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Médicos para a ciática

Consultas online com médicos para avaliar a ciática, a dor irradiada pela perna, os sintomas nervosos e as alterações lombares que afetam o nervo ciático.

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Oleksandr Babushkin

Ortopedia e traumatologia 18 years exp.

O Dr. Oleksandr Babushkin é especialista em ortopedia e traumatologia, oferecendo consultas online para adultos com queixas relacionadas às articulações, músculos e coluna. Ajuda os pacientes a avaliar com precisão os sintomas, gerir condições musculoesqueléticas agudas e crónicas e construir estratégias de recuperação eficazes com base na medicina baseada na evidência.

As consultas online incluem:

  • Avaliação de sintomas musculoesqueléticos: dor aguda ou crónica, rigidez e mobilidade reduzida.
  • Diagnóstico e orientação terapêutica para dores articulares (joelhos, ancas, ombros, cotovelos), dores nas costas e no pescoço.
  • Apoio em condições como osteoartrose, bursite, tendinite e síndromes de compressão nervosa.
  • Orientação após lesões: distensões, entorses, contusões, suspeita de fraturas e lesões por esforço repetitivo.
  • Acompanhamento após cirurgias ortopédicas ou traumas.
  • Monitorização da evolução do tratamento e ajustes com base nos sintomas e nos resultados de exames.

Pode marcar uma consulta se apresentar:

  • Dores articulares, limitação de movimentos ou estalidos durante os movimentos.
  • Dores nas costas ou no pescoço, especialmente após longos períodos sentado ou esforço físico.
  • Desconforto crónico que afeta a sua rotina diária ou o sono.
  • Necessidade de acompanhamento após cirurgia ou planeamento de reabilitação.

O Dr. Babushkin alia a sua experiência em ortopedia e traumatologia a uma abordagem personalizada e estruturada — ajudando os pacientes a recuperar a mobilidade, reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida.

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Doctor

Sergey Ilyasov

Psiquiatria 7 years exp.

Dr. Sergey Ilyasov é neurologista e psiquiatra qualificado com ampla experiência, oferecendo consultas online para adultos e adolescentes. Combinando conhecimentos profundos em neurologia com uma abordagem psiquiátrica moderna, garante um diagnóstico preciso e tratamento eficaz para uma ampla variedade de condições que afetam a saúde física e mental.

O Dr. Ilyasov presta apoio profissional nos seguintes casos:

  • Dores de cabeça crónicas (enxaqueca, cefaleia tensional), dores nas costas, dor neuropática, tonturas, formigueiros nos membros, alterações na coordenação.
  • Perturbações de ansiedade (ataques de pânico, ansiedade generalizada), depressão (incluindo formas atípicas e resistentes ao tratamento), distúrbios do sono (insónias, hipersónia, pesadelos), stress, esgotamento.
  • Síndromes de dor crónica e sintomas psicossomáticos (por exemplo, síndrome do intestino irritável relacionado ao stress, distonia neurovegetativa).
  • Problemas de comportamento e dificuldades de concentração em adolescentes (incluindo PHDA, perturbações do espectro do autismo), tiques nervosos.
  • Défices de memória, fobias, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), instabilidade emocional e apoio no pós-stress traumático (TEPT).

Graças à sua dupla especialização, o Dr. Ilyasov oferece um acompanhamento integrado e baseado em evidência científica para casos complexos que exigem uma abordagem multidisciplinar. As consultas online incluem diagnóstico detalhado, plano terapêutico individualizado (com opção de farmacoterapia e métodos psicoterapêuticos) e apoio de longo prazo adaptado às necessidades de cada paciente.

Marque uma consulta online com o Dr. Sergey Ilyasov e receba acompanhamento médico qualificado para melhorar o seu bem-estar.

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Ciática: dor irradiada e sintomas relacionados com o nervo

Como a ciática se desenvolve, em que se distingue de outras dores lombares ou na perna e como os sintomas tendem a comportar-se ao longo do tempo

O que é a ciática e em que se diferencia de outras dores nas costas ou na perna

O que é a ciática e em que se diferencia de outras dores nas costas ou na perna

A ciática refere-se a um padrão de dor de origem nervosa e a sintomas sensoriais que seguem o trajeto do nervo ciático, desde a região lombar, passando pelo glúteo, até descer por uma perna. Ao contrário da dor lombar inespecífica, a ciática define-se sobretudo pela irradiação dos sintomas, e não por uma dor localizada apenas na coluna.

