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Psoríase

A psoríase aparece como zonas de pele espessada cobertas de escamas duras, nos cotovelos, nos joelhos, no couro cabeludo, na zona lombar.

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Esta página fornece informação geral e não substitui a consulta de um médico. Se os sintomas forem graves, persistentes ou estiverem a agravar-se, procure aconselhamento médico com urgência.

A psoríase aparece como zonas de pele espessada cobertas de escamas duras, nos cotovelos, nos joelhos, no couro cabeludo, na zona lombar. Não é contagiosa: não se apanha num aperto de mão, numa toalha partilhada ou na piscina, e é a primeira coisa que convém saber e dizer a quem está à volta. Afeta cerca de duas pessoas em cada cem e começa em regra pouco depois dos vinte anos ou perto dos sessenta. A seguir: que aspeto tem e de onde vem, que formas suas não pedem marcação mas ambulância, com que se trata hoje e o que acontece entretanto para além da pele.

O que aparece na pele

A imagem clássica é uma placa seca e saliente de bordo nítido. Na pele clara vê-se rosada ou vermelha com escamas brancas ou prateadas; na pele morena e escura tende para o violeta ou o castanho intenso e as escamas parecem cinzentas, razão pela qual na pele escura a psoríase é reconhecida mais tarde. Levantando uma escama com cuidado, por baixo surge uma superfície rosada e brilhante de onde brotam gotículas de sangue.

Os locais preferidos são previsíveis: a face externa dos cotovelos e dos joelhos, o couro cabeludo, a zona lombar, à volta do umbigo, a pele atrás das orelhas. Mas as placas podem surgir em qualquer parte: nas virilhas, debaixo do peito, nas palmas, nos genitais.

As sensações variam. Há quem não note mais do que secura; noutras pessoas as placas fazem comichão ou doem, e a pele sobre as articulações greta até sangrar. As unhas merecem um olhar à parte: em cerca de metade das pessoas com psoríase surgem pequenas depressões pontuadas, como picadas de agulha, a lâmina fica baça, amarelece, engrossa ou descola do leito. Muitas vezes as unhas são a única pista quando a pele está quase limpa.

A psoríase avança por ondas: semanas ou meses de calma, um surto, e outra vez alívio. Prever essas ondas por completo não é possível, mas com o tempo quase toda a gente percebe o que as desencadeia.

Porque a pele se renova mais depressa do que devia

Normalmente uma célula nasce na camada mais profunda da pele, sobe, morre e descama sem que ninguém dê por isso, e todo o percurso leva três a quatro semanas. Na psoríase demora três a sete dias. As células imaturas não têm tempo de se soltar e empilham-se umas sobre as outras: é essa pilha que forma a placa com escamas.

Quem acelera a linha de montagem é o próprio sistema imunitário. Os linfócitos T, cuja função é procurar bactérias e vírus, tomam a pele saudável por inimiga e mantêm-na permanentemente inflamada. Por isso a psoríase não é «pele suja» nem consequência de má higiene, e uma pomada com antibiótico não a resolve.

A predisposição herda-se: ter um familiar próximo afetado aumenta a probabilidade. Mas não há um gene único, são dezenas, e carregar uma combinação desfavorável não significa que a doença se venha a manifestar. Costuma ser preciso um empurrão vindo de fora.

Os vários tipos de psoríase

A forma determina tanto o aspeto das lesões como a abordagem do tratamento, e por isso é nomeada no diagnóstico.

