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Síndrome do ovário poliquístico (SOP)

A SOP é a perturbação hormonal mais frequente nas mulheres em idade fértil. Nela os ovários libertam o óvulo raramente e de forma imprevisível, e o organismo…

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

A SOP é a perturbação hormonal mais frequente nas mulheres em idade fértil. Nela os ovários libertam o óvulo raramente e de forma imprevisível, e o organismo produz mais hormonas masculinas do que é habitual. Daí o ciclo alterado, os pelos indesejados, o acne e as dificuldades em conceber. O nome engana: não há quisto nenhum nos ovários, mas sim uma multidão de folículos pequenos e imaturos, cada um com um óvulo que nunca chegou a amadurecer. A SOP não se cura de forma definitiva, mas consegue gerir-se em quase tudo, incluindo a gravidez.

Três traços, dos quais bastam dois

O diagnóstico faz-se quando coincidem pelo menos duas das três condições seguintes e foram excluídas outras causas do mesmo quadro.

  • Menstruações raras ou ausentes. É o sinal exterior de que a ovulação não ocorre em todos os ciclos, ou não ocorre de todo. Ciclos com mais de mês e meio, ou menos de oito a nove menstruações por ano, já justificam investigação.
  • Excesso de hormonas masculinas. Nota-se na análise de sangue ou na própria mulher: pelos onde habitualmente não os há — sobre o lábio, no queixo, à volta dos mamilos, na linha média do abdómen, nas costas; acne persistente que não passa no fim da adolescência; perda de densidade do cabelo na risca e nas entradas.
  • Imagem de ovários poliquísticos na ecografia: muitos folículos pequenos e volume ovárico aumentado. O número considerado limite depende da resolução do aparelho, pelo que o relatório deve ser interpretado com o médico e não por uma linha isolada.

Desta regra decorrem duas consequências que muitas vezes se esquecem. A primeira: a ecografia não é obrigatória, porque se um ciclo alterado se juntar a sinais de excesso de androgénios o diagnóstico já está feito. A segunda: a imagem ecográfica isolada, sem alteração do ciclo e sem sinais androgénicos, não é um diagnóstico, já que esses ovários também aparecem em mulheres inteiramente saudáveis.

Porque falha a ovulação

A SOP não tem uma causa única, mas o mecanismo é conhecido o suficiente para se perceber onde se pode atuar.

O elo central é a falta de sensibilidade dos tecidos à insulina. Para empurrar a glicose para dentro das células, o pâncreas liberta cada vez mais insulina, e esse excesso obriga os ovários a produzir testosterona a mais. A testosterona, por sua vez, impede o folículo de amadurecer e de libertar o óvulo: fica a meio caminho, permanece no ovário como uma pequena vesícula, e vesículas dessas acumulam-se muitas.

A partir daí fecha-se um círculo. A insulina baixa também no sangue a proteína que liga a testosterona e a mantém inativa, pelo que a hormona livre aumenta mesmo com o valor total inalterado. Ao mesmo tempo desregula-se o ritmo dos sinais da hipófise: liberta-se uma quantidade desproporcionada de hormona luteinizante, que estimula ainda mais o ovário.

O excesso de peso agrava tudo isto, porque o tecido adiposo mantém por si só a resistência à insulina. Mas a SOP também surge com peso perfeitamente normal, e explicar tudo pelos quilos a mais é incorreto. A hereditariedade pesa: se a mãe ou uma irmã têm as mesmas queixas, a probabilidade sobe. Não se encontrou um gene da SOP, mas sim a soma de muitas influências fracas.

Que exames são precisos e quando

As análises têm dois objetivos: confirmar o excesso de androgénios e excluir outras doenças com o mesmo aspeto.

  • Análises hormonais: testosterona total e a proteína que a transporta, hormonas da tiroide, prolactina e 17-hidroxiprogesterona. É preferível colher de manhã e na primeira fase do ciclo; se não houver menstruações serve qualquer dia, mas convém dizê-lo ao médico.
  • Ecografia pélvica, por indicação e não de forma automática. Nas raparigas, nos primeiros anos depois da primeira menstruação, a ecografia não se usa para o diagnóstico: ovários imaturos parecem poliquísticos sem qualquer doença, e os ciclos irregulares nessa fase são normais.
  • Metabolismo: glicemia em jejum em mg/dL ou prova de sobrecarga com glicose, valor da glicemia média de três meses, colesterol e frações, tensão arterial e perímetro da cintura.

