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Colite ulcerosa

A colite ulcerosa é uma inflamação crónica da mucosa do cólon e do reto. Por razões que ainda não estão totalmente esclarecidas, o sistema imunitário começa…

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Anna Biriukova

Gastroenterologia6 anos de experiência

A Dra. Anna Biriukova é médica especialista em medicina interna com experiência adicional em cardiologia, endocrinologia e gastroenterologia. Presta consultas online para adultos, oferecendo acompanhamento abrangente da saúde cardiovascular, metabólica, digestiva e geral.

Com uma abordagem centrada no paciente, a Dra. Biriukova foca-se na prevenção, diagnóstico precoce e gestão de doenças crónicas. Atua em português, inglês e polaco, proporcionando cuidados personalizados para residentes, viajantes e expatriados.

Cardiologia – diagnóstico e acompanhamento de:

  • Hipertensão arterial, variações de tensão e prevenção de complicações cardiovasculares.
  • Dor torácica, falta de ar, arritmias (taquicardia, bradicardia, palpitações).
  • Edema, fadiga crónica, redução da tolerância ao esforço.
  • Análise de eletrocardiogramas (ECG), perfil lipídico e risco de enfarte ou AVC.
  • Follow-up cardíaco após COVID-19.
Endocrinologia – diabetes, tiroide e metabolismo:
  • Diagnóstico e tratamento da diabetes tipo 1 e 2, e pré-diabetes.
  • Planos terapêuticos personalizados com antidiabéticos orais ou insulina.
  • Tratamento com GLP-1: medicamentos inovadores para perda de peso e controlo da diabetes, com seleção da medicação e acompanhamento contínuo.
  • Disfunções da tiroide: hipotiroidismo, hipertiroidismo, tiroidites autoimunes (Hashimoto, Graves-Basedow).
  • Síndrome metabólica: obesidade, dislipidemias, resistência à insulina.
Gastroenterologia – queixas digestivas:
  • Dor abdominal, náuseas, azia e refluxo gastroesofágico (DRGE).
  • Distúrbios digestivos: gastrite, síndrome do intestino irritável (SII), dispepsia funcional.
  • Interpretação de exames gastrointestinais: análises, ecografias, endoscopias.
Cuidados médicos gerais e prevenção:
  • Infeções respiratórias: tosse, constipação, bronquite.
  • Leitura e interpretação de análises laboratoriais, ajuste de medicação.
  • Vacinação em adultos: plano personalizado e contraindicações.
  • Prevenção oncológica: planeamento de rastreios e avaliação de riscos.
A Dra. Biriukova alia os conhecimentos em medicina interna a uma abordagem especializada, fornecendo explicações claras, planos de tratamento realistas e cuidados adaptados à situação de cada paciente.
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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

A colite ulcerosa é uma inflamação crónica da mucosa do cólon e do reto. Por razões que ainda não estão totalmente esclarecidas, o sistema imunitário começa a agir contra o próprio intestino: a mucosa fica vermelha, incha e formam-se nela pequenas úlceras que sangram. A doença não desaparece sozinha nem se cura com um ciclo de comprimidos, mas controla-se bem: a maioria das pessoas com colite ulcerosa passa anos sem sintomas. A diferença entre «a doença condiciona-me a vida» e «quase nem dou por ela» resume-se quase sempre a uma única coisa, que dizemos mais abaixo sem rodeios.

Como a doença se manifesta

O sinal principal são as dejeções líquidas com sangue, muco ou pus, que se repetem dia após dia. Juntam-se-lhes as vontades súbitas e urgentes de ir à casa de banho, a sensação de não ter terminado, os falsos avisos em que sai apenas muco e uma dor tipo cólica na parte baixa do abdómen, mais frequentemente do lado esquerdo. Quando só o reto está inflamado, as fezes podem manter-se moldadas e, ainda assim, levar sangue que chega para assustar qualquer pessoa.

Muita gente atribui isto durante meses às hemorroidas ou a algo que comeu. A referência é simples: uma indisposição pontual resolve-se em poucos dias, ao passo que a colite ulcerosa arrasta-se durante semanas e volta. Sangue nas fezes é sempre motivo para consultar um médico, seja qual for a idade.

A doença raramente fica pelo intestino. Em cerca de uma em cada três pessoas a inflamação atinge também outros órgãos: articulações grandes doridas e inchadas, olhos vermelhos e a arder, aftas na boca, nódulos duros e dolorosos nas pernas. O cansaço merece referência à parte: não é preguiça, é consequência direta da inflamação e da perda de sangue, e deve ser contado ao médico tal como se contam as queixas intestinais.

