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Eczema numular (discoide)

O nome vem do latim nummus, moeda: as lesões surgem redondas ou ovais, com o bordo nitidamente desenhado, como se tivessem sido traçadas a compasso.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

O nome vem do latim nummus, moeda: as lesões surgem redondas ou ovais, com o bordo nitidamente desenhado, como se tivessem sido traçadas a compasso. É uma das formas de eczema e é justamente essa figura que a distingue das restantes. Arrasta-se durante meses, acalma e volta, muitas vezes ao mesmo sítio. Quase sempre é tomada ao início por um fungo, trata-se com o que houver à mão e depois surpreende por piorar. Perceber que se trata precisamente disto importa mais do que parece: daí dependem o tratamento e o tempo que tudo vai durar.

O que aparece na pele

Começa com um punhado de pequenos altos e vesículas numa área limitada, na maioria das vezes nas pernas, nos antebraços ou no dorso das mãos, e menos vezes no tronco. Em poucos dias juntam-se numa placa contínua do tamanho de uma moeda ou de uma palma da mão. A cara e o couro cabeludo costumam ficar de fora.

Depois a lesão percorre sempre o mesmo caminho. Primeiro exsuda: sai um líquido transparente, a superfície brilha e no bordo veem-se vesículas miudinhas. Ao fim de uma ou duas semanas o exsudado dá lugar a crostas, a pele torna-se seca, espessa e gretada. Por vezes o centro clareia e limpa enquanto o bordo se mantém saliente, e é então que a placa é confundida com uma tinha.

A cor depende da pele. Em pele clara as manchas são cor-de-rosa ou vermelhas; em pele morena e escura ficam arroxeadas, castanhas ou, pelo contrário, mais claras do que a pele em redor, e aí a vermelhidão custa a distinguir. A comichão é intensa e piora sempre à noite: muita gente acorda a coçar uma perna a dormir. Pode haver uma só placa, embora o habitual sejam várias, e a pele entre elas fica seca, áspera e repuxada.

Com o que se confunde

Há aqui três enganos possíveis, e cada um custa meses perdidos.

  • Tinha. A infeção por fungos também desenha anéis. Distingui-las a olho pode ser impossível e o preço do erro é alto: uma pomada com corticoide retira a inflamação ao fungo, mas apaga também os traços por que se reconhece, a lesão alastra e o quadro deixa de se ler. Se a placa é única, cresce pelo bordo e não responde de todo ao tratamento do eczema, o médico tem uma saída simples: raspar algumas escamas e observá-las.
  • Psoríase. As placas são mais espessas, as escamas prateadas soltam-se em lâminas, a comichão é menor e os locais preferidos são outros: cotovelos, joelhos, zona lombar e couro cabeludo.
  • Uma placa única e teimosa numa pessoa idosa, presente há meses, que faz pouca ou nenhuma comichão e não responde a tratamento nenhum. Por trás desse quadro pode esconder-se uma doença de Bowen ou uma forma superficial de cancro da pele e, raramente, um linfoma cutâneo que durante anos parece um eczema vulgar. Aí não é preciso mais um creme, é preciso a observação de um dermatologista e uma biopsia. Acontece poucas vezes, mas é exatamente por essa raridade que vale a pena mostrar ao médico a mancha que se comporta ao contrário das outras.

Porque é que a pele reage assim

O eczema numular não tem uma causa única. Há uma pele que perdeu as suas defesas e há aquilo que lhe dá o golpe final.

Uma camada córnea saudável segura a água por dentro e os irritantes por fora. Quando está ressequida, a água escapa-se, abrem-se brechas entre as células e substâncias que antes eram indiferentes começam a incomodar: sabão, espuma de banho, detergente da roupa, soluções desinfetantes, lã, níquel. Daí também a sazonalidade: os surtos calham nos meses de aquecimento, com a casa seca e frio na rua. O ar quente e húmido, pelo contrário, costuma aliviar.

Muitas vezes consegue-se identificar o empurrão inicial:

  • uma lesão pequena da pele, como a picada de um inseto, um arranhão, uma queimadura ou uma fricção: a mancha nasce exatamente nesse ponto;
  • o contacto contínuo com água e produtos de limpeza, próprio das mãos de cozinheiros, pessoal de limpeza, profissionais de saúde e cabeleireiros;
  • a estase do sangue nas veias das pernas, onde o eczema já é frequente de qualquer forma;
  • o início de um medicamento novo; está descrito, mas nunca se suspende por iniciativa própria aquilo que outro médico receitou, fala-se com ele;
  • o duche quente duas vezes ao dia e o álcool habitual, que secam a pele mais do que se costuma pensar.

