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Dor de ouvido

A dor de ouvido é um dos motivos mais frequentes para uns pais passarem a noite acordados.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Esta página fornece informação geral e não substitui uma consulta médica. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico o mais rapidamente possível.

A dor de ouvido é um dos motivos mais frequentes para uns pais passarem a noite acordados. É injusto, mas tem explicação: na criança pequena o canal que liga o ouvido ao nariz é curto e quase horizontal, pelo que qualquer constipação chega com facilidade ao ouvido médio, e deitada a pressão lá dentro sobe, razão pela qual a dor aperta de noite. No adulto a história é outra: o ouvido dói-lhe menos vezes e, muito mais frequentemente, o ouvido está de facto são e o que dói é outro sítio. Os dois cenários são tratados a seguir em separado.

Como perceber que o que dói ao bebé é o ouvido

Uma criança que ainda não fala não se queixa do ouvido. Vale a pena suspeitar quando vários sinais coincidem:

  • puxa, esfrega ou aperta a orelha e rola a cabeça na almofada;
  • chora assim que a deitam e acalma ao colo, na vertical;
  • dorme mal precisamente de noite, e de dia parece quase a mesma;
  • recusa a mama, o biberão ou a comida: mamar e engolir aumentam a dor;
  • está irritável, prostrada, não responde a sons baixos;
  • tem febre, muitas vezes ao segundo ou terceiro dia de nariz a pingar;
  • sai-lhe alguma coisa do ouvido: líquido claro, turvo ou com sangue.

Este último caso, por estranho que pareça, costuma vir com alívio: a dor cessa de repente. Em regra significa que o tímpano rompeu e o pus saiu; a pressão caiu, por isso deixou de doer. Em si não é uma catástrofe e o tímpano fecha habitualmente ao fim de duas semanas, mas a criança tem de ser observada e, a partir desse momento, não se deita nem se verte nada dentro do ouvido.

Vale a pena saber ainda que puxar devagar o pavilhão da orelha é um teste caseiro simples. Se com isso a dor dispara, trata-se antes de uma inflamação do canal externo; na otite média essa manobra costuma ser indolor.

O que dói mesmo lá dentro

  • Otite média. O quadro clássico depois de uma constipação: o canal incha, a cavidade atrás do tímpano deixa de ventilar, junta-se líquido e a pressão sobe. A dor é profunda, de tensão, pior deitado, muitas vezes com febre e audição abafada. Dura em geral dois ou três dias e passa.
  • Otite externa. Inflamação da pele do canal, o chamado ouvido de nadador. Aparece depois da piscina, do mar, do mergulho, de mexer no ouvido ou de usar auriculares de encaixe. A dor é superficial, a orelha dói ao toque e ao mastigar, pode haver uma secreção escassa e a entrada do canal parece estreitada. Nadar e molhar o ouvido ficam de fora.
  • Variações de pressão. Avião, elevador rápido, mergulho: o canal não consegue igualar a pressão a tempo e o tímpano é puxado para dentro. A dor é aguda mas curta; ajudam engolir, bocejar e chupar, e nos bebés a mama ou o biberão à descolagem e à aterragem.
  • Líquido atrás do tímpano sem inflamação. Depois de uma otite pode ficar durante semanas um líquido espesso no ouvido médio. Quase não dói, mas a audição fica abafada: a criança manda repetir, sobe o volume e parece distraída. É a chamada otite média com efusão, e tem de ser vigiada, porque a fala ressente-se dela.
  • Cerume e corpos estranhos. Um tampão de cerume compacto dá sensação de ouvido tapado e uma dor surda; objetos pequenos e insetos dão uma dor aguda. Nem um nem outros se tiram em casa.