Há uma ressalva importante. Uma testosterona normal na análise não afasta o diagnóstico: se a mulher tiver um crescimento de pelos de padrão masculino claramente excessivo, isso basta como sinal mesmo quando os valores do relatório estão dentro do normal. E o inverso também é verdade: tomar contracetivos combinados baixa o resultado, pelo que o médico costuma pedir uma pausa antes da colheita.

Que mais dá o mesmo quadro

A SOP é um diagnóstico de exclusão. Antes de se fixar nele, o médico afasta situações que se tratam de maneira completamente diferente:

  • doenças da tiroide — ciclo alterado, aumento de peso, queda de cabelo, cansaço;
  • prolactina elevada, incluindo por tumor da hipófise — menstruações que param, por vezes secreção pelo mamilo e dores de cabeça;
  • forma não clássica da hiperplasia congénita da suprarrenal — por fora quase indistinguível da SOP, separa-se pela 17-hidroxiprogesterona, e isso muda tanto o tratamento como a conversa sobre planear uma gravidez;
  • síndrome de Cushing — estrias arroxeadas, cara arredondada, fraqueza dos músculos das coxas, nódoas negras ao mínimo toque, tensão alta;
  • insuficiência ovárica prematura — afrontamentos, secura, hormona folículo-estimulante elevada;
  • amenorreia hipotalâmica funcional — o ciclo desaparece perante restrições alimentares severas, muita carga de treino ou stress intenso; aqui os androgénios não estão altos, e o tratamento passa por recuperar a alimentação e reduzir a carga, não por dar hormonas.

À parte fica uma causa rara mas perigosa. Se o excesso de pelos apareceu de repente e vai aumentando ao longo de meses, e com ele a voz se torna mais grave, a massa muscular cresce, o clitóris aumenta e o cabelo rareia em padrão masculino, não se trata de SOP. É assim que se comporta um tumor hormonalmente ativo do ovário ou da suprarrenal, e a investigação não pode ser adiada. Na SOP os sinais progridem devagar, ao longo de anos, e costumam começar ainda na adolescência.

O que muda o curso para além dos medicamentos

Não é o conselho genérico de levar uma vida saudável, mas o mais eficaz que existe na SOP, porque atua sobre a causa e não sobre um sintoma isolado.

Havendo excesso de peso, perder entre cinco e dez por cento devolve a muitas mulheres a ovulação e a menstruação, reduz o crescimento dos pelos e melhora os valores de glicose. É pouco: com oitenta quilos falamos de quatro a oito. Não é preciso perseguir um número ideal, o que conta é o resultado manter-se.

  • Uma alimentação com menos açúcar e menos produtos de farinha refinada, e com mais legumes, leguminosas, cereais integrais, peixe e óleos vegetais. Não existem proibições rígidas nem uma dieta própria da SOP.
  • Atividade física regular, de resistência e de força: o músculo capta glicose do sangue sem precisar de insulina, o que torna o trabalho de força especialmente valioso aqui.
  • Dormir o suficiente, porque dormir pouco piora por si só a sensibilidade à insulina.
  • Deixar de fumar, já que o tabaco acresce a um risco vascular que já está aumentado.
  • Remoção dos pelos pelo método que lhe convier; num hirsutismo persistente o laser dá um resultado mais duradouro do que a lâmina ou a cera.

Se a perda de peso não acontece, não é um beco sem saída: parte da melhoria vem da atividade física regular por si só, mesmo sem alteração na balança.

Medicamentos e o que esperar deles

Os fármacos escolhem-se conforme o objetivo e não contra a SOP em abstrato: uma mulher trata o acne, outra precisa de recuperar o ciclo, uma terceira planeia uma gravidez.

  • Contracetivos hormonais combinados: a base quando não se procura gravidez. Regularizam o ciclo, protegem o endométrio, baixam a testosterona livre e com o tempo reduzem o acne e os pelos. Nos pelos o efeito não se nota antes de meio ano.
  • Progestativos em ciclos ou um sistema intrauterino com hormona: a alternativa quando os combinados não servem. O objetivo é o mesmo, não deixar o endométrio crescer durante anos sem descamar.
  • Metformina: melhora a sensibilidade à insulina e ajuda o metabolismo, sobretudo se a glicose já está alterada. Não age de imediato nem substitui a alimentação e o movimento; as náuseas e as fezes moles atenuam-se subindo a dose aos poucos.
  • Antiandrogénios: espironolactona, acetato de ciproterona, indicados quando os pelos são marcados e os contracetivos sozinhos não chegam. São perigosos para um feto do sexo masculino, pelo que se usam sempre com contraceção fiável. A flutamida, que antes figurava nesta lista, hoje quase não se emprega devido à grave toxicidade hepática.
  • Tratamentos tópicos: creme que trava o crescimento dos pelos da face (as primeiras mudanças ao fim de mês e meio; não remove o pelo), solução de minoxidil para a perda de densidade capilar e os tratamentos habituais do acne. Não se usam na gravidez nem quando se está a tentar engravidar.