Parte dos doentes tem história pessoal ou familiar de eczema atópico mas, ao contrário deste, o numular não se herda nem tem ligação direta à asma e à febre dos fenos. Não é contagioso em circunstância nenhuma: não se apanha na piscina nem através de uma toalha.

Quando a lesão infeta

A pele coçada é uma porta aberta. A infeção bacteriana reconhece-se porque a lesão passa de repente a comportar-se de outra maneira:

  • exsuda em abundância e o líquido fica turvo ou amarelado;
  • cobre-se de uma crosta cor de mel;
  • a pele à volta está quente, inchada e dolorosa ao toque, e a vermelhidão ultrapassa o limite da placa;
  • surgem febre, arrepios, dores no corpo e mal-estar geral.

É motivo para ser observado nesse mesmo dia. Uma vermelhidão quente que alastra em redor da lesão acompanhada de febre já é uma erisipela ou uma celulite, e tratam-se com antibióticos por via oral, por vezes no hospital.

Há um quadro que vale a pena memorizar à parte, porque avança depressa. Se sobre o eczema surgirem em um ou dois dias dezenas de vesículas pequenas e todas iguais com erosões umbilicadas, a pele ficar muito dolorosa e subir febre alta, pode tratar-se de um eczema herpético: o vírus do herpes simples espalhado pela pele lesada. As pomadas com corticoide só pioram as coisas neste caso; são precisos antivíricos e um médico de imediato, sobretudo se estiverem envolvidos a cara e as pálpebras. É raro e não pode passar despercebido.

Os cuidados diários, que valem metade do resultado

Nesta doença os emolientes não são cosmética, são o tratamento de fundo. São eles que reconstroem a barreira sem a qual qualquer pomada trabalha em vão.

  • Aplique o emoliente de forma constante, inclusive quando a pele está limpa: as pausas acabam com o regresso das manchas. Não poupe na quantidade e não o esfregue, espalhe-o no sentido em que cresce o pelo.
  • Quanto mais seca estiver a pele, mais gordo deve ser o produto: a pomada retém a água melhor do que a loção, embora nas zonas inflamadas e exsudativas um creme assente melhor. Dá jeito ter dois: um leve para as mãos e outro mais denso para o corpo e para a noite.
  • Retire por completo o sabão, os géis de banho, a espuma e os toalhetes húmidos, mesmo os que não ardem. A lavagem faz-se com um emoliente que substitui o sabão.
  • Duche ou banho todos os dias, mas mornos e curtos. A seguir seque a pele aos toques, sem esfregar, e aplique o produto com a pele ainda húmida, antes de começar a secar.
  • Mantenha as unhas curtas e, se a comichão for forte, use luvas de algodão para dormir: a dormir as pessoas coçam-se até sangrar e não se lembram disso.
  • Proteja a pele de cortes e atritos, porque sobre uma ferida nova cresce facilmente uma mancha nova. Use luvas ao trabalhar com água, produtos químicos e terra.
  • As pomadas gordas impregnam os tecidos e tornam-nos facilmente inflamáveis: com roupa impregnada não se fuma nem se chega perto de chama viva. Os óleos de banho deixam a banheira escorregadia.

Se um produto que serviu durante anos começar de repente a arder e a irritar, não há razão para o suportar: procure outra fórmula com o farmacêutico ou com o médico.

O que o médico prescreve

Não existe um remédio que cure de vez o eczema numular, mas travar um surto e manter a pele sossegada durante muito tempo é perfeitamente possível.

  • Corticoides tópicos. São a espinha dorsal do tratamento do surto. Esta forma de eczema costuma exigir uma potência maior do que as outras, e é por isso que a escolha cabe ao médico: uma pomada fraca sobre uma placa espessa da perna simplesmente não faz nada. Aplica-se só na lesão, em regra uma vez ao dia, depois do emoliente e a cerca de meia hora de distância, e mantém-se até a inflamação desaparecer. Os efeitos indesejáveis, ou seja o adelgaçamento da pele, as estrias, a alteração duradoura da cor e o aumento da pilosidade, ligam-se ao uso prolongado de produtos fortes em superfícies grandes; com ciclos curtos e prescritos não costumam surgir.
  • Inibidores da calcineurina. Pomadas sem corticoide usadas onde a pele é fina ou quando o corticoide seria preciso com demasiada frequência.
  • Anti-histamínicos. Não tratam a pele e a comichão do eczema só a tiram em parte, mas os de geração antiga dão sonolência e ajudam a dormir a noite inteira sem coçar. Para o dia, se forem necessários, escolhem-se os que não sedam.
  • Antibióticos. Apenas com infeção comprovada: tópicos para uma lesão pequena e única, por via oral se o envolvimento for extenso. Espalhar creme antibiótico por precaução não serve de nada e favorece as resistências.