Uma das suas principais características é a direção e a distribuição da dor. A dor ciática costuma descer abaixo do joelho e pode atingir a perna, o tornozelo ou o pé. Este padrão distingue-a da dor muscular ou articular, que normalmente permanece limitada à zona lombar ou aos glúteos.

A ciática não é um diagnóstico isolado, mas sim um síndrome clínico. Descreve a forma como os sintomas se manifestam e onde são sentidos, sem identificar uma única causa estrutural. Diferentes processos podem originar padrões semelhantes de dor ciática, razão pela qual o comportamento dos sintomas é frequentemente mais relevante do que os achados em exames de imagem.

A ciática é frequentemente confundida com dor muscular na perna, dor na anca ou desconforto lombar geral. No entanto, a dor de origem nervosa tende a seguir um percurso mais definido e a comportar-se de forma distinta durante o movimento e o repouso.

A dor provocada por tensão muscular ou sobrecarga articular costuma ser localizada ou variar com a pressão direta, enquanto a irritação do nervo ciático provoca mais frequentemente dor que desce pela perna, por vezes sem dor lombar significativa.

Como a ciática se desenvolve habitualmente

Como a ciática se desenvolve habitualmente

A ciática desenvolve-se geralmente quando a função normal ou a mobilidade do nervo ciático é comprometida. Essa alteração pode envolver compressão mecânica, inflamação, redução do deslizamento do nervo ou aumento da sensibilidade nervosa, muitas vezes em combinação.

Em muitos casos, a ciática não surge de forma súbita. Pode começar com desconforto lombar ligeiro, rigidez ou sensação de fadiga, antes de surgirem os sintomas na perna. Com o tempo, a carga mecânica repetida, períodos prolongados sentado ou posturas mantidas podem aumentar a tensão na coluna lombar e nos tecidos adjacentes, afetando indiretamente o nervo ciático.

Alterações discais, redução dos espaços vertebrais ou padrões de movimento alterados podem contribuir, mas a gravidade dos sintomas nem sempre corresponde aos achados estruturais. Algumas pessoas apresentam dor irradiada intensa com alterações mínimas nos exames, enquanto outras mostram alterações estruturais sem sintomas relevantes.

Este desenvolvimento gradual e multifatorial explica porque a ciática é frequentemente vivida como uma condição flutuante, e não como o resultado de uma lesão única.

Como costuma manifestar-se a dor ciática

Como costuma manifestar-se a dor ciática

A dor ciática é frequentemente descrita com termos sensoriais característicos de envolvimento nervoso. É comum ser descrita como uma dor aguda, em choque, elétrica, em queimadura ou em pontadas, que desce pela perna em vez de permanecer localizada nas costas.

Para além da dor, muitas pessoas referem formigueiro, dormência, sensação de picadas ou alterações da sensibilidade ao longo do trajeto do nervo. Estas sensações podem afetar a coxa, a perna, o pé ou os dedos, variando de intensidade ao longo do dia.

A ciática apresenta-se frequentemente de forma assimétrica, afetando sobretudo um lado do corpo. A distribuição exata dos sintomas fornece informações importantes sobre o envolvimento nervoso e ajuda a distingui-la da dor muscular ou da dor referida.

Em alguns casos, pode surgir fraqueza muscular ou sensação de instabilidade na perna, especialmente quando a irritação nervosa é mais persistente ou acentuada.

Fatores desencadeantes e situações do dia a dia que influenciam a ciática

Fatores desencadeantes e situações do dia a dia que influenciam a ciática

Os sintomas da ciática são fortemente influenciados pelo movimento, pela postura e pelos padrões de carga diária. Permanecer sentado por longos períodos é um dos fatores que mais frequentemente agravam os sintomas, sobretudo quando associado a pouca mobilidade ou a posturas em flexão prolongada.

Atividades que aumentam a carga sobre a coluna, como inclinar-se para a frente, levantar peso, rodar o tronco ou conduzir durante muito tempo, tendem a intensificar a dor irradiada pela perna. Tossir, espirrar ou realizar movimentos bruscos pode também provocar um aumento temporário dos sintomas devido ao aumento da pressão sobre as estruturas nervosas.

A posição durante o sono e a imobilidade prolongada durante a noite podem igualmente influenciar os sintomas. Algumas pessoas notam maior dor ou rigidez na perna ao acordar, sobretudo quando o nervo permanece sensibilizado e houve pouca mobilidade durante várias horas.

