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Vaginismo

O vaginismo é a contração involuntária dos músculos que rodeiam a entrada da vagina e que torna a penetração dolorosa ou impossível.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

O vaginismo é a contração involuntária dos músculos que rodeiam a entrada da vagina e que torna a penetração dolorosa ou impossível. Os músculos fecham-se sozinhos, sem que a vontade tenha voz nisso: o corpo reage antes de a pessoa conseguir decidir seja o que for. É uma situação frequente de que quase não se fala em voz alta, e é também uma daquelas que melhor respondem ao tratamento. Muitas mulheres convivem com ela durante anos, convencidas de que «há alguma coisa errada precisamente comigo», não a contam sequer às pessoas mais próximas e não procuram o médico — quase sempre por medo do exame. E, no entanto, existe ajuda, é clara, faz-se por etapas, e não começa de forma nenhuma por aquilo que se teme.

Como se manifesta

O sinal principal é que os músculos se fecham perante a tentativa de introduzir alguma coisa, e essa tentativa ou é muito dolorosa ou não chega a lado nenhum. Acontece em situações diferentes:

  • ao tentar usar um tampão ou um copo menstrual;
  • na penetração durante a relação sexual, seja com um dedo, um brinquedo sexual ou o pénis;
  • durante um exame ginecológico ou a colheita para a citologia;
  • por vezes apenas com a aproximação à zona, antes de qualquer contacto.

As sensações são descritas de maneiras diversas: ardor, picadas, a impressão de embater numa parede, a ideia de que «ali não há abertura». Muitas vezes não é só o pavimento pélvico que se contrai: as coxas apertam-se, os ombros sobem, a respiração fica suspensa — o corpo inteiro põe-se na defensiva. Depois de uma tentativa falhada, a dor pode ficar durante horas.

O vaginismo pode ser primário, quando a penetração nunca foi possível, ou secundário, quando antes corria tudo bem e a dor apareceu mais tarde: depois de um parto, de uma cirurgia, de uma infeção, com a chegada da menopausa ou a seguir a uma experiência difícil. Vale a pena sublinhar que o vaginismo não costuma retirar nem o desejo, nem a excitação, nem o prazer noutras formas de intimidade: o que fica afetado é a penetração, não a sexualidade no seu conjunto.

O que o vaginismo não é

Convém dizê-lo com clareza, porque as explicações erradas magoam e atrasam o pedido de ajuda.

  • Não é uma invenção nem é «só da cabeça». O espasmo muscular é real, o médico observa-o no exame, e explica a dor por inteiro.
  • Não é falta de vontade. Uma mulher pode desejá-lo muito e esforçar-se ao máximo, e mesmo assim o corpo não deixa.
  • Não se consegue «simplesmente relaxar». Esse conselho aqui não serve e muitas vezes prejudica: deixa a pessoa com a sensação de que não se está a esforçar o suficiente.
  • Não é sinal de que a relação com o parceiro vá mal nem é motivo de culpa, nem própria nem alheia.
  • Não é raro nem é uma condenação. Com a ajuda certa, a maioria das mulheres chega ao resultado que procurava.

E mais uma coisa. Insistir «aguentando» costuma consolidar o problema: cada tentativa dolorosa ensina ao corpo que ali há perigo e, da vez seguinte, os músculos fecham-se mais cedo e com mais força. O círculo não se rompe à força de vontade, mas com um trabalho paciente e regular.

Porque acontece

Raramente existe uma causa única: o habitual é uma combinação. Na base está quase sempre um círculo fechado: a dor, ou a antecipação da dor, contrai os músculos, a contração torna a penetração dolorosa, e a experiência da dor reforça a antecipação. Muita coisa pode pôr esse círculo em marcha:

  • dor na primeira relação sexual ou uma experiência apressada e pouco cuidada;
  • qualquer problema doloroso da zona: candidíase, infeções, fissuras, endometriose;
  • um exame médico duro ou humilhante no passado;
  • um parto complicado, lacerações, pontos, uma cirurgia;
  • ansiedade, incluindo o receio de uma gravidez ou de um contágio;
  • uma educação em que o corpo e o sexo eram assuntos vergonhosos ou proibidos;
  • violência sexual ou coação sofridas.

