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FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO

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Como utilizar FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO

Traduzido com IA

Esta informação é fornecida apenas para fins informativos e não substitui a consulta de um médico. Consulte sempre um médico antes de tomar qualquer medicamento. A Oladoctor não se responsabiliza por decisões médicas baseadas neste conteúdo.

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Introdução

Prospecto: informação para o utilizador

Freeflex Ringer Lactato solução para perfusão

Leia todo o prospecto atentamente antes de começar a usar este medicamento, porque contém informações importantes para si.

  • Conserva este prospecto, porque pode ter que voltar a lê-lo.
  • Se tiver alguma dúvida, consulte o seu médico ou farmacêutico.
  • Este medicamento foi prescrito apenas para si, e não deve dá-lo a outras pessoas, mesmo que tenham os mesmos sintomas que si, porque pode prejudicá-las.
  • Se experimentar efeitos adversos, consulte o seu médico ou farmacêutico, mesmo que se trate de efeitos adversos que não aparecem neste prospecto. Ver secção 4.

Conteúdo do prospecto:

  1. O que é Freeflex Ringer Lactato e para que é utilizado
  2. O que necessita saber antes de começar a usar Freeflex Ringer Lactato
  3. Como usar Freeflex Ringer Lactato
  4. Possíveis efeitos adversos
  5. Conservação de Freeflex Ringer Lactato
  6. Conteúdo do envase e informação adicional
Doctor consultation

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1. O que é Freeflex Ringer Lactato e para que é utilizado

Freeflex Ringer Lactato é uma solução para perfusão que fornece suplemento de sais minerais e água para hidratação.

A solução Freeflex Ringer Lactato está incluída dentro do grupo de medicamentos denominados soluções para perfusão.

Este medicamento será administrado por via intravenosa por pessoal especializado e está indicado nos seguintes casos:

  • Quando exista desidratação com perdas elevadas de sais e água, como ocorre quando existem vómitos, diarreias, fístulas ou queimaduras graves.
  • Quando os líquidos do corpo são demasiado ácidos (acidose metabólica leve ou moderada).
  • Quando se produz uma diminuição importante no volume de sangue, no caso de hemorragias, queimaduras, choque, etc.
  • Durante ou após uma operação cirúrgica para evitar que se produza um descenso na tensão arterial.

Como veículo para administrar outros medicamentos compatíveis.

2. O que necessita saber antes de começar a usar Freeflex Ringer Lactato

Não use Freeflex Ringer Lactato

  • se é alérgico aos princípios ativos ou a algum dos outros componentes deste medicamento (incluídos na secção 6).
  • se lhe foi detectado um excesso de líquidos no corpo (hiperhidratação ou hipervolemia) e se isso lhe produz inchaço (edema)
  • se padece de problemas de tensão alta.
  • se tem um excesso de potássio, sódio, cálcio ou cloro no corpo
  • se os líquidos do seu corpo são demasiado alcalinos (alcalose metabólica)
  • se os líquidos do seu corpo são excessivamente ácidos (acidose metabólica grave)
  • se lhe foram detectados níveis altos de ácido láctico em sangue.
  • se padece de doença grave do rim ou do fígado.
  • se padece de alguma doença grave do coração.
  • se está em tratamento prolongado com esteroides ou com uma hormona denominada ACTH.

Advertências e precauções

Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de começar a usar Freeflex Ringer Lactato.

Tenha especial cuidado com Freeflex Ringer Lactato:

  • Se o rim, o coração e/ou os pulmões não lhe funcionam corretamente. Nesses casos, a administração de grandes volumes de esta solução deve ser realizada sob estrito controlo clínico.
  • É recomendável que, durante a administração desta solução, se lhe sejam realizados regularmente controlos do seu estado clínico e análises tanto de sangue como de urina (electrolitos em sangue e urina, equilíbrio ácido-base, hematocrito). Se lhe devem realizar controlos do potássio em sangue se tem risco de padecer hiperpotasemia (níveis altos de potássio em sangue).

Se apresenta alguma das seguintes doenças, este medicamento lhe será administrado com especial precaução e é provável que se lhe sejam realizados testes adicionais para determinar se pode receber o medicamento:

  • Devido à presença de sódio: Se tem a tensão arterial alta (hipertensão), falha cardíaca, edema nos pulmões ou em tornozelos, pés e pernas, pré-eclampsia (doença que se produz durante a gravidez ou o pós-parto que cursa com um aumento da pressão arterial), aldosteronismo (doença associada a um aumento na secreção de uma hormona chamada aldosterona) ou tem a função renal deteriorada ou outras condições associadas com a retenção de sódio.
  • Devido à presença de potássio: Se sofre doenças cardíacas ou outros problemas que possam provocar um aumento do potássio em sangue, como a insuficiência renal ou adrenocortical, a desidratação aguda ou a destruição maciça de tecidos, como ocorre em grandes queimados.
  • Devido à presença de cálcio: Se tem a função renal deteriorada ou se tem ou teve pedras nos rins produzidas por uma acumulação de cálcio ou doenças associadas com concentrações elevadas de vitamina D como a sarcoidose.
  • Devido à presença de íons lactato: Se a solução Freeflex Ringer Lactato for administrada em grandes quantidades, pode produzir uma alcalose metabólica.
  • Se apresenta insuficiência grave de potássio. Embora a solução Freeflex Ringer Lactato tenha uma concentração de potássio semelhante à do plasma, esta é insuficiente para produzir um efeito benéfico nestas situações.
  • Se o fígado não lhe funciona corretamente, a solução Freeflex Ringer Lactato pode não produzir o seu efeito, pois o metabolismo do lactato pode estar deteriorado.
  • Deve-lhe ser administrada a solução Freeflex Ringer Lactato com precaução se tem risco de sofrer edema cerebral ou hipertensão intracraniana.
  • Se está sendo tratado com corticoides, hormona adrenocorticotrófica ou medicamentos digitálicos, a administração da solução Freeflex Ringer Lactato deve ser realizada com precaução (ver secção Uso de Freeflex Ringer Lactato com outros medicamentos).

