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Úlceras na boca

Uma úlcera na boca é uma perda da mucosa: uma zona onde a camada superficial se soltou e ficou à mostra o tecido de baixo.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

Uma úlcera na boca é uma perda da mucosa: uma zona onde a camada superficial se soltou e ficou à mostra o tecido de baixo. Na linguagem corrente chamam-se aftas, e os surtos que se repetem, estomatite aftosa. É coisa banal: quase toda a gente já mordeu uma bochecha ou se queimou com o chá, e uma em cada cinco pessoas sofre delas com regularidade. Doem de forma desproporcionada ao tamanho: uma afta minúscula na língua consegue estragar uma semana. Quase sempre são inofensivas e saram sozinhas. Perigosas não são elas, são as exceções, e esta página trata no fundo de como distinguir umas das outras.

Que aspeto têm e com que se confundem

A afta típica é uma cratera redonda ou oval até cinco ou sete milímetros, com o fundo acinzentado ou amarelado e um bordo vermelho vivo à volta. Aparece na mucosa móvel: a face interna do lábio e da bochecha, por baixo da língua, no bordo lateral da língua, na base da gengiva. Sara em uma ou duas semanas e não deixa marca.

Há outras variantes. Uma úlcera grande, com mais de um centímetro, profunda, de bordos elevados, leva várias semanas e pode deixar cicatriz. E o quadro oposto: uma dezena ou mais de lesões pontuais que confluem numa placa dolorosa.

As aftas confundem-se sobretudo com o herpes labial, e são coisas diferentes. O herpes fica na fronteira entre o lábio e a pele, começa com comichão e formigueiro, passa por uma fase de vesículas e é contagioso. A afta aparece dentro da boca, não faz vesículas e não se transmite nem por um beijo nem por partilhar um copo. A diferença importa: os antivíricos servem para o herpes e sobre a afta não fazem absolutamente nada.

Caso à parte é o primeiro encontro com o vírus do herpes, que acontece habitualmente na infância: então surgem de uma só vez dezenas de pequenas úlceras na boca, as gengivas ficam vermelhas e sangram e sobe a febre. Isso não é estomatite aftosa e trata-se de outra maneira.

Porque aparece uma úlcera isolada

Mais de metade dos casos é um simples traumatismo, e a causa lembra-se sem ajuda.

  • a bochecha, o lábio ou a língua mordidos a comer ou a falar;
  • o bordo aguçado de um dente lascado, de uma obturação antiga, de um bracket ou de uma prótese que não assenta;
  • uma queimadura por comida ou bebida quente;
  • um arranhão de escova dura, espinha de peixe, tosta ou batatas fritas;
  • uma lesão depois de um tratamento dentário.

Uma úlcera destas está presa a um sítio: fica exatamente onde algo roça ou onde a pessoa se mordeu. Basta retirar a causa — limar o bordo aguçado, ajustar a prótese — para que sare e não volte. Se a causa se mantiver, a úlcera durará semanas, e isso já é motivo para ser observada.

Há ainda fatores que por si não rasgam a mucosa mas a tornam mais frágil: a pasta dentífrica com lauril sulfato de sódio, a comida muito ácida e muito salgada, a falta de sono, o stress e as semanas a seguir a uma gripe ou a uma amigdalite.

Quando as úlceras voltam sempre

Se as aftas surgem várias vezes por ano ou praticamente não desaparecem, a causa já não é uma dentada acidental. Nessa altura vale a pena procurá-la, porque muitas vezes é algo corrigível.

A primeira coisa a verificar são as carências. A falta de ferro, vitamina B12, ácido fólico, zinco e vitamina D manifesta-se com frequência justamente como aftas de repetição, por vezes muito antes de haver anemia. Esclarece-se com uma análise simples ao sangue, e corrigir a carência muitas vezes trava os surtos por completo.

A segunda são as circunstâncias hormonais e do dia a dia: em algumas mulheres as aftas aparecem em certos dias do ciclo, e em muitas pessoas em períodos de stress intenso e de sono curto. Quem acabou de deixar de fumar passa muitas vezes por alguns meses de agravamento; é passageiro e resolve-se sozinho.

A terceira são os medicamentos. Podem provocá-las os anti-inflamatórios, alguns fármacos para a tensão, o nicorandil, o metotrexato e vários outros. Se os surtos começaram pouco depois de uma prescrição nova, vale a pena falar com quem a fez, mas não suspender o fármaco por conta própria.

A quarta são doenças para as quais as úlceras da boca são um dos primeiros sinais: a doença celíaca, a doença de Crohn e a colite ulcerosa, o líquen plano oral e as situações de imunidade reduzida. A doença de Behçet merece nota à parte: nela as aftas da boca juntam-se a úlceras genitais, inflamação dos olhos, nódulos e erupções na pele e dores nas articulações. Essa combinação deve ser dita ao médico sem rodeios: sem a pista demora muito a ser encontrada, com a pista reconhece-se depressa.

O que ajuda em casa

Maneira rápida de sarar uma úlcera não há. Há maneiras de reduzir a dor e de não atrapalhar a cicatrização, e isso costuma bastar.

O que convém fazer:

  • bochechar com água salgada morna: meia colher de chá de sal num copo de água morna, bochechar e cuspir, sem engolir;
  • passar a uma escova macia e a uma pasta sem lauril sulfato de sódio;
  • comer alimentos moles e frescos: iogurte, queijo fresco, sopa à temperatura ambiente, papas;
  • beber bebidas frias com palhinha, evitando o ponto dorido;
  • mandar limar ou cobrir o bordo aguçado que deu início a tudo: quem o faz é o dentista, e é a medida principal numa úlcera por traumatismo.