  • Em placas. A mais comum, nove casos em dez. São aquelas placas espessas e escamosas dos cotovelos, joelhos e zona lombar.
  • Do couro cabeludo. Uma variante da anterior. Escamas espessas entre o cabelo, que muitas vezes avançam para a testa e para trás das orelhas e se confundem facilmente com caspa teimosa. O cabelo pode rarear temporariamente, quase sempre por causa de coçar e não da doença em si.
  • Gutata. Uma chuva súbita de pequenas lesões com menos de um centímetro pelo tronco, braços e pernas. Aparece sobretudo em crianças e jovens uma a três semanas depois de uma amigdalite e em muitos casos desaparece por completo em algumas semanas.
  • Invertida ou das pregas. Manchas vermelhas lisas e brilhantes, sem escama, nas axilas, debaixo do peito, nas virilhas e entre as nádegas. O atrito e o suor agravam-na, e parece-se tanto com uma micose que passa meses tratada com o que não deve.
  • Pustulosa palmoplantar. Bolhas amareladas com pus nas palmas e nas plantas, que secam em crostas castanhas. Esse pus é estéril, não é uma infeção. É difícil de suportar e está muito ligada ao tabaco.
  • Ungueal. Pode ser a única manifestação. E é a que mais vezes anuncia o envolvimento das articulações.

Quando é preciso socorro urgente

Duas formas raras de psoríase põem a vida em risco, e vale a pena reconhecê-las a tempo.

  • Eritrodermia. Quase toda a pele fica vermelha e começa a descamar. Por uma pele assim o corpo perde calor, água e proteínas, pelo que surgem arrepios, oscilações da temperatura, inchaço, fraqueza e batimento acelerado. As pessoas idosas toleram isto especialmente mal.
  • Psoríase pustulosa generalizada. Em horas ou dias brotam pústulas minúsculas em grandes áreas de pele até confluírem em lagos de pus. Ao mesmo tempo sobe a febre, chegam os arrepios e um cansaço profundo.

Em ambos os casos é preciso internamento e não uma consulta de dermatologia daqui a duas semanas: chame uma ambulância (em Portugal, Espanha, Itália, Polónia e Ucrânia funciona o número único europeu 112). Guarde ainda uma causa frequente destes surtos: a suspensão brusca de corticoides sistémicos. É precisamente por isso que na psoríase não se receitam corticoides em comprimidos nem injetados, porque ao suspendê-los a doença regressa muito pior. Se estes medicamentos lhe foram prescritos por outro motivo, não os abandone por iniciativa própria.

O que desencadeia um surto

O gatilho é diferente em cada pessoa, mas a lista dos suspeitos habituais é curta:

  • uma lesão da pele: um corte, uma esfoladela, uma tatuagem, uma picada, uma queimadura solar; uma a três semanas depois surge uma placa exatamente nesse ponto;
  • uma amigdalite estreptocócica, sobretudo em adolescentes e jovens;
  • stress intenso ou prolongado e falta de sono;
  • o tabaco e o álcool regular, que ainda por cima atrapalham o tratamento;
  • o excesso de peso, porque o tecido gordo alimenta inflamação por si mesmo;
  • as mudanças hormonais da puberdade, do parto e da menopausa;
  • alguns medicamentos: lítio, betabloqueantes, antimaláricos, inibidores da ECA e a retirada de corticoides sistémicos;
  • o ar frio e seco do inverno e o aquecimento dentro de casa.

Reconhecer os próprios desencadeantes é mais fácil se durante dois meses se anotar o que precedeu cada agravamento. A lista de medicamentos deve ser revista com o médico e não suspensa por conta própria: o benefício de um betabloqueante depois de um enfarte pode pesar mais do que a pele estragada.

Como se trata

O diagnóstico faz-se a olho, pelo aspeto e pela localização das lesões; a biopsia é raramente necessária. Cura definitiva não existe, mas hoje a maioria chega a ter a pele limpa ou quase. O tratamento escolhe-se pela forma, pela superfície envolvida e por quanto a doença atrapalha o dia a dia.