A perfusão de volumes grandes precisará uma vigilância especial em pacientes com insuficiência cardíaca ou pulmonar e em pacientes com liberação não osmótica de vasopressina (incluído SIADH), devido ao risco de hiponatremia hospitalar.

Hiponatremia:

Os pacientes com liberação não osmótica de vasopressina (por exemplo, em presença de estados críticos, dor, estresse pós-operatório, infecções, queimaduras e doenças do SNC), os pacientes com doenças do coração, do fígado e do rim e os pacientes expostos a agonistas de vasopressina têm um risco especial de experimentar hiponatremia aguda após a perfusão de soluções hipotónicas.

A hiponatremia aguda pode causar uma encefalopatia hiponatrémica aguda (edema cerebral) caracterizada por cefaleia, náuseas, convulsões, letargia e vómitos. Os pacientes com edema cerebral têm um risco especial de sofrer um dano cerebral grave, irreversível e potencialmente mortal.

As crianças, as mulheres em idade fértil e os pacientes com distensibilidade cerebral reduzida (por exemplo, em caso de meningite, hemorragia intracraniana, contusão cerebral e edema cerebral) têm um risco especial de sofrer edema cerebral grave e potencialmente mortal causado por uma hiponatremia aguda.

Deve-se prestar especial atenção em pacientes de idade avançada, pois podem ter afetadas a função renal, hepática e/ou cardíaca.

Deve-se evitar a administração contínua no mesmo local de injeção devido ao risco de sofrer tromboflebite.

Uso de Freeflex Ringer Lactato com outros medicamentos

Informa ao seu médico ou farmacêutico se está utilizando, utilizou recentemente ou pode ter que utilizar qualquer outro medicamento.

Certos medicamentos podem interagir com a solução de Lactato de Ringer. Neste caso, pode resultar necessário mudar a dose ou interromper o tratamento de algum dos medicamentos.

Em geral, deve-se evitar a administração conjunta da solução Freeflex Ringer Lactato com qualquer medicamento que apresente ou possa apresentar toxicidade a nível renal, pois pode ocasionar retenção de líquidos e de electrolitos.

É importante que informe ao seu médico se utiliza algum dos seguintes medicamentos, pois estes podem interagir com algum dos electrolitos presentes na solução Freeflex Ringer Lactato:

  • Corticoides/esteroides ou hormona adrenocorticotrófica
  • Carbonato de lítio
  • Diuréticos ahorradores de potássio (amilorida, espironolactona, triamtereno) sozinhos ou em associação
  • Inibidores do enzima convertidor de angiotensina (IECA) (captopril, enalapril) ou antagonistas dos receptores de angiotensina II (candesartán, telmisartán, eprosartrán, irbesartán, losartán, valsartán)
  • Tacrolimus e ciclosporina (medicamentos com toxicidade a nível renal)
  • Glucósidos digitálicos cardiotónicos (digoxina, metildigoxina)
  • Diuréticos tiazídicos (hidroclorotiazida, altizida, mebutizida, bendroflumetiazida) ou vitamina D
  • Medicamentos de caráter ácido como os salicilatos e/ou barbituratos
  • Medicamentos alcalinos como os simpaticomiméticos (efedrina, pseudoefedrina) e/ou estimulantes (anfetamina, dexanfetamina).
  • Medicamentos que potenciam o efeito da vasopressina:

Os seguintes medicamentos aumentam o efeito da vasopressina, o que faz com que se reduza a excreção renal de água sem electrolitos e aumenta o risco de hiponatremia hospitalar após receber um tratamento insuficientemente equilibrado com soluções para perfusão.

  • Os medicamentos que estimulam a liberação de vasopressina; são, entre outros, os seguintes:

clorpropamida, clofibrato, carbamazepina, vincristina, inibidores seletivos de recaptura de serotonina, 3,4-metilendioxi-N-metanfetamina, ifosfamida, antipsicóticos, narcóticos

  • Os medicamentos que potenciam a ação da vasopressina; são, entre outros, os seguintes:

clorpropamida, AINEs, ciclofosfamida

  • Os análogos da vasopressina; são, entre outros, os seguintes:

desmopressina, oxitocina, vasopressina, terlipressina

  • Outros medicamentos que se sabe que aumentam o risco de hiponatremia são os diuréticos em geral e antiepilépticos como a oxcarbazepina.

