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Vitiligo

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

O vitiligo é uma doença em que surgem na pele zonas que perderam por completo a cor. As células que fabricam o pigmento, a melanina, deixam nesses pontos de funcionar ou desaparecem, e a pele fica branco-leite. O vitiligo não se transmite, não dói e não põe a vida em risco: com ele pode fazer-se exatamente o mesmo que sem ele. Todo o seu peso está noutro plano — em como a pessoa se sente no meio dos outros e no facto de a pele sem pigmento se queimar ao sol quase de imediato. É destas duas coisas que vale a pena falar primeiro, e não de procurar «uma causa que é preciso eliminar».

Que aspeto tem e como se comporta

Costuma começar por uma única mancha pequena, um pouco mais clara do que a pele à volta. Aos poucos embranquece por completo, os limites tornam-se nítidos e por vezes fica um rebordo mais escuro. A pele dentro da mancha mantém-se normal ao toque: não descama, não engrossa, não dói e só de vez em quando comicha um pouco. Os pelos que crescem na zona branca também podem perder a cor com o tempo.

As manchas surgem sobretudo na cara — à volta dos olhos e da boca —, nas mãos e nos pulsos, nos cotovelos e nos joelhos, nos pés, nas axilas e nas virilhas, nos genitais e onde a pele roça na roupa ou se magoa com frequência. Não é acaso: em muitas pessoas as manchas novas nascem justamente onde houve um corte, uma queimadura, uma esfoladela forte ou uma queimadura solar. Essa reação chama-se fenómeno de Koebner e explica por que razão a pele com vitiligo precisa de cuidado e de proteção.

Distinguem-se duas formas principais. O vitiligo não segmentar é o da grande maioria: as manchas aparecem dos dois lados do corpo quase em espelho, e a evolução faz-se por ondas, com períodos calmos alternados com o surgimento de zonas novas. O vitiligo segmentar ocupa uma só área de um só lado, começa mais vezes na infância ou na adolescência, deixa de alastrar bastante cedo — em regra ao fim de um ano ou ano e meio — e depois mantém-se estável. A distinção é prática: da forma dependem tanto o prognóstico como a escolha do tratamento.

Não é possível prever quanta pele acabará por ser atingida. Nuns fica tudo por duas ou três manchas durante muitos anos; noutros as zonas juntam-se em superfícies extensas. Às vezes a cor volta em parte sozinha, mais nas áreas expostas ao sol e nas crianças.

Porque é que aparece

Na base do vitiligo não segmentar está um processo autoimune: o próprio sistema imunitário destrói por engano os melanócitos, as células que produzem o pigmento. Porque começa precisamente naquela pessoa e naquele momento não se pode dizer ao certo. Sabe-se que conta a predisposição hereditária: não é raro encontrar vitiligo ou outras doenças autoimunes entre os familiares. E sabe-se que o início coincide muitas vezes com alguma coisa — um stress intenso, uma doença, uma gravidez e um parto, uma queimadura solar forte, um traumatismo da pele, o contacto com certas substâncias químicas, entre elas algumas presentes na borracha e nas tintas para o cabelo. Na forma segmentar o mecanismo parece ser outro e liga-se às terminações nervosas da pele.

E convém dizer já o que não causa o vitiligo. Não vem de má alimentação, de «toxinas acumuladas», de um fungo, dos nervos no sentido corrente da palavra, de um sistema imunitário estragado por comprimidos nem da falta das vitaminas que se vendem «para as manchas brancas». O mais importante: o vitiligo não é contagioso em circunstância alguma — nem a apertar a mão, nem na piscina, nem na mesma cama, nem através dos talheres. É preciso dizê-lo com clareza, porque é justamente esse medo dos outros que mais fere quem tem vitiligo.

O que significa para a pessoa

Do ponto de vista médico o vitiligo é benigno, e os médicos por vezes dizem-no como se com isso a conversa ficasse encerrada. Na prática, muda a vida de forma sensível a muita gente. As manchas da cara e das mãos não se escondem, aparecem sem aviso, as pessoas olham e perguntam, e na escola as crianças são gozadas. Daí evitar-se a praia, o ginásio, as mangas curtas, as fotografias, conhecer gente nova. A ansiedade e o abatimento são frequentes no vitiligo, e são uma reação normal a uma alteração visível do aspeto, não uma fraqueza de carácter nem uma fixação.