Sinais com que não se pode esperar pela manhã

De imediato, ligando 112 ou indo ao hospital:

  • a criança está prostrada e sonolenta, custa a acordar, não o reconhece ou, pelo contrário, grita sem parar numa só nota;
  • a febre vem com uma erupção que não empalidece ao pressionar com o fundo de um copo;
  • o pescoço não dobra, a luz incomoda os olhos, há vómitos repetidos ou convulsões;
  • a cara ficou torta de um lado, um olho não fecha, o canto da boca caiu;
  • tonturas fortes com vómitos, a criança desequilibra-se para um lado, os olhos tremem;
  • uma pancada na cabeça ou na orelha seguida de dor, sangue pelo ouvido ou perda de audição.

No próprio dia, sem deixar para amanhã:

  • vermelhidão e inchaço atrás da orelha, com a orelha empurrada para a frente e descolada. É o sinal principal da mastoidite, a infeção do osso atrás do ouvido e complicação da otite média. A pele atrás do pavilhão está dorida, lisa e brilhante, e a criança tem febre alta. Trata-se no hospital;
  • um bebé com menos de seis meses com dor de ouvido ou com febre sem causa aparente;
  • febre alta e mantida, criança que recusa beber e molha menos fraldas;
  • dor forte que o analgésico não alivia;
  • pus ou sangue a sair do ouvido;
  • dor de ouvido em quem tem diabetes, faz tratamento que baixa as defesas ou fez quimioterapia: nestas pessoas a otite externa pode aprofundar-se e chegar ao osso;
  • audição perdida de repente num ouvido, mesmo sem dor: a surdez súbita responde tanto melhor quanto mais cedo se começar.

Quando o ouvido está são e mesmo assim dói

Nos adultos isto representa metade dos casos. O ouvido partilha os nervos com os dentes, a garganta, a articulação do maxilar e o pescoço, de modo que a dor nascida nesses sítios é sentida honestamente no ouvido: chama-se dor referida. Suspeitar dela é simples: o ouvido dói, mas não há constipação, a audição não mudou, não sai nada e a observação do ouvido não encontra nada. Procura-se então noutro lado:

  • os dentes, sobretudo os molares inferiores e o dente do siso, com cárie ou abcesso da raiz. A dor lateja e agrava com o calor e à noite;
  • a articulação do maxilar: estala ao abrir a boca, dói ao pressionar à frente da orelha, piora ao fim do dia e depois de mastigar, e é frequente em quem cerra os dentes a dormir;
  • a garganta: amigdalite e, havendo dor forte de um só lado com boca que mal abre, voz anasalada e baba, um abcesso peritonsilar, que exige observação urgente;
  • a coluna cervical e os músculos do pescoço;
  • a nevralgia e a zona: dor a arder e, um ou dois dias depois, vesículas dentro e à volta do ouvido.

Há uma combinação que merece ser dita sem rodeios. Uma dor num só ouvido num adulto que dura mais de algumas semanas, com o nariz sossegado e o ouvido normal à observação — e por maioria de razão se desse mesmo lado a audição baixou ou o ouvido ficou tapado — é motivo para observar a rinofaringe e a laringe. Sobretudo em fumadores e grandes bebedores com mais de quarenta anos: neles o ouvido tapado de um lado pode ser a primeira manifestação de um tumor da rinofaringe que obstrui a saída do canal. A observação leva alguns minutos e não admite adiamentos.

O que fazer em casa nos primeiros dias

  • Analgesia. Às crianças dão-se fármacos de duas classes, paracetamol e ibuprofeno, cada um conforme a idade e o peso e seguindo rigorosamente o folheto da apresentação concreta. A crianças e adolescentes não se dá aspirina. O analgésico na dor de ouvido não é um «por via das dúvidas», é o tratamento principal dos primeiros dias: permite à criança dormir e comer enquanto a inflamação se resolve sozinha.
  • Calor seco sobre a orelha: um pano morno ou um saco de água quente por cima de um tecido, pouco tempo. A alguns sabe melhor o fresco. Guie-se pela criança.
  • Cabeceira elevada e posição direita durante o dia: deitado dói mais.
  • Líquidos em pequenas quantidades. Engolir ajuda a arejar o ouvido médio, e a desidratação agrava tudo.
  • Lavagens nasais com soro se houver nariz entupido: nariz livre, canal livre.
  • Manter o ouvido seco: no banho tapá-lo com um algodão untado em vaselina, e nada de piscina nem de mergulho.