Uso de Freeflex Ringer Lactato com alimentos e bebidas

Não se conhece interação com alimentos e bebidas.

Gravidez e lactação

Se está grávida ou em período de lactação, acredita que possa estar grávida ou tem intenção de engravidar, consulte o seu médico ou farmacêutico antes de utilizar este medicamento.

Freeflex Ringer Lactato deve ser administrado com especial precaução em mulheres grávidas durante o parto e será necessário uma vigilância especial do sódio sérico no caso de que seja administrado em combinação com oxitocina.

Condução e uso de máquinas

Freeflex Ringer Lactato não afeta a capacidade para conduzir ou utilizar máquinas.

Medicine questions

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3. Como usar Freeflex Ringer Lactato

Siga exatamente as instruções de administração deste medicamento indicadas pelo seu médico ou farmacêutico. Em caso de dúvida, consulte novamente o seu médico ou farmacêutico.

Freeflex Ringer Lactato lhe será administrado sempre sob a supervisão direta do seu médico, que controlará muito de perto a dose administrada.

Freeflex Ringer Lactato é administrado mediante injeção lenta em uma veia (perfusão intravenosa). A velocidade, assim como a quantidade administrada, dependerá das suas necessidades e do distúrbio a tratar.

A dose recomendada é de 500-2.500 ml/dia, a uma velocidade de 40-60 gotas/minuto. O seu médico lhe indicará a duração do tratamento com Freeflex Ringer Lactato.

Uso em crianças

Às crianças serão administradas doses menores, proporcionais ao seu peso.

Se usa mais Freeflex Ringer Lactato do que deve

Em caso de sobredose ou administração demasiado rápida, podem aparecer os seguintes sintomas:

  • hiperhidratação (edema, hipervolemia), distúrbios no balanço electrolítico e/ou indução de uma alcalose metabólica, especialmente em pacientes com função renal deteriorada. Nesses casos, se diminuirá ou suspenderá a administração e se recorrerá ao tratamento sintomático. Se a função renal estiver comprometida, pode ser necessária a diálise.
  • sobrecarga de água e sódio com risco de edema, particularmente quando há uma excreção renal de sódio defeituosa.

A administração excessiva de sais de potássio pode conduzir ao desenvolvimento de hiperpotasemia, especialmente em pacientes com a função renal deteriorada. Os sintomas incluem sensação de formigamento, adormecimento e/ou ardor de mãos e pés, fraqueza muscular, paralisia, arritmias cardíacas, bloqueio cardíaco, parada cardíaca e confusão mental.

A administração excessiva de sais de cálcio pode conduzir a hipercalcemia. Os sintomas de hipercalcemia podem incluir anorexia, náuseas, vómitos, constipação, dor abdominal, fraqueza muscular, alteração mental, polidipsia (sede excessiva), poliúria (volume excessivo de urina), pedras nos rins e, em casos graves, arritmias cardíacas e coma, assim como gosto a cálcio, ardor e vasodilatação periférica. A hipercalcemia assintomática leve se resolverá habitualmente interrompendo a administração de cálcio e com outros medicamentos contribuidores como vitamina D. Se a hipercalcemia for grave, se requer tratamento urgente (como ciclos de diuréticos, hemodiálise, calcitonina, bisfosfonatos, edetato trissódico).

A administração excessiva de lactato sódico pode conduzir a hipopotasemia e alcalose metabólica. Os sintomas podem incluir mudança de caráter, cansaço, insuficiência respiratória, fraqueza muscular e batimentos irregulares do coração. Pode desenvolver-se, especialmente em pacientes hipocalcêmicos, aumento do tônus muscular, espasmos musculares e tetania (hiperexcitabilidade neuromuscular). O tratamento da alcalose metabólica associada com sobredose de bicarbonato consiste principalmente na correção apropriada do equilíbrio de líquidos e electrolitos.

Quando a sobredose se relaciona com a medicação adicionada à solução perfundida, os sinais e sintomas de sobreperfusão podem relacionar-se com a natureza da medicação adicionada utilizada. Em caso de sobredosificação acidental, se deve interromper o tratamento e observar o paciente por si aparecem os sintomas e sinais relacionados com o medicamento administrado. Se for necessário, tomar as medidas sintomáticas e de suporte que sejam apropriadas.

Em caso de sobredose ou ingestão acidental, consulte imediatamente o seu médico ou farmacêutico ou ligue para o Serviço de Informação Toxicológica, telefone 91 562 04 20, indicando o medicamento e a quantidade ingerida.

Se tiver alguma outra dúvida sobre o uso deste produto, pergunte ao seu médico ou farmacêutico.

4. Possíveis efeitos adversos

Como todos os medicamentos, este medicamento pode produzir efeitos adversos, embora nem todas as pessoas os sofram.

Os efeitos adversos mais comumente descritos são a hiperhidratação (edemas) e as alterações electrolíticas (principalmente após a administração de um volume importante de solução de Freeflex Ringer Lactato), assim como as reações alérgicas.