  • Tratamentos tópicos. Primeira linha quando a área é pequena. Corticoides em creme ou pomada de potências diferentes, análogos da vitamina D, as suas associações, preparados com ácido salicílico para amolecer as escamas, alcatrão mineral. Na cara, nas pregas e nos genitais não se aplicam corticoides potentes: aí usam-se os fracos em ciclos curtos ou os inibidores da calcineurina. O efeito não se julga antes de um mês a mês e meio.
  • Fototerapia. Exposição da pele a ultravioleta de banda estreita na clínica, em regra duas ou três vezes por semana durante um ciclo. Funciona bem em lesões extensas e na forma gutata. O solário não a substitui: o espetro é outro e o risco para a pele é maior.
  • Medicamentos sistémicos em comprimidos. Nos casos graves: metotrexato, ciclosporina, o retinoide acitretina e fármacos mais recentes que travam a inflamação por dentro. Todos exigem análises de sangue periódicas e vigilância do fígado e dos rins. O metotrexato e a acitretina são nocivos para o bebé: depois de os suspender tem de passar tempo antes de procurar uma gravidez, e os prazos são diferentes para homens e mulheres. Se houver possibilidade de gravidez, diga-o antes da primeira receita e não depois.
  • Medicamentos biológicos. Injeções que bloqueiam de forma dirigida elos concretos da inflamação. São indicados pelo especialista quando as linhas anteriores não bastaram. Antes de começar exclui-se tuberculose latente e hepatites, e durante o tratamento qualquer infeção com febre alta deve ser vista pelo médico mais depressa do que o habitual.

Os cuidados de todos os dias

Entre ciclos de tratamento quem mantém a pele em ordem é a rotina, e ela pesa mais do que parece.

  • Os emolientes são a base de tudo. Aplique-os com generosidade e todos os dias, mesmo com a pele limpa: uma placa hidratada faz menos comichão, greta menos e responde melhor aos medicamentos. Depois do duche, nos primeiros minutos e sobre a pele húmida.
  • Lave-se com água morna e não quente, e troque o sabão comum por um produto sem perfume.
  • Amoleça as escamas com creme em vez de as arrancar: danificar a pele gera uma placa nova.
  • O sol moderado ajuda muita gente, mas uma queimadura solar agrava o quadro sem exceção.
  • Vale a pena deixar de fumar: na forma palmoplantar é por vezes a única coisa que muda o rumo.
  • Perder peso melhora de forma nítida tanto a pele como a resposta aos fármacos.
  • Mantenha o tratamento tal como foi prescrito mesmo quando melhora: usá-lo aos bocados é a razão mais frequente para a pomada parecer ter deixado de fazer efeito.

Articulações, vasos e ânimo

A psoríase não vive só na pele. Em cerca de uma pessoa em cada cinco as articulações acabam por inflamar: é a artrite psoriásica, e os estragos que deixa são permanentes se for descuidada. Conte ao médico e peça encaminhamento para o reumatologista se surgir alguma destas coisas:

  • dor e inchaço de uma articulação que duram mais de seis semanas;
  • rigidez de manhã durante mais de meia hora que alivia com o movimento;
  • um dedo da mão ou do pé inchado por inteiro, como uma salsicha;
  • dor no calcanhar ou na planta mesmo junto ao calcanhar;
  • dor lombar que aperta de noite e de madrugada, acorda a pessoa e se solta até ao meio-dia.

Além disso, a psoríase traz um risco algo maior de tensão alta, diabetes e doença cardíaca, pelo que faz sentido controlar com regularidade a tensão, a glicemia e o colesterol. E ainda uma coisa de que nem sempre se fala em voz alta: uma doença que se vê abala a autoestima. A ansiedade e o ânimo em baixo não são aqui fraqueza mas parte frequente do quadro, e tratam-se tal como se trata a pele.

Consulta em linha

Muito do que a psoríase levanta não exige uma ida presencial. Em linha é cómodo mostrar as lesões numa fotografia e perceber se aquilo se parece com psoríase ou antes com um eczema ou uma micose; entender porque a pomada não funciona, se falha o fármaco ou a forma de o aplicar; ponderar se convém pedir fototerapia ou encaminhamento para dermatologia para tratamento sistémico; verificar se o surto coincide com um medicamento novo; decidir o que fazer com as articulações e a quem recorrer. A observação presencial continua a ser precisa se as lesões mudarem de modo invulgar, e a ambulância se quase toda a pele ficar vermelha de repente ou se surgir uma erupção com pústulas e febre.