Melhor evitar até sarar: o picante, o salgado e o ácido, o tomate e os citrinos, os frutos secos, as batatas fritas, as tostas e as côdeas, o chá muito quente e as bebidas de alto teor alcoólico. Não convém mexer na úlcera com a língua nem queimá-la com álcool, bicarbonato ou alho: assim a cicatrização só se arrasta.

O que se pode comprar na farmácia sem receita

Os produtos de farmácia não aceleram por si a cicatrização, mas tornam bem mais suportáveis os dias em que a úlcera dói.

  • Géis e sprays analgésicos para a mucosa, com anestésico local ou com ação anti-inflamatória. Aplicam-se antes das refeições. Os géis com salicilato não se usam em crianças.
  • Colutórios antisséticos, incluindo os de clorexidina: não saram nada, mas reduzem a hipótese de se instalar uma infeção. O uso prolongado mancha os dentes, por isso os ciclos são curtos.
  • Pastas e películas protetoras que cobrem a úlcera da comida e do atrito: um recurso simples e pouco valorizado.
  • Pastilhas com corticosteroide: comprimidos que não se engolem, deixam-se dissolver encostados à úlcera. Na maioria dos países são sujeitos a receita, por isso pergunte na farmácia o que está disponível.
  • Analgésicos por via oral se a dor impedir de comer e dormir. O mais simples é o paracetamol. O ibuprofeno e os outros anti-inflamatórios também resultam, mas não servem em caso de úlcera péptica ou tendência a hemorragia digestiva, de doença renal, de tensão mal controlada ou de terapêutica anticoagulante, e na segunda metade da gravidez não se tomam de todo.

O que o médico ou o dentista pode receitar

Quando as úlceras são graves, se repetem muito ou não saram, o tratamento sai da prateleira da farmácia.

Em regra são corticosteroides tópicos em várias formas: pomadas e géis de base adesiva, um colutório preparado a partir de um comprimido solúvel, pastilhas. Prescrevem-se em ciclos curtos e, bem usados, atuam apenas onde são aplicados.

Em paralelo o médico procura e remove a causa: pede análises às carências e aos marcadores de inflamação, investiga a doença celíaca, encaminha para o dentista a fim de limar um bordo aguçado e refazer uma prótese, ou para o gastrenterologista ou o reumatologista se o quadro apontar para uma doença sistémica. Por vezes troca-se o fármaco que provocou as aftas.

Na estomatite aftosa muito grave que não responde ao tratamento local recorre-se a medicação oral que trava a inflamação. Isso já é terreno do especialista e prescreve-se com controlo analítico regular.

Quando é obrigatório ser observado

Uma regra vale acima das outras: uma úlcera que não sarou em três semanas tem de ser observada. Uma úlcera da boca que não fecha é um dos primeiros sinais do cancro da boca, e apanhado a tempo responde bem ao tratamento. Esperar mais não traz nada.

Também não adie a consulta noutros casos:

  • a úlcera não é como as anteriores: maior, mais dura ao toque, de bordos elevados, no bordo lateral da língua ou mais atrás, para a garganta;
  • ao lado apareceu uma mancha branca ou vermelha que não sai, ou um nódulo;
  • a úlcera sangra, dói cada vez mais, ou à volta aumentam a vermelhidão e o inchaço;
  • as aftas repetem-se mais do que umas poucas vezes por ano ou quase não passam;
  • há ao mesmo tempo úlceras genitais, olhos inflamados, articulações dolorosas e inchadas ou uma erupção;
  • as úlceras apareceram pouco depois de começar um medicamento novo;
  • está a perder peso, ou tem cansaço persistente, suores noturnos ou gânglios aumentados no pescoço.

Chame já uma ambulância (em Espanha, Itália, Portugal, Polónia e Ucrânia o número europeu único é o 112) se:

  • as úlceras da boca vierem com febre alta a par de afeção dos olhos, vermelhidão e descolamento da pele: é assim que começa uma reação grave a um medicamento;
  • se tornou difícil respirar, ou engolir mesmo a própria saliva;
  • surgirem úlceras e febre em alguém a fazer quimioterapia ou a tomar metotrexato, clozapina ou medicamentos para a tiroide: é preciso um hemograma urgente, porque a causa pode ser uma queda brusca dos glóbulos brancos;
  • uma criança recusar beber por causa da dor, tiver os lábios e a língua secos, estiver apagada e há muito não urinar.

Consulta em linha

As úlceras da boca são justamente o tipo de problema em que a consulta à distância resolve quase tudo o que é preciso. Ao médico servem o relato e uma fotografia, não o toque: onde exatamente, há quantos dias, se é a primeira vez ou a enésima, o que se comeu e bebeu, que medicamentos se começaram e se há algo além da boca.

A partir daí decidem-se várias coisas de uma vez: se isto é uma afta, um traumatismo ou outra coisa; se convém dosear o ferro, a vitamina B12 e os folatos e investigar a doença celíaca; que preparado escolher tendo em conta a idade, a gravidez e os outros medicamentos; e em que momento exato deixar de esperar e ir ser observado. Os casos de repetição merecem conversa própria: rever com calma um ano de história rende muitas vezes mais do que olhar para uma única úlcera.

Os limites devem ser ditos com franqueza. Palpar um nódulo, verificar os gânglios do pescoço e muito menos fazer uma biópsia não se conseguem através de um ecrã, por isso uma úlcera com mais de três semanas, qualquer endurecimento e qualquer mancha que não fecha são encaminhados para observação presencial. E perante febre alta com afeção dos olhos e da pele, ou dificuldade em respirar ou engolir, o que é preciso não é uma consulta, é uma ambulância.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Médicos online para Úlceras na boca

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Médico
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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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