Os possíveis efeitos adversos são:

  • Alterações electrolíticas
  • Hiponatremia hospitalar*
  • Encefalopatia hiponatrémica aguda*
  • Trombose venosa (coágulos), flebite (inflamação da veia) (associados à administração intravenosa)
  • Congestão nasal, tosse, espirros, dificuldade respiratória durante a administração da solução, dor no peito com alteração do ritmo cardíaco
  • Reações alérgicas como urticária, erupções na pele, rubor da pele, prurido, inchaço, acumulação de líquido nos tecidos
  • Hiperhidratação (edemas)
  • Febre, infecção no local da injeção, reação local ou dor local (associados à administração intravenosa).

*A hiponatremia hospitalar pode causar um dano cerebral irreversível e a morte devido à aparição de uma encefalopatia hiponatrémica aguda, frequência não conhecida.

Quando se utiliza Freeflex Ringer Lactato como veículo para administrar outros medicamentos, os efeitos adversos podem estar associados aos medicamentos adicionados à solução.

Em caso de aparição de efeitos adversos, deve-se interromper a perfusão.

Se considera que algum dos efeitos adversos que sofre é grave ou se aprecia qualquer efeito adverso não mencionado neste prospecto, informe o seu médico ou farmacêutico.

Comunicação de efeitos adversos

Se experimenta qualquer tipo de efeito adverso, consulte o seu médico ou farmacêutico, mesmo que se trate de possíveis efeitos adversos que não aparecem neste prospecto. Também pode comunicá-los diretamente através do Sistema Espanhol de Farmacovigilância de medicamentos de Uso Humano: https://www.notificaram.es. Mediante a comunicação de efeitos adversos, você pode contribuir para fornecer mais informações sobre a segurança deste medicamento.

5. Conservação de Freeflex Ringer Lactato

Conservar abaixo de 25ºC.

Mantenha este medicamento fora da vista e do alcance das crianças.

Não utilize este medicamento após a data de validade que aparece no envase após CAD. A data de validade é o último dia do mês que se indica.

Não utilize este medicamento se observar que a solução não é transparente, livre de partículas ou o envase está danificado

Os medicamentos não devem ser jogados nos esgotos nem na lixeira. Pergunte ao seu farmacêutico como se livrar dos envases e dos medicamentos que já não precisa. Dessa forma, ajudará a proteger o meio ambiente.

6. Conteúdo do envase e informação adicional

Composição de FreeflexRinger Lactato

  • Os princípios ativos são: lactato de sódio, cloreto de sódio, cloreto de potássio e cloreto de cálcio diidratado. Cada 100 ml de solução contém 317 mg de lactato de sódio, 600 mg de cloreto de sódio, 40 mg de cloreto de potássio e 27 mg de cloreto de cálcio diidratado.
  • Os demais componentes são: Ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio (para o ajuste de pH) e água para preparações injetáveis.

Aspecto do produto e conteúdo do envase

Freeflex Ringer Lactato é uma solução para perfusão intravenosa, transparente, incolor e sem partículas visíveis, contida em bolsas freeflex? de 50 ml, 100 ml, 250 ml, 500 ml e 1000 ml, com sobrebolsa.

Título da autorização de comercialização e responsável pela fabricação

Título da autorização de comercialização

Fresenius Kabi España S.A.U.

Marina 16-18,

08005 – Barcelona

Espanha

Responsável pela fabricação

Fresenius Kabi Deutschland GmbH

Freseniusstraße 1

61169, Friedberg

Alemanha

OU

HP Halden Pharma AS

Svinesundsveien 80

1788 Halden

Noruega

OU

Fresenius Kabi France

6, Rue du Rempart B.P. 611

27400 Louviers Cedex

França

Data da última revisão deste prospecto: Janeiro 2020

A informação detalhada deste medicamento está disponível na página web da Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (AEMPS) http://www.aemps.gob.es/

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Esta informação está destinada unicamente a médicos ou profissionais do setor sanitário:

Este medicamento é administrado por perfusão.

O conteúdo de cada frasco é para uma única perfusão. Uma vez aberto o envase, a solução deve ser administrada imediatamente e deve ser descartada a fração não utilizada.

A solução deve ser transparente e não conter precipitados. Não administrar em caso contrário.

Para administrar a solução e em caso de adição de medicamentos, deve-se guardar a máxima assepsia. É recomendável desinfetar o tampão de borracha antes de perfurá-lo com o equipamento de injeção. Desde um ponto de vista microbiológico, quando a solução se utilizar como veículo de outros medicamentos, deve-se utilizar imediatamente a menos que a diluição se tenha realizado em condições asépticas controladas e validadas. Se não se utilizar imediatamente, as condições e períodos de conservação durante o uso são responsabilidade do usuário.

Recomenda-se consultar tabelas de compatibilidades antes de adicionar medicamentos à solução Freeflex Ringer Lactato ou de administrar simultaneamente com outros medicamentos. Recomenda-se consultar o prospecto dos medicamentos adicionados, assim como verificar se estes são solúveis e estáveis em solução aquosa ao pH da solução Freeflex Ringer Lactato (pH 5,0 -7,0).

Quando se adiciona medicação compatível, a solução deve ser administrada de imediato.