Surtos, remissão e o que os desencadeia

A evolução faz-se por ondas. Durante semanas, meses e por vezes anos quase não há sintomas: é a remissão. Depois a inflamação reacende-se. O momento exato não se consegue prever, mas conhecem-se as circunstâncias que tornam um surto mais provável, e algumas dependem de nós.

A causa mais frequente de surto é o tratamento de manutenção interrompido. Há uma secção inteira sobre isto mais abaixo, mas é a primeira hipótese que ocorre ao gastrenterologista quando alguém em remissão reaparece com sangue nas fezes.

A segunda são os analgésicos anti-inflamatórios não esteroides. O ibuprofeno, o diclofenac, o naproxeno e os seus parentes, vendidos sem receita e tomados por quase toda a gente para dores de cabeça ou de dentes, podem reacender a inflamação intestinal em quem tem colite ulcerosa. Não é uma proibição de tratar a dor: significa que o analgésico se escolhe com o médico e que o habitual ibuprofeno do armário deixa de ser inofensivo com esta doença.

A terceira são as infeções intestinais e os antibióticos. Uma intoxicação alimentar comum pode empurrar a doença para um surto, e um ciclo de antibióticos prescrito por outro motivo qualquer altera a flora intestinal e por vezes abre caminho a uma infeção por clostrídios. Por isso, perante um agravamento súbito, a primeira coisa que o médico pede é uma análise às fezes para Clostridioides difficile e para as infeções intestinais habituais: o tratamento é outro, e reforçar aqui a imunossupressão seria um erro. O stress não provoca a doença, mas em períodos de grande tensão os surtos são mais frequentes.

Sinais de surto grave: aqui é preciso hospital

Os surtos ligeiros e moderados tratam-se em casa. O grave trata-se internado, e com ele não se espera «até segunda-feira» nem «a ver se acalma sozinho»: evolui em poucos dias e às vezes em horas.

Procure atendimento urgente no próprio dia se surgir pelo menos um destes sinais:

  • dejeções com sangue seis ou mais vezes por dia, sobretudo se também acontecerem de noite;
  • febre em conjunto com as queixas intestinais;
  • pulso acelerado, fraqueza, tonturas ao levantar, desmaio;
  • dor abdominal intensa e persistente, diferente das cólicas habituais antes da dejeção;
  • abdómen visivelmente inchado, em especial se as dejeções pararam de repente;
  • vómitos persistentes e incapacidade de beber.

É particularmente preocupante a combinação de distensão abdominal com dor, febre e pulso acelerado: é assim que se manifesta a dilatação tóxica aguda do cólon (megacólon tóxico), uma complicação rara mas potencialmente fatal em que o cólon inflamado e distendido pode perfurar-se. Instala-se depressa e exige hospital e vigilância por um cirurgião. Num agravamento brusco com dor abdominal forte, palidez e confusão, chame uma ambulância (em Espanha, Itália, Portugal, Polónia e Ucrânia funciona o número único 112). E vale a pena assinalar uma armadilha: durante um surto grave não se devem tomar medicamentos que travam a diarreia, porque, ao reter o conteúdo num intestino inflamado, podem favorecer precisamente essa distensão.

Como se confirma o diagnóstico

O diagnóstico não se estabelece pela descrição dos sintomas, porque demasiadas doenças dão os mesmos. Começa-se pelas análises: o hemograma mostra a anemia e a inflamação, e a análise às fezes exclui uma infeção intestinal. Há um teste especialmente útil, a calprotectina fecal, que separa a inflamação da parede intestinal das perturbações funcionais como a síndrome do intestino irritável, em que o intestino não está inflamado.

O exame decisivo é a endoscopia. Introduz-se pelo reto um tubo flexível com câmara, observa-se a mucosa e colhem-se pequenas amostras de tecido. Para o diagnóstico inicial costuma ser necessária uma colonoscopia completa: interessa perceber até onde chega a inflamação, porque disso dependem o tratamento e a vigilância posterior. Faz-se com analgesia ou sedação ligeira, e na véspera prepara-se o intestino com uma solução própria.

Ao longo dos exames o médico distingue a colite ulcerosa da doença de Crohn, a outra doença inflamatória do intestino. São parecidas, mas na doença de Crohn a inflamação pode situar-se em qualquer troço do tubo digestivo e atravessa toda a espessura da parede, enquanto na colite ulcerosa está afetada apenas a mucosa do cólon, de forma contínua e a partir do reto. A distinção não é académica: o tratamento e o prognóstico são diferentes.