Este último ponto é importante, mas não é obrigatório: a maioria das mulheres com vaginismo não viveu nada de semelhante, e dá-lo por adquirido é um erro. Com a mesma frequência a causa é perfeitamente banal e, por vezes, não se encontra nenhuma — o que quase não influencia a escolha do tratamento.

Que mais provoca dor na penetração

Antes de falar de vaginismo, o médico exclui outras causas de dor, porque algumas tratam-se de maneira muito diferente e bastante depressa. As mais frequentes são:

  • infeções e inflamações: candidíase, vaginose bacteriana, infeções sexualmente transmissíveis, doença inflamatória pélvica;
  • o líquen escleroso da vulva: a pele torna-se fina e esbranquiçada, com comichão e fissuras; é tratado durante anos «como se fossem fungos», quando precisa de outro tratamento e de vigilância;
  • a vulvodinia: dor e ardor persistentes à entrada da vagina, muitas vezes ao tocar sempre no mesmo ponto;
  • a endometriose: uma dor mais profunda, em determinadas posições, a par de menstruações dolorosas;
  • a atrofia da mucosa depois da menopausa: secura, ardor, fragilidade, sangue depois das relações; responde bem ao tratamento local;
  • as sequelas de partos e cirurgias: cicatrizes, pontos dolorosos, lesões do pavimento pélvico;
  • reações cutâneas a produtos de higiene, lubrificantes ou látex.

Daqui resulta uma regra importante: se a dor surgiu pela primeira vez depois de um parto, depois de uma cirurgia ou com a menopausa, a causa é muito provavelmente outra e há que encontrá-la. Nesses casos não convém chamar vaginismo ao que se passa sem mais nada: muitas vezes trata-se de uma cicatriz, da falta de estrogénios ou de uma lesão concreta ainda em cicatrização, e a solução acaba por ser bastante simples. Dito isto, uma coisa não exclui a outra: uma dor de qualquer origem acaba com o tempo por acrescentar um espasmo de defesa, e então tratam-se as duas componentes ao mesmo tempo.

O exame ginecológico: como o enfrentar e o que combinar antes

É precisamente o medo do exame que mais vezes impede de pedir ajuda, e é a parte mais injusta, porque o exame pode ser feito com delicadeza e tudo isso pode ficar combinado antes de chegar à marquesa. Diga-o abertamente ao marcar a consulta ou logo no início dela: «os exames custam-me imenso» é uma frase suficiente e completamente vulgar, que os profissionais ouvem a toda a hora.

O que faz sentido combinar:

  • que a primeira consulta pode ser apenas uma conversa, sem exame nenhum;
  • que seja uma mulher a observá-la, se assim se sentir mais tranquila;
  • que esteja consigo no gabinete uma pessoa de confiança;
  • que o médico anuncie cada passo antes de o dar e não faça nada sem avisar;
  • que se comece pela parte externa, sem introduzir instrumentos, e que se pare naquilo que conseguir tolerar;
  • que se use o espéculo mais pequeno e lubrificante, e que por vezes baste um exame com um dedo;
  • que possa dizer «pare» em qualquer momento, sem estragar a consulta nem ofender ninguém.

O objetivo do primeiro exame não é «verificar se resulta», mas excluir outras causas de dor e perceber como reagem os músculos. Se desta vez não correr, não é um fracasso: retoma-se mais adiante, quando o trabalho muscular já estiver em curso. A citologia e o rastreio do colo do útero também podem ser feitos — umas vezes depois de alguma preparação, outras com gel anestésico, outras ainda por autocolheita, onde essa possibilidade exista. Desistir de vez do rastreio não é a resposta: pergunte que alternativas tem.