Não se deve utilizar a solução Freeflex Ringer Lactato como veículo para medicamentos que contenham íons capazes de provocar a formação de sais insolúveis de cálcio.

Recomenda-se não misturar ou administrar simultaneamente no mesmo equipamento de perfusão solução Freeflex Ringer Lactato com sangue total ou com componentes sanguíneos conservados com um anticoagulante que contenha citrato (como CPD), devido a que os íons cálcio presentes nesta solução podem exceder a capacidade quelante do citrato, podendo-se produzir a formação de coágulos. Estes coágulos poderiam perfundir diretamente na circulação e provocar uma embolia.

Conselho geral

Deve-se vigiar o balanço hídrico, os eletrólitos séricos e o equilíbrio ácido-base antes e durante a administração, com especial atenção ao sódio sérico em pacientes que apresentem um aumento da liberação não osmótica de vasopressina (síndrome de secreção inadequada da hormona antidiurética, SIADH) e em pacientes que recebam medicação concomitante com agonistas da vasopressina devido ao risco de hiponatremia hospitalar.

A vigilância do sódio sérico é especialmente importante com as soluções hipotônicas.

Tonicidade de Freeflex Ringer Lactato: 280 mOsmol/l.

A velocidade de perfusão e o volume perfundido dependem da idade, do peso e do quadro clínico (p. ex., queimaduras, cirurgia, lesão na cabeça, infecções); o médico responsável, com experiência em tratamentos pediátricos com soluções para perfusão, deve decidir sobre a necessidade de tratamento concomitante.

INSTRUÇÕES PARA A CORRETA ADMINISTRAÇÃO DO MEDICAMENTO

Inspeção visual

  1. Não extrair a freeflex? da sua sobrebolsa até o momento imediato anterior ao seu uso.
  2. Verificar a composição, número de lote e data de validade.
  3. Inspecionar o conjunto comprovando a integridade do envase primário. Não utilizar se este envase não estiver íntegro.

Eliminação da sobrebolsa

Algumas freeflex? levam uma sobrebolsa como proteção durante o armazenamento. A sobrebolsa, com sistema de abertura “peel”, pode ser eliminada da seguinte forma:

  1. Localizar as lengüetas do extremo onde estão os ports da bolsa.
  2. Separar as duas metades da sobrebolsa, deixando a bolsa sobre uma superfície limpa.

Preparação para a administração

As bolsas freeflex? estão projetadas para uma administração sem entrada de ar. Se tiver que utilizar um equipamento de perfusão com entrada de ar, assegure-se de que este esté sempre fechado.

  1. Apretar a freeflex? para assegurar-se de que não tem fugas e examinar a solução para observar a presença de partículas visíveis ou precipitados. NÃO ADMINISTRAR SE A SOLUÇÃO NÃO FOR TRANSPARENTE E/OU O ENVASE NÃO ESTÁ INTACTO.
  2. Utilizando uma técnica aséptica, preparar o equipamento de perfusão com o regulador de fluxo fechado.
  3. Identificar o port de administração (azul) em forma de flecha indicando a saída da bolsa.
  4. Sacar o tampão protetor do port de administração da freeflex?, segurando firmemente as aletas inferiores com uma mão e romper o tampão em forma de flecha mediante uma ação sustentada de giro.
  5. Pegar a base do port de administração colocando os dedos detrás do protetor e empurrar firmemente o punzão do equipamento de administração dentro do port. Deverá sentir-se uma ligeira resistência ao romper-se a membrana do port. Para prevenir fugas, inserir o punzão até o fundo do port de administração.
  6. Suspender a bolsa no colgador e purgar o equipamento de administração de acordo com as instruções do fabricante. Realizar a venopuntura e unir imediatamente o equipamento de administração à cânula intravenosa. Ajustar o regulador de fluxo até conseguir a velocidade de gotejamento desejada.
  7. As freeflex? estão calibradas para indicar o volume aproximado que se infundiu. A escala deve ser lida estirando a bolsa e lendo o volume na superfície superior do líquido. Para uma medição mais exata do volume de fluido, deveria utilizar-se um equipamento de administração com câmara de medição.

Para adicionar medicação

As bolsas freeflex? têm um port para a adição de medicamentos independente e com um tampão autocerrável. Devido a que o port está protegido por um tampão protetor soldado hermeticamente, não é necessário desinfetar o local de adição de medicamentos antes de seu primeiro uso.

Adições mediante seringas

  1. Identificar o port de adição de medicamentos (branco) em forma de flecha indicando um fluxo de entrada na bolsa.
  2. Usando uma técnica aséptica, preparar uma seringa com a medicação, utilizando uma agulha de 20-22 G.
  3. Sacar o tampão protetor do port de adição de medicamentos da bolsa, segurando firmemente as aletas inferiores com uma mão e romper o tampão em forma de flecha mediante uma ação sustentada de giro.
  4. Mantenha o port de adição de medicamentos, colocando os dedos detrás do protetor e inserir totalmente a agulha, de forma que perfure o tampão exterior e a membrana interna. Sua construção rígida previne qualquer possibilidade de que a agulha penetre pelos lados do port.
  5. Adicionar a medicação e extrair a agulha. Para prevenir qualquer formação de aerossol, deveria manter-se um hisopo estéril ao redor do tampão.