Deste lado vale a pena falar com o médico tal como das manchas: é um motivo legítimo de ajuda. O apoio psicológico e, havendo ansiedade ou abatimento marcados, o trabalho com um psicoterapeuta ajudam de forma clara e não anulam nenhum outro tratamento. Para muitos conta encontrar uma comunidade de pessoas com a mesma experiência. E uma nota à parte sobre as crianças: à criança ajuda menos o tratamento do que a atitude serena dos adultos, palavras simples sobre o que lhe está a acontecer e uma conversa com a escola se começaram as chacotas.

O sol: aquilo de que há que tratar desde o primeiro dia

Esta é a parte mais prática de todo o texto e não tem que ver com estética. A melanina é a defesa natural da pele contra os raios ultravioleta, e nas manchas brancas não existe nenhuma. Essa pele queima-se em poucos minutos, e a queimadura solar não é só dolorosa: aumenta o risco de lesão da pele a longo prazo e ainda pode desencadear manchas novas pelo fenómeno de Koebner. Por isso a proteção solar no vitiligo é tratamento e não cosmética, e é precisa todo o ano, não apenas nas férias.

  • Um produto de fator alto e de largo espetro em todas as zonas descobertas, reaplicado de duas em duas ou de três em três horas e depois do banho ou de transpirar.
  • Manga comprida, chapéu de abas largas e sombra nas horas de maior calor protegem mais do que qualquer creme.
  • Os solários não servem: não «igualam» a cor, só fazem mal.
  • Não tente bronzear-se para que as manchas se notem menos — a pele à volta escurece, as zonas brancas ficam na mesma e o contraste só aumenta.

Isto tem um reverso: quem evita o sol de forma consistente arrisca-se a ficar com falta de vitamina D. Tem solução — o nível pode medir-se e, se for preciso, toma-se um suplemento na dose que o médico indicar. Abdicar da proteção da pele por causa da vitamina D não é a resposta.

A maquilhagem de camuflagem é uma escolha legítima

A camuflagem cosmética é por vezes vista como uma rendição ou como algo pouco sério. Não é. Poder sair de casa sem pensar para onde olham os outros pesa no bem-estar mais do que muitos medicamentos, e recorrer a ela é uma decisão sensata, não uma fraqueza. É igualmente legítimo não camuflar nada: é uma escolha pessoal e aqui não há resposta certa.

Funcionam várias opções. Os produtos de camuflagem próprios cobrem mais do que uma base comum, escolhem-se pelo tom de pele, duram muito e não temem a água. Os autobronzeadores com di-hidroxiacetona tingem a camada superficial da pele e aguentam alguns dias; a cor fica mais uniforme se se aplicar em camada fina e se repetir com regularidade. Para zonas pequenas servem as bases cobrentes habituais e os pós de longa duração. Acertar no tom à primeira é raro: convém contar com algumas tentativas, e pode pedir-se conselho ao dermatologista. A camuflagem aplica-se por cima do protetor solar e não em vez dele.

O que o tratamento pode dar na realidade

Aqui é preciso honestidade, porque as expetativas empoladas levam à desilusão e a abandonar o tratamento antes de ele poder resultar. O objetivo é devolver pigmento às zonas já embranquecidas e travar o aparecimento de novas. Resulta numa parte das pessoas e não em todas, e o resultado quase nunca é rápido.

  • Tratamentos tópicos. As pomadas e cremes com corticoide usam-se em ciclos e sob vigilância, porque a longo prazo adelgaçam a pele. Para a cara, as pálpebras e as pregas escolhem-se em regra os inibidores da calcineurina, tacrolímus e pimecrolímus, que não adelgaçam a pele e por isso servem em zonas delicadas. Na Europa está também autorizado um creme com um inibidor das cinases Janus para o vitiligo não segmentar, incluindo em adolescentes; é o dermatologista que o prescreve.
  • Fototerapia. A irradiação com ultravioleta B de banda estreita em consultório é o método principal nas formas extensas, muitas vezes combinada com tratamentos tópicos. As sessões fazem-se várias vezes por semana ao longo de muitos meses. As lâmpadas caseiras e os solários não a substituem e podem ser prejudiciais.
  • Métodos cirúrgicos. O transplante dos próprios melanócitos ou de finas lâminas de pele pondera-se no vitiligo estável, que não alastra há cerca de um ano, e sobretudo na forma segmentar.