O que ajuda

O tratamento está bem estabelecido, avança por etapas e quase sempre junta vários elementos. Nenhum dos passos se dá através da dor: é o princípio geral.

  • Trabalho do pavimento pélvico com um fisioterapeuta. A competência decisiva aqui não é contrair, mas aprender a descontrair e a largar os músculos; isso ensina-se à parte, juntamente com a respiração. É frequente recorrer ao biofeedback, para que sinta o que exatamente se contrai.
  • Dessensibilização progressiva com dilatadores. São cones lisos de vários tamanhos que a própria mulher introduz, ao seu ritmo, a começar pelo mais pequeno e com lubrificante. A ideia não é esticar tecidos, mas ensinar o sistema nervoso a deixar de esperar dor. Leva semanas ou meses, e a pressa é contraproducente.
  • Psicoterapia e terapia sexual. Trabalho sobre a ansiedade e o medo, técnicas de relaxamento e de atenção plena e, quando é preciso, terapia do trauma vivido. Não é «tratar uma invenção»: é intervir na parte do mecanismo que desencadeia o espasmo.
  • Tratar o que anda associado. Uma infeção, um líquen escleroso, a secura depois da menopausa, uma cicatriz dolorosa — tudo isso se trata em paralelo, senão a dor volta a trazer o espasmo.
  • Apoios práticos. Um bom lubrificante, hidratantes, anestésico local antes dos exercícios se o médico o indicar. Em casos selecionados, quando as medidas habituais não resultaram, podem ser propostas injeções de toxina botulínica nos músculos do pavimento pélvico — sempre como complemento dos exercícios e nunca em vez deles.

A maior parte do trabalho faz-se em casa, em sessões curtas e regulares. Os progressos costumam ser irregulares: há recuos depois de uma doença, de uma fase de stress ou de uma tentativa falhada, e isso faz parte normal do percurso, não é voltar ao princípio.

Se tem parceiro

Vale a pena envolver o parceiro, se for isso que deseja: a dois avança-se mais depressa e a tensão na relação alivia. O que ajuda mesmo é falar do que se passa e porquê, sem procurar culpados; combinar que durante o tratamento não haverá tentativas de penetração, para que cada encontro deixe de ser um exame; cuidar das outras formas de proximidade, que não desapareceram; e ter pleno direito a parar em qualquer instante, sem explicações e sem que ninguém leve a mal.

O que atrapalha: o «relaxa lá», a insistência «mesmo que doa», as recriminações e, do mesmo modo, o silêncio, em que cada um fica com a sua própria versão dos factos. Se a conversa não sai, é um bom motivo para irem juntos ao especialista: as consultas de casal rendem por vezes mais do que as individuais.

Consulta em linha

Aqui a consulta em linha assenta particularmente bem, porque retira a barreira principal: contar de casa o que se passa, com calma e sem exame, é muito mais suportável do que decidir-se a entrar logo num gabinete. Nessa consulta o médico perguntará pelo tipo de dor e por quando ela começou, ajudará a distinguir o vaginismo de outras causas de dor, dirá que exames são realmente necessários e explicará como é feito um plano de tratamento — muitas vezes só isso já faz o medo diminuir. Em linha pode preparar-se com antecedência a forma de tornar suportável o exame presencial e anotar aquilo que vai pedir ao profissional. É também aqui que se afinam a técnica dos exercícios com dilatadores, a escolha de lubrificantes e hidratantes, as dúvidas sobre o rastreio do colo do útero e sobre como falar do assunto com o parceiro. O exame presencial será na mesma necessário, para excluir outras causas de dor; e convém ser observada sem demora se a dor apareceu pela primeira vez depois de um parto, de uma cirurgia ou com a menopausa, se houver perdas de sangue, feridas ou alterações da pele, ou se a dor persistir fora das tentativas de penetração.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

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A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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