Recomendam-se os seguintes volumes máximos de adição:

Tamanho da freeflex? (ml) Adição máxima recomendada (ml)

  1. 70
  1. 50
  1. 75
  1. 150
  1. 150

NOTA: Os aditivos podem ser incompatíveis, por isso deve-se buscar um aconselhamento especializado antes de adicionar medicação à freeflex?. Se o médico decidir adicionar medicação, deve-se empregar uma técnica aséptica. Recomenda-se que a medicação seja adicionada apenas sob supervisão do farmacêutico. Não armazenar soluções às quais se tenha adicionado medicação.

  1. Agitar e apertar a freeflex? para assegurar uma completa mistura da medicação. Com medicamentos densos, tais como o cloreto potássico, é aconselhável apertar ambos os ports enquanto a bolsa está em posição vertical e inverter a bolsa várias vezes.
  2. Se necessário, pode-se colocar um tampão protetor sobre o port de adição de medicamentos para prevenir adições posteriores.

Adições mediante equipamentos de reconstituição

  1. Identificar o port de adição de medicamentos (branco) em forma de flecha indicando um fluxo de entrada na bolsa.
  2. Sacar o tampão protetor do port de adição de medicamentos da bolsa, segurando firmemente as aletas inferiores com uma mão e romper o tampão em forma de flecha mediante uma ação sustentada de giro.
  3. Utilizando uma técnica aséptica, sacar o equipamento de reconstituição de sua embalagem e empurrar o extremo estreito sobre o port de adição de medicamentos da forma que as aletas do port ajustem com as ranhuras do equipamento de reconstituição. Parar quando a superfície superior das aletas alcance o primeiro paro da ranhura. Nesta posição, a parte superior da agulha do equipamento de reconstituição está entre o tampão e a membrana interna, de forma que não pode escapar fluido da freeflex?.
  4. Usando uma técnica aséptica, preparar o frasco da medicação e conectá-lo ao extremo aberto do equipamento de reconstituição.
  5. Conectar a medicação à solução intravenosa girando o equipamento de reconstituição de forma que as aletas do port ajustem com a ranhura interna e empurrar o frasco e o equipamento de reconstituição até que a superfície superior das aletas alcance o segundo paro.
  6. Com o frasco invertido, apertar e liberar a freeflex? várias vezes para transferir solução ao frasco da medicação. Agitar para dissolver a medicação. Nota:Se a medicação for um líquido, este passo 6 pode ser omitido.
  7. Inverter a freeflex? de forma que o frasco fique acima da bolsa e transferir a medicação à bolsa apertando e liberando a bolsa várias vezes para que o ar estéril empurre o líquido para fora do frasco.
  8. Se a solubilidade da medicação for baixa, pode ser necessário repetir os passos 6 e 7.
  9. Quando a transferência for completa, sacar o equipamento de reconstituição da freeflex? e descartar o frasco e o equipamento de reconstituição em um local seguro. O equipamento de reconstituição está projetado para um único uso e não deve ser utilizado para adições posteriores a esta ou outra freeflex?.

NOTA: Os aditivos podem ser incompatíveis, por isso deve-se buscar um aconselhamento especializado antes de adicionar medicação à freeflex?. Se o médico decidir adicionar medicação, deve-se empregar uma técnica aséptica. Recomenda-se que a medicação seja adicionada apenas sob supervisão do farmacêutico. Não armazenar soluções às quais se tenha adicionado medicação.

  1. Agitar e apertar a freeflex? para assegurar uma completa mistura da medicação. Com medicamentos densos, tais como o cloreto potássico, é aconselhável apertar ambos os ports enquanto a bolsa está em posição vertical e inverter a bolsa várias vezes.
  2. Se necessário, pode-se colocar um tampão protetor sobre o port de adição de medicamentos para prevenir adições posteriores.

Avisos:

  1. Não ventilar
  2. Não administrar se a solução não for transparente e a freeflex?não estiver intacta
  3. Se aparecerem reações adversas, deter a perfusão
  4. Recomenda-se que os equipamentos de perfusão sejam trocados ao menos uma vez cada 24 horas

As freeflex?utilizadas parcialmente devem ser descartadas

Médicos online para FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO

Avaliação de dosagem, efeitos secundários, interações, contraindicações e renovação de receita para FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO — sujeita a avaliação médica e à regulamentação local.

5.0 (74)
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Tarek Agami

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O Dr. Tarek Agami é médico generalista com direito de exercício profissional em Portugal e Israel, oferecendo consultas médicas online para adultos e crianças. Atua nas áreas de cuidados primários, prevenção, avaliação de sintomas e acompanhamento de doenças crónicas, sempre com uma abordagem baseada na evidência e adaptada a cada paciente.

Com formação clínica e experiência em hospitais de referência em Israel (Kaplan Medical Center, Barzilai Medical Center, Wolfson Medical Center) e Portugal (European Healthcare City, Viscura Internacional, Hospital Dr. José Maria Grande, Hospital Vila Franca de Xira), o Dr. Agami alia prática internacional a um cuidado próximo e eficaz.

