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Azia e refluxo ácido

Aquela ardência atrás do esterno que sobe em direção à garganta e deixa um sabor ácido na boca é conhecida de quase toda a gente: um jantar pesado, a pessoa…

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Anna Biriukova

Gastroenterologia6 anos de experiência

A Dra. Anna Biriukova é médica especialista em medicina interna com experiência adicional em cardiologia, endocrinologia e gastroenterologia. Presta consultas online para adultos, oferecendo acompanhamento abrangente da saúde cardiovascular, metabólica, digestiva e geral.

Com uma abordagem centrada no paciente, a Dra. Biriukova foca-se na prevenção, diagnóstico precoce e gestão de doenças crónicas. Atua em português, inglês e polaco, proporcionando cuidados personalizados para residentes, viajantes e expatriados.

Cardiologia – diagnóstico e acompanhamento de:

  • Hipertensão arterial, variações de tensão e prevenção de complicações cardiovasculares.
  • Dor torácica, falta de ar, arritmias (taquicardia, bradicardia, palpitações).
  • Edema, fadiga crónica, redução da tolerância ao esforço.
  • Análise de eletrocardiogramas (ECG), perfil lipídico e risco de enfarte ou AVC.
  • Follow-up cardíaco após COVID-19.
Endocrinologia – diabetes, tiroide e metabolismo:
  • Diagnóstico e tratamento da diabetes tipo 1 e 2, e pré-diabetes.
  • Planos terapêuticos personalizados com antidiabéticos orais ou insulina.
  • Tratamento com GLP-1: medicamentos inovadores para perda de peso e controlo da diabetes, com seleção da medicação e acompanhamento contínuo.
  • Disfunções da tiroide: hipotiroidismo, hipertiroidismo, tiroidites autoimunes (Hashimoto, Graves-Basedow).
  • Síndrome metabólica: obesidade, dislipidemias, resistência à insulina.
Gastroenterologia – queixas digestivas:
  • Dor abdominal, náuseas, azia e refluxo gastroesofágico (DRGE).
  • Distúrbios digestivos: gastrite, síndrome do intestino irritável (SII), dispepsia funcional.
  • Interpretação de exames gastrointestinais: análises, ecografias, endoscopias.
Cuidados médicos gerais e prevenção:
  • Infeções respiratórias: tosse, constipação, bronquite.
  • Leitura e interpretação de análises laboratoriais, ajuste de medicação.
  • Vacinação em adultos: plano personalizado e contraindicações.
  • Prevenção oncológica: planeamento de rastreios e avaliação de riscos.
A Dra. Biriukova alia os conhecimentos em medicina interna a uma abordagem especializada, fornecendo explicações claras, planos de tratamento realistas e cuidados adaptados à situação de cada paciente.
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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

Aquela ardência atrás do esterno que sobe em direção à garganta e deixa um sabor ácido na boca é conhecida de quase toda a gente: um jantar pesado, a pessoa deita-se e lá está ela. Uma noite assim não significa nada. A conversa começa quando isto se repete semana após semana: aí o problema já tem nome, doença do refluxo gastroesofágico. Abaixo explica-se porque deixa de vedar a comporta entre o estômago e o esófago, o que se pode esperar dos medicamentos e quando uma ardência no peito não tem nada a ver com o estômago.

Como se faz sentir

O quadro clássico reconhece-se com facilidade: arde na boca do estômago e atrás do esterno, a sensação trepa para a garganta, a boca fica ácida ou amarga e por vezes o conteúdo do estômago sobe sozinho até à faringe. Dura de alguns minutos a duas horas e agrava-se deitado, ao inclinar o corpo para a frente e depois de uma refeição farta.

Mas o refluxo tem uma segunda metade de queixas, e por essas quase nunca é reconhecido logo:

  • tosse seca que começa de noite ou de madrugada e se arrasta durante meses;
  • rouquidão de manhã, comichão na garganta, vontade constante de a limpar;
  • sensação de nó na garganta que não impede de engolir, mas que não desaparece;
  • mau hálito e esmalte escurecido e desgastado nos dentes de trás;
  • episódios noturnos de falta de ar e crises de asma mais frequentes;
  • arrotos, inchaço, náuseas e saciedade rápida.