Quando nada disto segura a doença, o dermatologista pode propor fototerapia com luz ultravioleta, pensos húmidos medicamentosos ou fármacos que travam a resposta imunitária, os quais exigem vigilância e análises de controlo. Se os surtos voltam sempre aos mesmos pontos ou não desaparecem, vale a pena fazer testes epicutâneos: por vezes por trás do eczema está uma alergia a uma substância concreta, e descobri-la muda tudo.

É preciso paciência: estas lesões respondem mais devagar do que outros tipos de eczema e, onde curaram, ficam durante muito tempo, por vezes para sempre, marcas mais claras ou mais escuras. Isso não é inflamação nem motivo para continuar com o corticoide.

Consulta em linha

À distância resolvem-se bem as perguntas centrais desta doença: se o que está na pele corresponde a um eczema numular ou se é um fungo e convém observação presencial; se os cuidados estão bem escolhidos; porque é que o produto prescrito deixou de resultar. O médico analisa por fotografias o aspeto das lesões e como foram mudando, pergunta pela profissão, pelos hábitos de lavagem e pela medicação, ajuda a montar uma rotina diária e explica que alterações significam que se juntou uma infeção. Os sinais indicados acima como urgentes não se avaliam através de um ecrã: com esses é preciso ser observado presencialmente nesse mesmo dia.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Tomasz Grzelewski

DermatologiaAlergologia21 anos de experiência

O Dr. Tomasz Grzelewski, PhD, é alergologista, pediatra, médico de clínica geral e especialista em medicina desportiva, com interesse clínico em dermatologia, endocrinologia, alergologia e saúde desportiva. Conta com mais de 20 anos de experiência clínica. Formou-se na Universidade Médica de Łódź, onde concluiu o doutoramento com distinção. A sua investigação foi distinguida pela Sociedade Polaca de Alergologia pelo contributo inovador na área. Ao longo da carreira, tem tratado uma grande variedade de doenças alérgicas e pediátricas, incluindo métodos modernos de dessensibilização.

Durante cinco anos, o Dr. Grzelewski liderou dois serviços de pediatria na Polónia, acompanhando casos clínicos complexos e equipas multidisciplinares. Trabalhou também em centros médicos no Reino Unido, adquirindo experiência tanto em cuidados de saúde primários como em contextos especializados. Com mais de uma década de experiência em telemedicina, presta consultas online reconhecidas pela clareza e qualidade das suas recomendações.

O Dr. Grzelewski está envolvido em programas clínicos dedicados a terapias antialérgicas avançadas. Como investigador principal, conduz estudos sobre dessensibilização sublingual e oral, contribuindo para o desenvolvimento de tratamentos modernos baseados em evidência científica.

Completou ainda estudos em dermatologia no Cambridge Education Group (Royal College of Physicians of Ireland) e um curso de endocrinologia clínica na Harvard Medical School, o que amplia a sua capacidade de acompanhar problemas cutâneos alérgicos, dermatite atópica, urticária, sintomas endócrinos e reações imunológicas.

Os pacientes procuram frequentemente o Dr. Tomasz Grzelewski por questões como:

  • alergias sazonais e perenes
  • rinite alérgica e congestão nasal crónica
  • asma e dificuldades respiratórias
  • alergias alimentares e medicamentosas
  • dermatite atópica, urticária e reações cutâneas
  • infeções recorrentes em crianças
  • aconselhamento sobre atividade física e saúde desportiva
  • questões gerais da medicina familiar
O Dr. Tomasz Grzelewski é reconhecido pela comunicação clara, abordagem estruturada e capacidade de explicar opções terapêuticas de forma simples e acessível. A sua experiência multidisciplinar em alergologia, pediatria, dermatologia e endocrinologia permite-lhe oferecer cuidados seguros, atualizados e completos para pacientes de todas as idades.
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Lizaveta Trafimchuk Takhvaniuk

DermatologiaMedicina geral10 anos de experiência

A Dra. Lizaveta Trafimchuk Takhvaniuk licenciou-se em Medicina e posteriormente especializou-se em Dermatologia e Venereologia. Conta com mais de 10 anos de experiência clínica e está habilitada para exercer em Espanha, onde desenvolve a sua prática profissional focada no diagnóstico e tratamento integral de doenças dermatológicas.