Este material tem fins informativos e não substitui a consulta médica.

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Médicos online para Psoríase

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Andrei Popov

Medicina geralMedicina da dor7 anos de experiência

O Dr. Andrei Popov é médico de medicina geral e familiar, com formação especializada em dor crónica. Realiza consultas por videochamada para pacientes adultos em Espanha e noutros países europeus.

O Dr. Popov compreende que procurar ajuda para questões relacionadas com o peso ou para uma dor que persiste há meses pode ser difícil. Muitos pacientes chegam à consulta depois de terem experimentado diferentes soluções sem sentirem que foram realmente ouvidos. Durante a consulta, o médico proporciona um ambiente acolhedor e sem julgamentos, onde é possível analisar detalhadamente o historial clínico, esclarecer dúvidas e decidir em conjunto os próximos passos.

Controlo do peso e saúde metabólica

O Dr. Andrei Popov pode ajudar na avaliação do excesso de peso, obesidade e problemas relacionados, como hipertensão, diabetes ou alterações metabólicas. Durante a consulta, serão analisados o historial clínico, os resultados das análises, a medicação atual e os tratamentos anteriores.

Se o paciente pretender conhecer as opções de tratamento farmacológico ou já tiver iniciado um tratamento, o Dr. Popov poderá avaliar o caso, analisar a resposta e a tolerância ao tratamento e explicar de forma clara os seus benefícios, riscos e possíveis alternativas.

Nem todas as pessoas necessitam do mesmo tratamento. A consulta não garante a emissão de uma receita: proporciona uma avaliação médica honesta e um plano adaptado à situação individual do paciente.

Dor e medicina geral

Também é possível consultar o Dr. Popov sobre:

  • Dor crónica, enxaquecas, nevralgias e fibromialgia.

  • Dor nas costas, cervical, lombar ou articular.

  • Hipertensão, diabetes e acompanhamento de doenças crónicas.

  • Análise de resultados de exames, relatórios médicos e tratamentos.

  • Medicina preventiva e segunda opinião médica.

Como funciona a consulta

A videoconsulta tem uma duração de até 30 minutos. O Dr. Popov ouvirá atentamente o paciente, analisará as informações fornecidas e explicará os próximos passos de forma clara e compreensível.

Se forem necessários exames adicionais, atendimento médico presencial ou assistência médica urgente, o médico informará o paciente de forma direta.

O objetivo do Dr. Popov é que o paciente se sinta ouvido e, no final da consulta, compreenda o que está a acontecer e quais os próximos passos que pode seguir.

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Yevgen Yakovenko

Medicina geral12 anos de experiência

Dr. Yevgen Yakovenko é um cirurgião e clínico geral licenciado em Espanha e Alemanha. É especializado em cirurgia geral, pediátrica e oncológica, medicina interna e controlo da dor. Oferece consultas online para adultos e crianças, combinando precisão cirúrgica com acompanhamento terapêutico. O Dr. Yakovenko acompanha pacientes de vários países e presta cuidados médicos em ucraniano, russo, inglês e espanhol.

Áreas de especialização médica:

  • Dor aguda e crónica: cefaleias, dores musculares e articulares, dores nas costas, dores abdominais, dor pós-operatória. Identificação da causa, plano de tratamento e seguimento.
  • Medicina interna: coração, pulmões, trato gastrointestinal, sistema urinário. Controlo de doenças crónicas, alívio de sintomas, segunda opinião.
  • Cuidados pré e pós-operatórios: avaliação de riscos, apoio na tomada de decisão, acompanhamento após cirurgia, estratégias de reabilitação.
  • Cirurgia geral e pediátrica: hérnias, apendicite, doenças congénitas. Cirurgias programadas e de urgência.
  • Traumatologia: contusões, fraturas, entorses, lesões de tecidos moles, tratamento de feridas, pensos, encaminhamento para cuidados presenciais quando necessário.
  • Cirurgia oncológica: revisão diagnóstica, planeamento do tratamento, acompanhamento a longo prazo.
  • Tratamento da obesidade e controlo de peso: abordagem médica à perda de peso, incluindo avaliação das causas, análise de doenças associadas, definição de um plano individualizado (alimentação, atividade física, farmacoterapia se necessário) e monitorização dos resultados.
  • Interpretação de exames: análise de ecografias, TAC, ressonâncias magnéticas e radiografias. Planeamento cirúrgico com base nos resultados.
  • Segundas opiniões e navegação médica: esclarecimento de diagnósticos, revisão de tratamentos atuais, apoio na escolha do melhor caminho terapêutico.

Experiência e formação:

  • Mais de 12 anos de experiência clínica em hospitais universitários na Alemanha e em Espanha.
  • Formação internacional: Ucrânia – Alemanha – Espanha.
  • Membro da Sociedade Alemã de Cirurgiões (BDC).
  • Certificação em diagnóstico por imagem e cirurgia robótica.
  • Participação ativa em congressos médicos e investigação científica internacionais.

O Dr. Yakovenko explica temas médicos complexos de forma clara e acessível. Trabalha em parceria com os pacientes para analisar situações clínicas e tomar decisões fundamentadas. A sua abordagem baseia-se na excelência clínica, rigor científico e respeito individual.

Se tem dúvidas sobre um diagnóstico, está a preparar-se para uma cirurgia ou quer discutir resultados de exames, o Dr. Yakovenko pode ajudá-lo a avaliar as suas opções e avançar com confiança.

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Lina Travkina

Medicina geral13 anos de experiência

A Dra. Lina Travkina é médica licenciada em medicina familiar e preventiva, com base em Itália. Oferece consultas online para adultos e crianças, acompanhando os pacientes em todas as fases — desde o tratamento de sintomas agudos até ao acompanhamento preventivo e de longo prazo.Áreas de atuação médica incluem:

  • Doenças respiratórias: constipações, gripe, bronquite aguda e crónica, pneumonia ligeira a moderada, asma brônquica.

  • Condições ORL e oftalmológicas: sinusite, amigdalite, faringite, otite, conjuntivite infeciosa e alérgica.

  • Problemas digestivos: gastrite, refluxo gastroesofágico (DRGE), síndrome do intestino irritável, dispepsia, inchaço, obstipação, diarreia, sintomas funcionais e infeções intestinais.

  • Doenças urológicas e infeciosas: cistite aguda e recorrente, infeções urinárias e renais, prevenção de ITUs recorrentes, bacteriúria assintomática.

  • Condições crónicas: hipertensão, diabetes, hipercolesterolemia, síndrome metabólica, distúrbios da tiroide, excesso de peso.

  • Sintomas neurológicos e gerais: dores de cabeça, enxaqueca, tonturas, fadiga, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, ansiedade, astenia.

  • Apoio na dor crónica: dores nas costas, pescoço, articulações e músculos, síndromes de tensão, dor associada à osteocondrose e a doenças crónicas.

Áreas de acompanhamento adicional:

  • Consultas preventivas e planeamento de check-ups.

  • Aconselhamento médico e consultas de seguimento.

  • Interpretação de análises e orientação diagnóstica.

  • Apoio estruturado em queixas não diagnosticadas.

  • Segunda opinião sobre diagnósticos e planos de tratamento.

  • Aconselhamento nutricional e de estilo de vida em casos de carência de vitaminas, anemia, alterações metabólicas.

  • Apoio na recuperação pós-operatória e controlo da dor.

  • Aconselhamento pré-concecional e acompanhamento pós-parto.

  • Estratégias de reforço da imunidade e redução da frequência de infeções.