Azia uma vez por mês depois de uma refeição pesada não é doença. Fala-se de doença do refluxo quando a ardência surge duas vezes por semana ou mais, dura meses e atrapalha a vida diária.

E há um pormenor que surpreende muita gente: a intensidade da ardência nada diz sobre o estado do esófago. Existe azia insuportável com a mucosa perfeitamente íntegra e erosões profundas quase sem queixas. Por isso a decisão de olhar por dentro não se toma pelo quanto arde, mas pelos sinais indicados mais à frente.

Porque é que o ácido sobe

Entre o esófago e o estômago há um anel muscular que relaxa a cada deglutição e no resto do tempo mantém a passagem fechada. O refluxo acontece quando esse anel relaxa por sua conta ou quando a pressão dentro do abdómen o força por baixo. Daí sai toda a lista do que torna a azia mais frequente:

  • os quilos a mais, sobretudo na barriga: a pressão sobre o estômago é permanente;
  • as porções grandes e o jantar tardio; estômago cheio e posição horizontal são a pior combinação;
  • o tabaco, que relaxa esse mesmo anel e reduz a saliva que normalmente arrasta o ácido de volta;
  • álcool, café, chocolate, hortelã, bebidas com gás, comida gordurosa e picante, tomate e citrinos, com a ressalva que se segue;
  • a hérnia do hiato, quando parte do estômago desliza para o tórax e a válvula deixa de funcionar mecanicamente;
  • a gravidez: as hormonas relaxam a musculatura e o útero em crescimento aumenta a pressão abdominal. No fim da gestação a maioria tem azia e depois do parto ela passa sozinha;
  • alguns medicamentos: analgésicos anti-inflamatórios, certos fármacos para a tensão e para a angina, terapêuticas da asma, medicação para a osteoporose, alguns antidepressivos e preparados hormonais.

A ressalva sobre a comida é esta: não existe uma lista negra comum. O tomate que ao vizinho arde meia noite pode não lhe fazer mal nenhum, e quem o trai é o café. Em vez de proibições totais, é mais útil apontar durante duas semanas o que comeu e quando apareceu a ardência, e retirar os culpados reais em vez dos teóricos.

O stress não fabrica ácido, mas aumenta a sensibilidade do esófago: a mesma quantidade sente-se mais numa fase difícil. É também por isso que de férias a azia costuma acalmar sozinha.

Quando a ardência no peito não é azia

O coração e o esófago dão uma dor parecida porque partilham os mesmos nervos, e há quem passe anos a apagar com antiácidos aquilo que se trata de outra maneira. Chame uma ambulância (na Europa, o número único 112) se a dor opressiva ou em queimadura no peito:

  • surgir com esforço — a subir, com frio, a andar depressa — e aliviar quando a pessoa para;
  • irradiar para o braço esquerdo, para os dois braços, para o pescoço, para o maxilar ou entre as omoplatas;
  • vier acompanhada de suor frio, sensação de desmaio ou fraqueza súbita;
  • surgir junto com falta de ar ou batimento irregular;
  • durar mais de quinze ou vinte minutos e não largar.

Uma parte dos enfartes manifesta-se precisamente como ardência com sabor ácido, sobretudo em pessoas com diabetes e em idosos, por isso «parece azia» não é motivo para esperar. Se a ardência no peito apareceu pela primeira vez em idade adulta avançada, o sensato é começar por excluir o coração.

O que se pode mudar sem medicamentos

São medidas de som aborrecido, mas nos casos ligeiros funcionam tão bem como os comprimidos e, acima de tudo, não acabam com o fim do tratamento.