Ao longo da sua formação e percurso profissional, a Dra. Trafimchuk adquiriu uma sólida experiência no tratamento de doenças da pele, do cabelo e das unhas, bem como no diagnóstico, tratamento e prevenção de infeções sexualmente transmissíveis (IST). A sua abordagem clínica baseia-se na medicina baseada na evidência, combinada com um atendimento individualizado centrado nas necessidades de cada paciente.

Na sua prática diária, aborda uma ampla variedade de patologias dermatológicas, incluindo dermatoses inflamatórias crónicas como acne, rosácea, dermatite atópica, psoríase e eczema. Possui também experiência no tratamento de alterações da pigmentação, tais como melasma, hiperpigmentação pós-inflamatória e discromias.

Desenvolveu ainda uma especial dedicação à tricologia, tratando diferentes formas de alopecia, queda crónica de cabelo e alterações do couro cabeludo. Além disso, possui experiência no tratamento de dermatoses infecciosas de origem fúngica, viral e bacteriana, bem como na avaliação de lesões cutâneas benignas e suspeitas, com encaminhamento especializado quando necessário.

Interessada numa abordagem integral da saúde da pele, a médica também trata cicatrizes, alterações cutâneas pós-procedimento e mudanças relacionadas com fatores hormonais e envelhecimento, incluindo condições associadas à gravidez, menopausa e envelhecimento cutâneo.

Graças à sua experiência e formação contínua, a Dra. Trafimchuk oferece um atendimento médico profissional, confidencial e alinhado com os padrões atuais da dermatologia moderna.

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Daria Litash

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A Dra. Daria Litash é médica com experiência em medicina geral, controlo do peso, emagrecimento saudável e promoção do bem-estar. A sua abordagem combina uma avaliação clínica completa com recomendações personalizadas, ajudando cada paciente a melhorar a sua saúde e a manter um estilo de vida ativo.

Durante a consulta online, dedica especial atenção à anamnese e à identificação das possíveis causas dos sintomas. Sempre que necessário, solicita análises ao sangue ou outros exames complementares para obter um diagnóstico mais preciso e definir um plano de tratamento adaptado às necessidades de cada pessoa.

As suas principais áreas de atuação incluem:

  • Controlo do peso e emagrecimento saudável
  • Tratamento do excesso de peso e manutenção dos resultados
  • Avaliação da queda de cabelo
  • Avaliação do estado da pele
  • Consultas de medicina geral para adultos
  • Prevenção e promoção de hábitos de vida saudáveis

Possui ainda formação em Medicina Estética, o que lhe permite abordar a saúde da pele e do cabelo numa perspetiva médica e preventiva, sempre baseada na evidência científica e nas necessidades individuais de cada paciente.

A sua experiência profissional inclui vários anos de trabalho em farmácia em Espanha, proporcionando um conhecimento aprofundado sobre medicamentos, opções terapêuticas e protocolos utilizados no mercado espanhol, bem como experiência na pesquisa e seleção de fármacos internacionais quando clinicamente indicado.

A consulta online foi concebida para oferecer um acompanhamento próximo, claro e personalizado, ajudando os pacientes a compreender melhor o seu estado de saúde e a tomar decisões informadas sobre o tratamento e o seu bem-estar a longo prazo.

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Pedro Soares Lopes

Medicina familiar3 anos de experiência

O Dr. Pedro Soares Lopes é médico e tem quatro anos de experiência, sobretudo em serviços de urgência e emergência. Trabalhou nos HUC, na ULSRA, no Hospital da Luz de Aveiro e na ARS Açores, onde avaliou uma grande variedade de situações médicas e cirúrgicas, desde casos simples a situações complexas que exigem uma avaliação cuidadosa.

A experiência em serviços de urgência permitiu-lhe acompanhar pacientes de diferentes idades, incluindo grávidas. Este percurso clínico abrangente ajuda-o a avaliar sintomas, a identificar quando poderá ser necessária uma investigação adicional e a explicar os passos seguintes.

O Dr. Soares Lopes tem também experiência em consultas ao domicílio e em consultas de medicina do viajante. Sabe que os problemas de saúde podem surgir quando uma pessoa está longe do seu médico habitual ou não sabe a que serviço recorrer. Além disso, trabalhou cerca de um ano na área da saúde ocupacional nos Países Baixos, o que acrescentou uma perspetiva internacional à sua prática clínica.

Numa consulta online, o Dr. Soares Lopes procura dar orientações claras e práticas, tendo em conta os sintomas e as circunstâncias de cada paciente. Se uma situação exigir um exame físico, uma avaliação urgente ou tratamento presencial, pode explicar porquê e orientar o paciente sobre onde procurar cuidados.

Os pacientes podem consultar o Dr. Soares Lopes através da Oladoctor para questões de saúde adequadas a uma consulta médica online.

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