Quanto tempo demora e com o que contar

Os primeiros sinais de a cor voltar — pequenos pontos pigmentados à volta dos pelos dentro da mancha — não surgem antes de dois ou três meses, e o efeito só vale a pena julgar por volta dos seis. A cara, o pescoço e o tronco respondem bastante melhor do que as mãos, os pés, as pontas dos dedos e os lábios: onde há poucos folículos pilosos o pigmento não tem de onde regressar, e aí a recuperação completa da cor raramente se consegue. Mesmo um bom resultado é muitas vezes parcial e, ao parar o tratamento, as manchas por vezes voltam, pelo que é frequente ser precisa uma fase de manutenção. E um aviso: os suplementos «para o vitiligo» e os remédios de ervas comprados na internet não têm benefício demonstrado, e os cremes despigmentantes com hidroquinona usados por iniciativa própria podem estragar de forma irreversível a pele saudável.

O que se avalia além da pele e quando não convém adiar

O diagnóstico é feito pelo médico ao observar a pele e, se necessário, com uma lâmpada de Wood: à sua luz as zonas sem pigmento veem-se com mais nitidez, o que ajuda a separar o vitiligo de outras causas de manchas claras, como a pitiríase versicolor, as marcas deixadas por uma inflamação ou a pitiríase alba nas crianças. A biopsia é raramente precisa.

Há uma parte à parte e importante: o estudo para lá da pele. O vitiligo associa-se com frequência a doenças da tiroide, por isso a função tiroideia verifica-se com uma análise ao sangue e repete-se ao longo do tempo se houver queixas. Conforme o caso observam-se também outras coisas: a glicemia, o hemograma e a vitamina B12 se houver suspeita de carência, e sinais de outras doenças autoimunes. Não se faz «por precaução», mas porque estas doenças costumam andar juntas e várias delas ficam caladas durante muito tempo.

Procure o médico sem adiar se:

  • as manchas alastram depressa — surgem novas ao longo de semanas e as antigas crescem de forma visível;
  • aparecem queixas dos olhos: dor, vermelhidão, incómodo com a luz, visão pior ou turva;
  • a audição muda — ouve menos, ou surgem ruídos ou zumbidos nos ouvidos;
  • junto com as manchas aparece mais alguma coisa: cansaço intenso, perda de peso, sede e urinar muitas vezes, tonturas ao levantar-se, escurecimento da pele nas pregas e nas cicatrizes, tremor, palpitações ou friorento;
  • uma mancha branca descama, faz comichão, está inflamada, muda de forma ou cria crosta — nesse caso pode tratar-se de algo bem diferente;
  • as manchas surgiram numa criança: as crianças são observadas pelo médico e o tratamento escolhe-se de outra maneira do que no adulto.

Consulta em linha

Uma conversa à distância funciona aqui melhor do que em muitos outros temas, porque a pele pode ser mostrada. Boas fotografias com luz do dia, sem flash nem filtros e tiradas de vários ângulos, dão ao médico quase tudo o que é preciso para um primeiro juízo. Vale a pena fotografar as manchas e repetir as fotografias uns meses depois nas mesmas condições: assim vê-se se estão a crescer ou paradas, e é a única forma fiável de avaliar tanto a evolução como a resposta ao tratamento.

Na consulta esclarece-se se isto parece vitiligo ou outra causa de manchas claras, de que forma se trata, que análises fazem sentido, se é preciso referenciação ao dermatologista e para fototerapia, como usar bem os produtos indicados e o que esperar deles e em quanto tempo. É também a altura para falar da escolha do protetor solar e da camuflagem, das perguntas da criança e da escola, e da ansiedade ou do abatimento, se existirem. Os limites são evidentes: a observação com lâmpada de Wood, as análises e os procedimentos só são possíveis presencialmente, e a decisão sobre um tratamento com receita cabe ao dermatologista depois de observar. E perante um olho vermelho e doloroso ou uma quebra súbita da visão não há consulta nenhuma a esperar: isso trata-se de imediato.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Médicos online para Vitiligo

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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