  • A última refeição três a quatro horas antes de deitar. Só este hábito elimina a azia noturna em muita gente.
  • Coma menos de cada vez e mais vezes: um estômago demasiado cheio empurra a válvula por baixo.
  • Levante a cabeceira da cama dez a vinte centímetros com calços debaixo dos pés. A cama, não a cabeça: uma pilha de almofadas dobra o tronco ao meio e só piora as coisas.
  • Perder peso ajuda de forma clara, e não são precisos números dramáticos: menos cinco a dez por cento já muda o panorama.
  • Deixe de fumar: é das poucas medidas que atua ao mesmo tempo na azia e em tudo o resto.
  • Não aperte o cinto e dispense a roupa justa na cintura.
  • Depois de comer não se deite nem se incline e adie os esforços pesados; caminhar, pelo contrário, faz bem.
  • Não suspenda por iniciativa própria nenhum medicamento prescrito, mesmo que suspeite que a azia vem dele. A substituição é decisão do médico.

O que há na farmácia e o que o médico receita

Os remédios de primeira linha vendem-se sem receita. Os antiácidos neutralizam o ácido já produzido: atuam em poucos minutos, mas por pouco tempo, pelo que se tomam quando é preciso e não a horas fixas. Os alginatos formam sobre o conteúdo do estômago uma camada viscosa que o impede mecanicamente de subir; tomam-se depois das refeições e antes de dormir. Uns e outros interferem na absorção de muitos medicamentos, portanto convém afastá-los umas duas horas. Aliviam o sintoma sem eliminar a causa, e se o comprimido é necessário todos os dias, isso não é motivo para comprar outra caixa, mas para ir ao médico.

O tratamento por receita por excelência são os inibidores da bomba de protões: reduzem a produção de ácido e, sob o seu efeito, a mucosa lesada tem tempo de cicatrizar. O ciclo habitual vai de quatro a oito semanas. Dois pormenores práticos de que raramente se fala: devem tomar-se em jejum, cerca de meia hora antes da primeira refeição, caso contrário o efeito é bastante menor; e o ciclo termina-se a reduzir aos poucos e não de repente, porque depois de uma paragem brusca a acidez sobe durante um tempo acima do nível anterior e a pessoa conclui que a doença voltou. Se os sintomas regressam, combina-se a dose mínima eficaz ou a toma em caso de necessidade. Quando o fármaco não faz nada, aumentar a dose não tem sentido: quase sempre significa que o problema não era o ácido. Como alternativa receitam-se os antagonistas dos recetores H2.

Capítulo à parte é a bactéria Helicobacter pylori. Vive no estômago de boa parte dos adultos e por si só não costuma provocar azia, mas é responsável pelas úlceras e pela inflamação crónica do estômago, pelo que perante queixas persistentes se procura com o teste respiratório ou com análises às fezes ou ao sangue. Se for encontrada, faz-se um ciclo com vários antibióticos em conjunto com um inibidor da bomba de protões e depois confirma-se o resultado.

A cirurgia sobre a válvula, em doentes bem selecionados, dá bom resultado; discute-se quando o refluxo está confirmado por exames e os comprimidos ou não resolvem ou seriam necessários para toda a vida. E um aviso caseiro: o bicarbonato apaga a ardência durante cinco minutos, mas enche o estômago de gás e traz uma nova vaga de ácido.

Sinais com que não se pode esperar

Procure o médico no próprio dia e, se vomitar sangue ou as fezes forem pretas, chame uma ambulância:

  • a comida fica presa ao engolir e é preciso empurrá-la com líquido: é o sinal mais importante de todos;
  • engolir tornou-se doloroso;
  • vómito com sangue ou com material escuro parecido com borras de café;
  • fezes pretas e alcatroadas;
  • o peso desce sozinho, sem dietas nem exercício;
  • os vómitos repetem-se dia após dia;
  • surgem fraqueza, falta de ar ao esforço e palidez: é assim que se manifesta a anemia por uma perda de sangue que passou despercebida;
  • a azia apareceu pela primeira vez em idade adulta avançada e não passa;
  • a rouquidão dura há mais de três semanas.

Nestes casos pede-se uma endoscopia alta, o exame do esófago e do estômago com um aparelho fino e flexível com câmara. É um exame curto, feito com anestesia local ou sob sedação, e é o único que permite ver a mucosa e colher um fragmento de tecido se for necessário.