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  • Diagnóstico e tratamento de doenças agudas e crónicas (hipertensão, diabetes, infeções respiratórias, queixas cardiovasculares)
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Nuno Tavares Lopes

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Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.
  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.
  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.
  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.
  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.
  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.
  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.
  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)
O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.

O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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€ 59
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Doctor

Anastasiia Shalko

Medicina familiar 13 years exp.

A Dra. Anastasiia Shalko é médica de clínica geral com formação em pediatria e medicina geral. Formou-se na Bogomolets National Medical University, em Kyiv, e concluiu o internato de pediatria na P.L. Shupyk National Medical Academy of Postgraduate Education. Após trabalhar como pediatra em Kyiv, mudou-se para Espanha, onde exerce como médica de clínica geral desde 2015, prestando cuidados a adultos e crianças.

O seu trabalho concentra-se em situações clínicas urgentes e de curta duração, quando o paciente precisa de uma avaliação rápida dos sintomas e de orientações claras sobre o que fazer a seguir. Ajudá-lo a perceber se é necessária uma consulta presencial, se é seguro tratar em casa ou se é preciso ajustar o tratamento. Entre os motivos mais comuns de consulta estão:

  • síntomas respiratórios agudos (tosse, dor de garganta, congestão, febre)
  • constipações, infeções virais e doenças sazonais
  • queixas gastrointestinais (náuseas, diarreia, dor abdominal, gastroenterite)
  • mal-estar súbito em crianças ou adultos
  • dúvidas sobre tratamentos já prescritos e ajustes necessários
  • renovação de receitas quando clinicamente indicado
A Dra. Shalko trabalha especificamente com queixas agudas e consultas rápidas, oferecendo recomendações práticas e ajudando o paciente a tomar decisões seguras. A sua comunicação é clara e simples, explicando cada passo e orientando sobre riscos, sinais de alerta e o melhor próximo passo.

A médica não realiza seguimento a longo prazo de doenças crónicas, nem programas de tratamento contínuo ou gestão complexa de patologias prolongadas. As suas consultas destinam-se a sintomas recentes, problemas que surgem de forma repentina e situações urgentes que beneficiam de uma opinião médica imediata.

Com experiência tanto em pediatria como em clínica geral, a Dra. Anastasiia Shalko presta cuidados com confiança a adultos e crianças. O seu estilo é tranquilo, direto e orientado para o bem-estar do paciente, garantindo uma experiência clara e acolhedora em cada consulta online.

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Tomasz Grzelewski

Dermatologia 21 years exp.

O Dr. Tomasz Grzelewski, PhD, é alergologista, pediatra, médico de clínica geral e especialista em medicina desportiva, com interesse clínico em dermatologia, endocrinologia, alergologia e saúde desportiva. Conta com mais de 20 anos de experiência clínica. Formou-se na Universidade Médica de Łódź, onde concluiu o doutoramento com distinção. A sua investigação foi distinguida pela Sociedade Polaca de Alergologia pelo contributo inovador na área. Ao longo da carreira, tem tratado uma grande variedade de doenças alérgicas e pediátricas, incluindo métodos modernos de dessensibilização.

Durante cinco anos, o Dr. Grzelewski liderou dois serviços de pediatria na Polónia, acompanhando casos clínicos complexos e equipas multidisciplinares. Trabalhou também em centros médicos no Reino Unido, adquirindo experiência tanto em cuidados de saúde primários como em contextos especializados. Com mais de uma década de experiência em telemedicina, presta consultas online reconhecidas pela clareza e qualidade das suas recomendações.

O Dr. Grzelewski está envolvido em programas clínicos dedicados a terapias antialérgicas avançadas. Como investigador principal, conduz estudos sobre dessensibilização sublingual e oral, contribuindo para o desenvolvimento de tratamentos modernos baseados em evidência científica.

Completou ainda estudos em dermatologia no Cambridge Education Group (Royal College of Physicians of Ireland) e um curso de endocrinologia clínica na Harvard Medical School, o que amplia a sua capacidade de acompanhar problemas cutâneos alérgicos, dermatite atópica, urticária, sintomas endócrinos e reações imunológicas.

Os pacientes procuram frequentemente o Dr. Tomasz Grzelewski por questões como:

  • alergias sazonais e perenes
  • rinite alérgica e congestão nasal crónica
  • asma e dificuldades respiratórias
  • alergias alimentares e medicamentosas
  • dermatite atópica, urticária e reações cutâneas
  • infeções recorrentes em crianças
  • aconselhamento sobre atividade física e saúde desportiva
  • questões gerais da medicina familiar
O Dr. Tomasz Grzelewski é reconhecido pela comunicação clara, abordagem estruturada e capacidade de explicar opções terapêuticas de forma simples e acessível. A sua experiência multidisciplinar em alergologia, pediatria, dermatologia e endocrinologia permite-lhe oferecer cuidados seguros, atualizados e completos para pacientes de todas as idades.
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Daniel Cichi

Medicina familiar 24 years exp.