O que não se deve fazer ao ouvido

  • Não deitar nada se estiver a sair alguma coisa do ouvido, se tiver havido um traumatismo ou se não souber se o tímpano está íntegro. Com uma perfuração as gotas entram diretamente no ouvido médio, e algumas preparações nesse contacto podem lesar a audição de forma irreversível. As gotas auriculares são prescritas pelo médico depois de olhar para o tímpano, e esta regra não tem exceções.
  • Óleo morno, sumo de cebola, alho, soluções alcoólicas e álcool bórico. Os remédios caseiros queimam a pele do canal e, com o tímpano roto, entram lá para dentro.
  • Os cotonetes. Não limpam o ouvido: empurram o cerume mais para dentro e compactam-no num tampão, arranham a pele do canal — é assim que começa uma otite externa — e com um movimento desastrado ou um encontrão perfuram o tímpano sem dificuldade. No canal não se mete nada mais pequeno do que o próprio cotovelo, ganchos, fósforos e chaves incluídos.
  • As velas auriculares. Não se demonstrou proveito algum, e há registo de queimaduras e de cera caída dentro do ouvido.
  • Tentar lavar o ouvido ou desentupi-lo por conta própria, ou retirar um tampão ou um objeto encravado.
  • Auriculares de encaixe e aparelho auditivo no ouvido doente enquanto durar a inflamação.
  • Fumar ao pé da criança: o fumo passivo é causa demonstrada de otites de repetição e de líquido no ouvido médio.

São precisos antibióticos?

Na maioria das vezes não. Grande parte das otites médias é causada por vírus ou resolve-se sozinha em dois ou três dias, e o antibiótico não acelera a cura, embora produza efeitos indesejáveis. Por isso, numa otite não complicada de uma criança com mais de dois anos a conduta habitual é analgesia e vigilância, e a decisão sobre o antibiótico toma-se se em dois ou três dias não houve melhoria ou se piorou.

O antibiótico começa mais cedo e sem espera quando a criança é muito pequena, quando estão afetados os dois ouvidos, quando há supuração, quando a criança está muito doente ou tem outras doenças. Quem decide é o médico depois de olhar para o tímpano: por fora não há maneira de distinguir os casos. O ciclo iniciado leva-se até ao fim, mesmo que a dor tenha desaparecido ao segundo dia. Os antibióticos que sobraram de outra vez não se usam.

Quando ir ao médico mesmo não sendo urgente

  • a dor dura mais de dois ou três dias, ou volta a subir depois de ter começado a ceder;
  • a audição não regressou semanas depois da otite: a criança manda repetir, sobe o volume, parece dispersa nas aulas ou está atrasada na fala;
  • as otites repetem-se várias vezes na mesma estação;
  • o ouvido continua a supurar, sobretudo se já leva meses assim e a secreção cheira mal: uma supuração prolongada de um só ouvido estuda-se à parte, porque pode haver por trás uma destruição do osso;
  • um adulto tem dor de ouvido sem constipação e sem alteração da audição: a causa procura-se fora do ouvido;
  • apareceu um zumbido ou um apito constante no ouvido, ou tonturas;
  • não tem a certeza de estar a dar conta do recado em casa.

Consulta em linha

À distância resolve-se mais do que parece, e sobretudo de noite, quando a escolha está entre sair agora e aguentar até de manhã. Pelo seu relato o médico determinará se isto se parece com uma otite média comum, com uma externa ou com algo que tem de ser visto já, e verificará à parte os sinais de mastoidite e de meningite. Dirá qual o analgésico e em que apresentação corresponde à criança pela idade e pelo peso, e como distribuir as tomas durante a noite. Explicará porque é que neste momento não se deita nada no ouvido. Para um adulto percorrerá a hipótese da dor referida — dentes, articulação do maxilar, garganta — e indicará a que especialista recorrer e se convém observar a rinofaringe. E nomeará os sinais perante os quais a consulta se interrompe para ir ao hospital.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

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A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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