A Dra. Travkina alia medicina baseada na evidência a um acompanhamento personalizado e atento. As suas consultas focam-se não só no tratamento, mas também na prevenção, recuperação e bem-estar contínuo.Se durante a consulta se verificar que o seu caso requer uma avaliação presencial ou cuidados especializados fora do âmbito da médica, a sessão será interrompida e o valor pago será reembolsado na totalidade.

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Nuno Tavares Lopes

Medicina geral18 anos de experiência

Dr. Nuno Tavares Lopes é médico licenciado em Portugal com mais de 17 anos de experiência em medicina de urgência, clínica geral, saúde pública e medicina do viajante. Atualmente, é diretor de serviços médicos numa rede internacional de saúde e consultor externo do ECDC e da OMS.
Áreas de atuação:

  • Urgência e medicina geral: febre, infeções, dores no peito ou abdómen, feridas, sintomas respiratórios e problemas comuns em adultos e crianças.

  • Doenças crónicas: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, gestão de múltiplas patologias.

  • Medicina do viajante: aconselhamento pré-viagem, vacinas, avaliação “fit-to-fly” e gestão de infeções relacionadas com viagens.

  • Saúde sexual e reprodutiva: prescrição de PrEP, prevenção e tratamento de infeções sexualmente transmissíveis.

  • Gestão de peso e bem-estar: planos personalizados para perda de peso, alterações no estilo de vida e saúde preventiva.

  • Dermatologia e sintomas de pele: acne, eczemas, infeções cutâneas e outras condições dermatológicas.

  • Baixa médica (Baixa por doença): emissão de certificados médicos válidos para a Segurança Social em Portugal.

  • Certificados médicos para troca da carta de condução (IMT)

O Dr. Nuno Tavares Lopes acompanha pacientes que utilizam medicamentos GLP-1 (Mounjaro, Wegovy, Ozempic, Rybelsus) como parte de um plano de emagrecimento. Oferece um plano de tratamento personalizado, acompanhamento regular, ajuste de dosagem e orientações sobre como combinar a medicação com mudanças sustentáveis no estilo de vida. As consultas seguem os padrões médicos aceites na Europa.O Dr. Lopes combina um diagnóstico rápido e preciso com uma abordagem holística e empática, ajudando os pacientes a lidar com situações agudas, gerir doenças crónicas, viajar com segurança, obter documentos médicos e melhorar o seu bem-estar a longo prazo.

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Antonio Cayatte

Medicina geral44 anos de experiência

O Dr. Antonio Cayatte é médico com mais de 30 anos de experiência em medicina geral e aguda, investigação clínica e ensino universitário. Realiza consultas online para adultos com sintomas súbitos, doenças crónicas ou dúvidas clínicas que exigem uma abordagem segura e fundamentada. Motivos comuns para consulta: 

  • avaliação de sintomas agudos ou inespecíficos
  • acompanhamento de condições crónicas
  • seguimento após internamento hospitalar
  • interpretação de análises ou exames
  • apoio médico a residentes ou viajantes no estrangeiro

Licenciado pela Universidade de Lisboa, foi docente na Boston University School of Medicine. Está inscrito na Ordem dos Médicos em Portugal e no General Medical Council do Reino Unido. É Fellow da American Heart Association. As consultas são realizadas em inglês ou português, com foco numa comunicação clara, empática e baseada na medicina científica moderna.

O Dr. Antonio Cayatte oferece cuidados abrangentes para uma ampla gama de condições de saúde comuns, incluindo:

  • Respiratório e ORL: bronquite aguda, condições relacionadas com pneumonia, sinusite, amigdalite, infeções do ouvido, doenças da garganta, rinite alérgica
  •  Saúde ocular: conjuntivite alérgica e infecciosa, bem como olhos vermelhos ou irritados
  •  Sistema digestivo e urinário: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), gastrite, infeções do trato urinário, cistite
  •  Doenças crónicas: hipertensão, colesterol elevado e planeamento estruturado de controlo de peso
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