Nenhum destes tratamentos cura a SOP: seguram a situação enquanto são tomados. Ao suspendê-los o quadro anterior costuma regressar, e isso não significa que o tratamento estivesse errado.

Gravidez: quando se procura e quando não

A SOP é uma das causas mais frequentes de dificuldade em conceber e, ao mesmo tempo, uma das que melhor respondem ao tratamento. A maioria das mulheres com este diagnóstico engravida, muitas sem qualquer estimulação.

Quando a gravidez é planeada, começa-se pelo peso e pelo metabolismo e depois recorre-se a fármacos que provocam a maturação e a saída do óvulo: a primeira escolha hoje é o letrozol, a segunda o clomifeno, por vezes acrescenta-se metformina. Se os comprimidos não resultarem, passa-se a gonadotrofinas injetáveis com controlo ecográfico e depois à fertilização in vitro. A opção cirúrgica é o drilling ovárico por laparoscopia, cauterização pontual do tecido que produz androgénios, hoje pouco usada.

A estimulação tem um risco próprio: a síndrome de hiperestimulação ovárica. Procure atendimento urgente se depois da estimulação ou da punção surgirem dor e distensão abdominal intensas, vómitos incoercíveis, aumento rápido de peso em poucos dias, redução brusca da quantidade de urina ou falta de ar. A outra característica da estimulação é a gravidez múltipla, que decorre com mais dificuldade.

A gravidez com SOP exige vigilância atenta: são mais prováveis a tensão alta e a pré-eclâmpsia, a diabetes gestacional, o aborto e o parto pré-termo, pelo que o rastreio da diabetes é feito mais cedo do que o habitual.

E o reverso, o que mais se esquece: ovular raramente não é o mesmo que ser infértil. O óvulo pode sair num momento totalmente imprevisível, por isso, se a gravidez não está nos planos, a contraceção é tão necessária como para qualquer outra mulher.

O que vale a pena vigiar ao longo dos anos

A SOP não é só o ciclo e a pele. Aumenta a probabilidade de várias situações que evoluem devagar e ao início não se manifestam, mas que respondem bem a uma atuação precoce.

  • O endométrio. Se não houver menstruações durante anos, a mucosa do útero engrossa sem descamar, e com o tempo isso eleva o risco de transformação maligna. Daqui a regra: deve haver hemorragia pelo menos de poucos em poucos meses, espontânea ou provocada com medicação. Consulte ginecologia se passarem mais de três ou quatro meses sem menstruação, se esta se tornar muito abundante ou prolongada, se houver perdas entre ciclos ou após as relações e sempre perante qualquer hemorragia depois da menopausa.
  • Diabetes tipo 2. A glicose é controlada periodicamente, com a frequência definida pelo médico conforme a idade, o peso e os resultados anteriores.
  • Tensão e colesterol. Medem-se não por incomodarem, mas por se manterem silenciosos até ao fim.
  • Respiração durante o sono. Ressonar com pausas, acordar sem descanso e sonolência diurna justificam investigar apneia do sono, mais frequente na SOP.
  • Humor e relação com a comida. A ansiedade, o humor deprimido e as perturbações do comportamento alimentar são bastante mais frequentes na SOP do que na média. Não é feitio nem consequência do aspeto: faz parte do quadro, e vale a pena falar disso com o médico com frontalidade.

Com os anos os ciclos regularizam-se em muitas mulheres e os pelos tornam-se menos evidentes, mas os riscos metabólicos não desaparecem sozinhos, pelo que a vigilância continua a fazer sentido depois da menopausa.

Consulta em linha

A consulta em linha serve para a maioria das perguntas sobre SOP: aqui raramente é preciso observar e quase sempre é preciso interpretar. Na consulta é possível analisar as análises e o relatório da ecografia e perceber o que significam; traçar um plano de investigação se o ciclo se alterou e a causa não é clara; discutir que contraceção se adequa ao seu caso e em que prazos atua; definir os passos antes de tentar engravidar; resolver efeitos indesejáveis de um tratamento já prescrito; e obter uma resposta clara sobre o que tem fundamento em tudo o que se lê acerca de alimentação e SOP.

A ida presencial é necessária para a ecografia e a observação; e perante sinais de hiperestimulação ovárica ou uma hemorragia abundante o que é preciso é atendimento urgente e não uma mensagem.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Andrei Popov

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O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

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A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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