Onde leva um refluxo de muitos anos

Na maioria das pessoas a azia fica-se por um incómodo que não leva a nada de grave. Mas em parte de quem a suporta durante anos o ácido chega a alterar o esófago. Primeiro surgem a inflamação e as erosões; se cicatrizam vezes sem conta, no seu lugar forma-se tecido de cicatriz, o canal estreita-se e deixa de passar primeiro a carne seca e o pão, depois o resto da comida sólida. Um estreitamento destes dilata-se por endoscopia, mas é bem melhor não chegar lá.

A segunda alteração chama-se esófago de Barrett: o revestimento habitual é substituído por outro, mais resistente ao ácido mas também mais propenso a degenerar. Encontra-se em cerca de uma em cada dez pessoas com refluxo de longa data. Em si não é cancro e raramente se transforma num, mas são justamente estas as pessoas que faz sentido vigiar por endoscopia. Se a azia lhe dura há anos e nunca fez uma endoscopia, é um bom motivo para o pôr em cima da mesa.

Consulta em linha

A azia é um daqueles problemas que uma consulta à distância resolve bem. O médico reconstitui a que horas arde, o que a precede e que medicamentos toma, distingue um refluxo comum das queixas que exigem observação presencial e explica se são precisas a endoscopia e a pesquisa de Helicobacter pylori. É também a altura para tratar a situação frequente em que os produtos sem receita deixaram de resultar ou em que um fármaco é tomado há anos sem revisão, e para falar da azia na gravidez. O que não se resolve através de um ecrã é a dor torácica aguda ou os sinais de hemorragia: aí é ambulância.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Anna Biriukova

Gastroenterologia6 anos de experiência

A Dra. Anna Biriukova é médica especialista em medicina interna com experiência adicional em cardiologia, endocrinologia e gastroenterologia. Presta consultas online para adultos, oferecendo acompanhamento abrangente da saúde cardiovascular, metabólica, digestiva e geral.

Com uma abordagem centrada no paciente, a Dra. Biriukova foca-se na prevenção, diagnóstico precoce e gestão de doenças crónicas. Atua em português, inglês e polaco, proporcionando cuidados personalizados para residentes, viajantes e expatriados.

Cardiologia – diagnóstico e acompanhamento de:

  • Hipertensão arterial, variações de tensão e prevenção de complicações cardiovasculares.
  • Dor torácica, falta de ar, arritmias (taquicardia, bradicardia, palpitações).
  • Edema, fadiga crónica, redução da tolerância ao esforço.
  • Análise de eletrocardiogramas (ECG), perfil lipídico e risco de enfarte ou AVC.
  • Follow-up cardíaco após COVID-19.
Endocrinologia – diabetes, tiroide e metabolismo:
  • Diagnóstico e tratamento da diabetes tipo 1 e 2, e pré-diabetes.
  • Planos terapêuticos personalizados com antidiabéticos orais ou insulina.
  • Tratamento com GLP-1: medicamentos inovadores para perda de peso e controlo da diabetes, com seleção da medicação e acompanhamento contínuo.
  • Disfunções da tiroide: hipotiroidismo, hipertiroidismo, tiroidites autoimunes (Hashimoto, Graves-Basedow).
  • Síndrome metabólica: obesidade, dislipidemias, resistência à insulina.
Gastroenterologia – queixas digestivas:
  • Dor abdominal, náuseas, azia e refluxo gastroesofágico (DRGE).
  • Distúrbios digestivos: gastrite, síndrome do intestino irritável (SII), dispepsia funcional.
  • Interpretação de exames gastrointestinais: análises, ecografias, endoscopias.
Cuidados médicos gerais e prevenção:
  • Infeções respiratórias: tosse, constipação, bronquite.
  • Leitura e interpretação de análises laboratoriais, ajuste de medicação.
  • Vacinação em adultos: plano personalizado e contraindicações.
  • Prevenção oncológica: planeamento de rastreios e avaliação de riscos.
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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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