Com que se trava um surto

Nenhum medicamento elimina aqui a causa: todos abafam uma reação imunitária excessiva para que a mucosa possa cicatrizar. A escolha é conduzida pelo gastrenterologista e depende da extensão da inflamação e da gravidade do surto.

No surto ligeiro e moderado a base são os aminossalicilatos (fármacos 5-ASA). Tomam-se por via oral e, quando estão afetados o reto e o cólon esquerdo, também por via local: supositórios, espuma ou clisteres. Sobre as formas locais convém insistir, porque muitos as descartam por incómodas — nas localizações baixas funcionam melhor do que os comprimidos, uma vez que levam o medicamento diretamente à zona inflamada.

Se não chegar, acrescentam-se corticoides num ciclo curto com redução gradual da dose. Travam bem o surto, mas não servem para uso continuado: a longo prazo tornam o osso mais fino e favorecem cataratas, subida do açúcar e da tensão arterial. Quando não é possível prescindir deles, passa-se a imunossupressores e, nas formas moderadas e graves, a fármacos biológicos ou a moléculas dirigidas em comprimidos. Com estes tratamentos são precisas análises ao sangue regulares e prudência perante as infeções.

No surto grave os medicamentos são administrados na veia, no hospital. Se nem assim se consegue controlo, o cólon é removido. A cirurgia soa assustadora, mas há que entendê-la corretamente: retirar o cólon liberta da colite ulcerosa para sempre, e as técnicas atuais permitem, na maioria dos casos, evitar um saco permanente.

O essencial: o tratamento de manutenção toma-se também quando se está bem

O tratamento de manutenção são os medicamentos que se tomam em remissão, quando nada dói. É precisamente esse que mais se abandona, e esse abandono é a primeira causa de surtos. O raciocínio compreende-se: não há sintomas, a pessoa sente-se como sempre, a caixa está intacta há meses — para quê tomar comprimidos estando saudável? Mas na colite ulcerosa a remissão não se sustenta por si, sustenta-se no medicamento. Retirado o medicamento, a inflamação regressa, por vezes ao fim de um mês, por vezes ao fim de meio ano.

O segundo argumento é bastante menos conhecido: tomar aminossalicilatos de forma continuada não só mantém a remissão como, segundo os dados disponíveis, reduz o risco de cancro do cólon. O comprimido dos períodos calmos cumpre duas funções ao mesmo tempo.

Na prática, daqui decorre o seguinte. Não suspenda o fármaco de manutenção por iniciativa própria, mesmo depois de um ano a sentir-se perfeitamente. Se a toma pesa — comprimidos a mais, efeitos indesejáveis, custo, uma forma incómoda —, diga-o ao médico em voz alta: quase sempre há algo por que o substituir ou uma maneira de simplificar o esquema. Uma dose esquecida não se duplica, simplesmente continua-se.

Sobre a alimentação, com franqueza

Não existe uma dieta universal para a colite ulcerosa, e a alimentação não é a causa da doença. Vale a pena dizê-lo com clareza, porque à volta do tema circulam muitos conselhos categóricos por causa dos quais há pessoas que passam anos a comer cinco alimentos e chegam à consulta com falta de ferro e de vitaminas.

O que se sabe com segurança é outra coisa: em remissão a grande maioria come normalmente e sem restrições. Durante um surto é razoável passar temporariamente a um regime mais suave — refeições pequenas e mais frequentes, menos fibra grosseira, menos picante e menos gordura, café e álcool limitados e muitos líquidos, porque com dejeções líquidas frequentes a desidratação chega depressa.

A intolerância individual a certos alimentos existe, e para a identificar ajuda um diário alimentar: registe o que comeu e como se sentiu, e ao fim de algumas semanas o padrão torna-se visível. Mas não se devem eliminar grupos inteiros de alimentos — laticínios, todos os cereais, todos os legumes — sem falar com o médico: assim perdem-se cálcio, vitamina D, ferro e proteínas, e a doença não recua por isso. Nas formas de longa duração e em quem faz corticoides, o médico vigia o estado dos ossos e os níveis de ferro e prescreve suplementos se forem necessários.

