultos com perturbações do humor, perturbações de ansiedade e condições neurológicas que afetam o sono, o funcionamento diário e a qualidade de vida.

A combinação destas três especialidades permite uma avaliação abrangente da saúde mental e neurológica, contribuindo para um plano terapêutico individualizado.

Áreas de atuação

  •  depressão, humor deprimido, astenia e exaustão emocional; 
  •  perturbações de ansiedade, ataques de pânico, fobias e ansiedade generalizada; 
  •  insónia e outras perturbações do sono; 
  •  perturbação bipolar e outras perturbações do humor; 
  •  perturbação obsessivo-compulsiva (POC); 
  •  PHDA e perturbação do espetro do autismo (PEA) em adultos: avaliação e acompanhamento; 
  •  perturbações psicossomáticas, reações ao stress e perturbações de adaptação; 
  •  cefaleias, enxaqueca e perturbações do sistema nervoso autónomo; 
  •  seleção, ajuste e monitorização da terapêutica farmacológica, bem como acompanhamento psicoterapêutico. 

Na sua prática clínica, Tetiana Radchuk combina medicina baseada na evidência, rigor clínico e uma abordagem centrada no doente. O diagnóstico e o tratamento seguem recomendações clínicas atuais, sendo as decisões tomadas em conjunto com cada pessoa. As consultas online permitem um acesso cómodo, confidencial e atempado aos cuidados especializados.

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Novo médico

Pedro Soares Lopes

Medicina familiar3 anos de experiência

O Dr. Pedro Soares Lopes é médico e tem quatro anos de experiência, sobretudo em serviços de urgência e emergência. Trabalhou nos HUC, na ULSRA, no Hospital da Luz de Aveiro e na ARS Açores, onde avaliou uma grande variedade de situações médicas e cirúrgicas, desde casos simples a situações complexas que exigem uma avaliação cuidadosa.

A experiência em serviços de urgência permitiu-lhe acompanhar pacientes de diferentes idades, incluindo grávidas. Este percurso clínico abrangente ajuda-o a avaliar sintomas, a identificar quando poderá ser necessária uma investigação adicional e a explicar os passos seguintes.

O Dr. Soares Lopes tem também experiência em consultas ao domicílio e em consultas de medicina do viajante. Sabe que os problemas de saúde podem surgir quando uma pessoa está longe do seu médico habitual ou não sabe a que serviço recorrer. Além disso, trabalhou cerca de um ano na área da saúde ocupacional nos Países Baixos, o que acrescentou uma perspetiva internacional à sua prática clínica.

Numa consulta online, o Dr. Soares Lopes procura dar orientações claras e práticas, tendo em conta os sintomas e as circunstâncias de cada paciente. Se uma situação exigir um exame físico, uma avaliação urgente ou tratamento presencial, pode explicar porquê e orientar o paciente sobre onde procurar cuidados.

Os pacientes podem consultar o Dr. Soares Lopes através da Oladoctor para questões de saúde adequadas a uma consulta médica online.

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