O stress e a fadiga podem amplificar a sensibilidade nervosa, reduzindo o limiar a partir do qual a carga mecânica desencadeia dor. Por isso, os sintomas costumam flutuar consoante fatores físicos e psicológicos.

Porque a ciática tende a aparecer e desaparecer

Porque a ciática tende a aparecer e desaparecer

A ciática segue frequentemente um curso recorrente ou flutuante. Os sintomas podem melhorar durante semanas ou meses e reaparecer posteriormente, por vezes sem um desencadeante evidente. Este padrão reflete a interação contínua entre a carga mecânica, a sensibilidade nervosa e o comportamento do movimento, e não um dano estrutural permanente.

Estratégias de proteção do movimento, como evitar determinadas posições ou limitar a amplitude de movimento, podem aliviar a dor a curto prazo, mas também podem manter a rigidez e a tensão mecânica ao longo do tempo. A redução da mobilidade do nervo e a tensão muscular persistente podem manter o nervo num estado sensibilizado.

Os mecanismos neurofisiológicos desempenham igualmente um papel importante. A irritação nervosa repetida pode diminuir os limiares de dor, fazendo com que atividades anteriormente toleradas voltem a provocar sintomas. Isto explica porque as recaídas são frequentes mesmo após períodos de melhoria.

Compreender a ciática como uma condição influenciada por fatores mecânicos e neurológicos ajuda a explicar a sua intensidade variável, o seu carácter episódico e a tendência para reaparecer.

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Perguntas frequentes sobre a ciática

Questões frequentes sobre dor irradiada na perna, sintomas do nervo ciático e o comportamento da ciática

A dor que desce pela perna é sempre ciática?
Não. Embora a dor que desce pela perna seja uma característica típica da ciática, nem toda a dor na perna tem origem nervosa. A dor muscular, articular ou a dor referida da região lombar também podem estender-se pela perna sem envolver diretamente o nervo ciático.

A ciática é mais provável quando a dor segue um trajeto nervoso claro, desce abaixo do joelho ou é acompanhada por sintomas sensoriais como formigueiro ou dormência. O padrão e o comportamento dos sintomas são geralmente mais relevantes do que a localização isolada da dor.

Como posso saber se a minha dor na perna é de origem nervosa?
A dor de origem nervosa costuma apresentar características específicas. Muitas pessoas descrevem-na como uma dor aguda, elétrica, em queimadura ou que “corre” pela perna, em vez de uma dor surda e localizada.

Outros sinais incluem formigueiro, sensação de picadas, dormência ou alterações da sensibilidade na perna, no pé ou nos dedos. Sintomas que pioram ao sentar-se, inclinar-se ou tossir também sugerem envolvimento nervoso.

Pode haver ciática sem dor lombar?
Sim. Em alguns casos, a dor na perna ou os sintomas sensoriais são mais evidentes do que o desconforto lombar, ou este pode ser ligeiro ou inexistente.

A ciática define-se pela distribuição dos sintomas ao longo do nervo ciático, e não pela intensidade da dor na região lombar. Por isso, algumas pessoas apresentam sintomas marcados na perna com pouca ou nenhuma dor nas costas.

Como costuma ser descrita a dor da ciática?
A dor da ciática é frequentemente descrita como uma dor em choque, elétrica, em queimadura, em pontadas ou profunda, que se irradia pela perna.

A intensidade pode variar ao longo do dia e mudar consoante a postura, o movimento ou o nível de atividade. É comum que a dor seja acompanhada de formigueiro ou dormência.

A ciática implica sempre uma hérnia discal?
Não. Embora as alterações discais sejam um fator comum, a ciática pode resultar de várias causas, como redução da mobilidade do nervo, inflamação, sobrecarga mecânica ou alterações no alinhamento da coluna.

Os achados nos exames de imagem nem sempre correspondem à gravidade dos sintomas. Algumas pessoas apresentam alterações discais sem ciática, enquanto outras têm dor nervosa significativa com alterações estruturais mínimas.

Porque a ciática tende a piorar ao sentar-se?
Sentar-se aumenta a carga sobre a coluna lombar e pode colocar o nervo ciático sob tensão prolongada, sobretudo quando a postura é em flexão e o movimento é limitado.