Risco de cancro do cólon e porquê repetir a colonoscopia

Isto costuma ser desconhecido, e devia ser sabido. A inflamação prolongada da mucosa do cólon aumenta o risco de aí se desenvolver um cancro. O risco não é igual para todos: é maior se a doença dura há muitos anos, se a inflamação abrange grande parte do cólon, se os surtos são graves e frequentes, se houve cancro do intestino em familiares próximos ou se coexiste uma colangite esclerosante primária.

É por isso que às pessoas com colite ulcerosa se fazem colonoscopias regulares — não por se ter suspeitado de alguma coisa, mas de forma programada. Começa-se habitualmente alguns anos depois dos primeiros sintomas e repete-se depois com o intervalo que o médico define caso a caso. O objetivo é encontrar as alterações da mucosa na fase em que ainda não são um cancro e podem simplesmente ser removidas.

A conclusão é uma só: não falte à colonoscopia programada, por muito bem que se sinta. As alterações iniciais não dão qualquer sinal, e os sintomas que permitiriam suspeitar de cancro do intestino — sangue nas fezes, diarreia, dor abdominal — já existem na colite ulcerosa, pelo que aqui não servem de alarme.

Consulta em linha

Na colite ulcerosa as dúvidas surgem constantemente entre uma ida ao gastrenterologista e a seguinte, e a maioria resolve-se a conversar. A consulta em linha serve para rever os primeiros sintomas e perceber que análises vale a pena fazer antes de ir ao especialista, para discutir um diagnóstico já estabelecido e os resultados dos exames, e para esclarecer o esquema prescrito: como tomá-lo, o que esperar, o que fazer com os efeitos indesejáveis e porque não se para à primeira melhoria.

À distância é também cómodo tratar aquilo que na consulta presencial não dá tempo de perguntar: que analgésico pode usar em vez do habitual, o que fazer se lhe receitaram um antibiótico por outro motivo, quando é altura de lembrar a colonoscopia programada, como planear uma gravidez e o que ajustar antecipadamente no tratamento. Se pela descrição o médico reconhecer sinais de surto grave, dirá isso de imediato e encaminhará para o hospital.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Anna Biriukova

Gastroenterologia6 anos de experiência

A Dra. Anna Biriukova é médica especialista em medicina interna com experiência adicional em cardiologia, endocrinologia e gastroenterologia. Presta consultas online para adultos, oferecendo acompanhamento abrangente da saúde cardiovascular, metabólica, digestiva e geral.

Com uma abordagem centrada no paciente, a Dra. Biriukova foca-se na prevenção, diagnóstico precoce e gestão de doenças crónicas. Atua em português, inglês e polaco, proporcionando cuidados personalizados para residentes, viajantes e expatriados.

Cardiologia – diagnóstico e acompanhamento de:

  • Hipertensão arterial, variações de tensão e prevenção de complicações cardiovasculares.
  • Dor torácica, falta de ar, arritmias (taquicardia, bradicardia, palpitações).
  • Edema, fadiga crónica, redução da tolerância ao esforço.
  • Análise de eletrocardiogramas (ECG), perfil lipídico e risco de enfarte ou AVC.
  • Follow-up cardíaco após COVID-19.
Endocrinologia – diabetes, tiroide e metabolismo:
  • Diagnóstico e tratamento da diabetes tipo 1 e 2, e pré-diabetes.
  • Planos terapêuticos personalizados com antidiabéticos orais ou insulina.
  • Tratamento com GLP-1: medicamentos inovadores para perda de peso e controlo da diabetes, com seleção da medicação e acompanhamento contínuo.
  • Disfunções da tiroide: hipotiroidismo, hipertiroidismo, tiroidites autoimunes (Hashimoto, Graves-Basedow).
  • Síndrome metabólica: obesidade, dislipidemias, resistência à insulina.
Gastroenterologia – queixas digestivas:
  • Dor abdominal, náuseas, azia e refluxo gastroesofágico (DRGE).
  • Distúrbios digestivos: gastrite, síndrome do intestino irritável (SII), dispepsia funcional.
  • Interpretação de exames gastrointestinais: análises, ecografias, endoscopias.
Cuidados médicos gerais e prevenção:
  • Infeções respiratórias: tosse, constipação, bronquite.
  • Leitura e interpretação de análises laboratoriais, ajuste de medicação.
  • Vacinação em adultos: plano personalizado e contraindicações.
  • Prevenção oncológica: planeamento de rastreios e avaliação de riscos.
A Dra. Biriukova alia os conhecimentos em medicina interna a uma abordagem especializada, fornecendo explicações claras, planos de tratamento realistas e cuidados adaptados à situação de cada paciente.
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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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