Dr. Daniel Cichi é médico de medicina geral e familiar com mais de 20 anos de experiência clínica. Realiza consultas online para adultos, apoiando os pacientes na avaliação de sintomas agudos, no acompanhamento de doenças crónicas e na tomada de decisões médicas no dia a dia.

A sua experiência em serviços de urgência, emergência pré-hospitalar e medicina familiar permite-lhe avaliar sintomas de forma estruturada, identificar sinais de alerta e orientar sobre os passos mais seguros a seguir — tratamento em casa, ajuste terapêutico ou necessidade de avaliação presencial.

Os pacientes recorrem ao Dr. Daniel Cichi para:

  • sintomas agudos: febre, infeções, sintomas gripais, tosse, dor de garganta, dificuldade respiratória;
  • desconforto torácico ligeiro, palpitações, tonturas, fadiga, controlo da tensão arterial;
  • problemas digestivos: dor abdominal, náuseas, diarreia, obstipação, refluxo;
  • dores musculares, articulares e lombares, pequenas lesões e queixas pós-traumáticas;
  • doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, distúrbios da tiroide;
  • revisão e interpretação de análises, exames e relatórios médicos;
  • revisão da medicação e ajustes terapêuticos;
  • aconselhamento médico durante viagens ou estadias no estrangeiro;
  • segunda opinião e orientação sobre quando é necessária avaliação presencial.
As consultas do Dr. Cichi são práticas e orientadas para soluções. O foco está em explicações claras, avaliação de risco e recomendações acionáveis, ajudando os pacientes a compreender a sua situação e a tomar decisões informadas sobre a saúde.
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Chikeluo Okeke

Medicina geral 4 years exp.

O Dr. Chikeluo Okeke é médico de medicina interna com uma ampla experiência clínica internacional. Natural da Nigéria, trabalhou em diferentes sistemas de saúde europeus e atualmente exerce prática clínica na Suécia. Este percurso profissional permitiu-lhe desenvolver uma visão abrangente da medicina e uma forte capacidade de adaptação a contextos culturais e linguísticos diversos.

O Dr. Okeke dedica-se à medicina interna e aos cuidados médicos gerais em adultos, combinando rigor clínico com atenção ao estilo de vida e ao contexto individual de cada paciente. As suas consultas são particularmente adequadas para pessoas que procuram orientação médica online, vivem fora do seu país de origem ou necessitam de recomendações claras e bem estruturadas.

Presta consultas online focadas na avaliação de sintomas, prevenção e acompanhamento a longo prazo de doenças crónicas, ajudando os pacientes a compreender a sua situação clínica e a definir os passos seguintes de forma segura.

Motivos mais frequentes de consulta:

  • Questões gerais de medicina interna e avaliação inicial do estado de saúde.
  • Sintomas agudos como febre, tosse, infeções, dor ou fraqueza.
  • Doenças crónicas e ajuste de tratamentos em curso.
  • Problemas de tensão arterial, fadiga e alterações metabólicas.
  • Consultas preventivas e check-ups de rotina.
  • Interpretação de análises laboratoriais e exames médicos.
  • Aconselhamento médico para pacientes acompanhados online.

O Dr. Okeke é reconhecido pela sua comunicação clara, abordagem tranquila e sensibilidade cultural. Escuta atentamente, explica as opções de forma compreensível e apoia os pacientes na tomada de decisões informadas sobre a sua saúde.

As consultas online com o Dr. Chikeluo Okeke oferecem cuidados fiáveis em medicina interna sem limitações geográficas, com foco na relevância clínica, clareza e conforto do paciente.

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Perguntas frequentes

É necessária receita para FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO?
FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO requires receita médica em Espanha. Pode confirmar com um médico online se este medicamento é adequado para o seu caso.
Qual é a substância ativa de FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO?
A substância ativa de FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO é electrolytes. Esta informação ajuda a identificar medicamentos com a mesma composição, mas com nomes comerciais diferentes.
Quem fabrica FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO?
FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO é fabricado por Fresenius Kabi España, S.A.U.. As marcas e embalagens podem variar consoante o distribuidor.
Que médicos podem prescrever FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO online?
Médicos Médicos de família, Psiquiatras, Dermatologistas, Cardiologistas, Endocrinologistas, Gastroenterologistas, Pneumologistas, Nefrologistas, Reumatologistas, Hematologistas, Infecciologistas, Alergologistas, Geriatras, Pediatras, Oncologistas que prestam consultas online podem prescrever FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO quando clinicamente indicado. Pode marcar uma videoconsulta para discutir o seu caso e as opções de tratamento.
Quais são as alternativas a FREEFLEX SOLUÇÃO DE RINGER LACTATO PARA PERFUSÃO?
Outros medicamentos com a mesma substância ativa (electrolytes) incluem ACETATO DE SÓDIO 1M FRESENIUS KABI CONCENTRADO PARA SOLUÇÃO PARA PERFUSÃO, APIROSERUM CLORETO DE SÓDIO 2% SOLUÇÃO PARA PERFUSÃO, APIROSERUM SOLUÇÃO DE RINGER PARA PERFUSÃO. Podem ter nomes comerciais ou formulações diferentes, mas contêm o mesmo princípio terapêutico. Consulte sempre um médico antes de iniciar ou alterar qualquer medicação.
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