Além disso, permanecer sentado reduz a mobilidade do nervo e aumenta a tensão muscular, o que pode intensificar a sensibilidade nervosa ao longo do tempo. Por isso, os sintomas costumam agravar-se durante o trabalho sedentário, viagens longas ou condução prolongada.

A ciática pode afetar o pé ou os dedos?
Sim. Como o nervo ciático se divide em nervos que inervam a perna e o pé, os sintomas podem estender-se até ao tornozelo, à planta do pé ou aos dedos.

Podem surgir dormência, formigueiro, alterações da sensibilidade ou fraqueza nessas zonas. A distribuição específica dos sintomas ajuda a identificar o segmento nervoso envolvido.

A ciática afeta normalmente apenas um lado do corpo?
A ciática afeta mais frequentemente um único lado do corpo. Os sintomas unilaterais são típicos e ajudam a distinguir a ciática de padrões de dor lombar mais generalizados.

A afetação bilateral é menos comum e pode indicar um processo diferente ou mais complexo que requer avaliação cuidadosa.

Porque a ciática aparece e desaparece ao longo do tempo?
A ciática apresenta frequentemente um curso flutuante porque a sensibilidade nervosa, a carga mecânica e os padrões de movimento variam com o tempo. Os sintomas podem melhorar quando a carga diminui ou quando os hábitos de movimento mudam temporariamente.

Se fatores como a postura, as exigências físicas ou a tensão muscular persistirem, a irritação nervosa pode reaparecer mesmo após períodos de melhoria. Isto explica a natureza recorrente da ciática.

Quando deve a ciática ser avaliada por um médico?
É aconselhável que a ciática seja avaliada quando os sintomas persistem, pioram ou interferem de forma significativa com as atividades diárias, o trabalho ou o descanso.

A avaliação urgente é importante se a ciática for acompanhada de fraqueza progressiva, dormência acentuada ou alterações no controlo da bexiga ou do intestino, pois podem indicar uma afetação nervosa mais grave.

Que médicos costumam avaliar a ciática?
A ciática pode ser avaliada por médicos de medicina geral e familiar, medicina interna, neurologia ou áreas relacionadas, consoante o padrão e a gravidade dos sintomas.

A avaliação centra-se no comportamento dos sintomas, na sua distribuição, nos fatores desencadeantes e na sua evolução, mais do que apenas na intensidade da dor.

É possível avaliar a ciática através de uma consulta online?
Sim. A avaliação da ciática baseia-se em grande medida na história clínica, na distribuição da dor, nos fatores desencadeantes relacionados com o movimento e nos padrões de atividade diária.

Estes aspetos podem ser abordados de forma eficaz numa consulta online, sobretudo quando os sintomas são persistentes ou recorrentes e exigem uma avaliação estruturada.

Que informação é mais útil ao descrever os sintomas da ciática?
É particularmente útil indicar por onde a dor se irradia, que atividades agravam os sintomas, como a dor varia ao longo do dia e se existem alterações da sensibilidade.

Referir se a dor desce abaixo do joelho, afeta o pé ou muda ao sentar-se ou ao mover-se fornece informação essencial sobre o envolvimento do nervo ciático.

É ciática se me dói a perna mas não as costas?
Sim, pode ser compatível com ciática. Em alguns casos, a dor nervosa na perna é mais evidente do que o desconforto lombar, ou este pode ser mínimo.

A ciática define-se pela forma como a dor segue o trajeto do nervo, e não pelo local onde é sentida com maior intensidade. Por isso, algumas pessoas apresentam dor lombar com irradiação para a perna, enquanto outras sentem sobretudo os sintomas na perna.

Em que se diferencia a ciática da dor muscular na perna?
A dor muscular na perna tende a ser localizada, sensível ao toque e variar com o uso direto do músculo. Em contraste, a ciática costuma provocar sensações agudas, em queimadura ou elétricas que seguem um percurso nervoso, em vez de permanecerem num único ponto.

A presença de formigueiro, dormência ou dor que desce abaixo do joelho torna mais provável a origem nervosa do que uma simples sobrecarga muscular.

A ciática pode ser leve ou intermitente?
Sim. A ciática nem sempre se manifesta como uma dor intensa ou constante. Algumas pessoas apresentam sintomas nervosos ligeiros mas persistentes, desconforto intermitente na perna ou alterações sensoriais que surgem e desaparecem.

Mesmo quando os sintomas não são intensos, padrões recorrentes de dor irradiada ou sensações nervosas podem indicar envolvimento do nervo ciático.

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